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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Propaganda Institucional na Rádio Liberdade 95,9

         Conforme anunciei ontem aqui nesse espaço, inicia amanhã (28) as inserções diárias, 12 no total, na Rádio Liberdade. Os áudios estão publicados ao lado no blog, e podem acessarem por aqui.

         Esta é mais umas das tantas parcerias que a associação tem com as fontes de água mineral e indústrias de garrafões.

         Fiquem ligado na Liberdade e ouçam mais um significativo trabalho da associação em prol do setor de água mineral.

       As Empresas Participantes aparecem no áudio das inserções diárias

       Grato a todos, Sucesso e Paz

       Leandro Greff

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Água Mineral Fontes de Belém no Haiti

Solidariedade no setor de Água Mineral

       A maior necessidade do Haiti, depois do terremoto, não é roupa, ou mesmo moradia. As duas maiores necessidades Haitianas nesse momento de dor e sofrimento são: Alimento e Água Mineral.

        Como não poderia deixar de acontecer, o Rio Grande do Sul se fez presente neste momento difícil do nossos irmãos do Haiti. Se fez presente através das empresas Torres Plast. TNT Mercúrio e Água Mineral Fontes de Belém.

        Como podemos observar a Torres Plast, uma indústria de Garrafões de 20 litros localizada em Torres/RS, doou 1000 (mil) garrafões, a Indústria de Água Mineral Fontes de Belém, de prontidão envazou, e a TNT Mercúrio tratou de transportar até o Rio de Janeiro, na sede da FAB, onde esta mandou ao Haiti.

        Testemunhei o grande esforço do empresário Sérgio Marino Linck Junior, da Água Mineral Fontes de Belém, em montar esta logística de forma rápida. Trabalho árduo que gratifica a todos nós do setor de Água Mineral.

        A Associação agradece e deixa aqui um voto de Gratidão a todos estes empresários de GRANDE CORAÇÃO , preocupados com situações dificeis, assim como já aconteceu em outras tragédias rio grande afora e eu pude conferir.

         Obrigado Caros Amigos, que Deus, nosso Pai Eterno continue protegendo e dando a voçês serenidade e muito sucesso.

      Diria meu santo favorito: SÃO LUIZ ORIONE

AVE MARIA E AVANTE !

Fotos









Foto: Fontes de Belém
Texto: Adam-rs

ADAM-RS promoverá campanha em Rádios da Capital e Grande Poa

           A Associação dos Distribuidores de Água Mineral do RS, juntamente com as Fontes e Indústrias de Garrafões decidiram ontem (25) promovrr uma campanha institucional, em rádios de Porto Alegre e Grande Porto Alegre nos meses de Fevereiro, Março e Abril de 2010. Na campanha que irá ao ar serão abordados temas como: Custo benefício em usar Água Mineral em Bombonas de 20 Litros, Vantagens que o consumidor tem em comprar de Distribuidores Regularizados, Qualidade das Águas Minerais de 20 Litros, e outros.


        A Associação só conseguiu elaborar e promover esta campanha , porque as fontes e indústrias de garraãfoes concordaram em colaborar e conscientizar nosso consumidor de forma conjunta.


As empresas que participarão da campanha são

Água Mineral Fontes de Belém
Água Mineral Itati
Água Mineral Itacolomi
Água Minerall Elan
Água Mineral Boca da Serra
Água Mineral Fonte Ijuí
Água Mineral Vida Leve
Águas da Serra Distribuidora
MCM Plásticos
Torrest Plas Indústria de Garrafões
Água Mineral Santo Anjo
Água Mineral Purittá

        A Associação Agradece o esforço de todas as empresas em colaborar com a melhoria do nosso setor.


Texto: Leandro Greff/Adam-rs

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Nova lei do Aluguel

Aluguel pode ficar mais baixo com nova Lei do Inquilinato. Novas regras entram em vigor nesta segunda-feira. A promessa é de mais segurança para proprietários e fiadores.


Novas regras entram em vigor nesta segunda-feira. A promessa é de mais segurança para proprietários e fiadores. Mas os inquilinos também têm vantagens. A expectativa é que o preço do aluguel fique mais baixo. Os administradores de imóveis acreditam que a nova lei vai aumentar a oferta de apartamentos e casas para alugar, o que deve diminuir os valores. As regras foram reformuladas para corrigir uma série de brechas. Elas davam margem a interpretações diferenciadas durante a análise dos processos.

Deixar o imóvel vazio é um prejuízo. Mas, em alguns casos, alugar também pode sair caro. O comerciante Luis Carlos Piovesan Scasso tenta administrar o inquilino de um galpão. Há um ano, a situação é a mesma. “Chega a atrasar dois meses. Entramos em contato com o advogado, o advogado entra em contato com a pessoa. Ela quita uma parte. S&# 243; que continua em atraso, não quita todo o valor”, conta o comerciante Luís Carlos Piovesan Scasso.

Luis Carlos não sabe como agir: “Meu medo é que o fiador também não consiga pagar e fiquemos sem receber”. A partir desta segunda-feira (25), Luis Carlos não precisa mais ficar no impasse. A nova Lei do Inquilinato entra em vigor para corrigir uma série de brechas na lei anterior. As principais mudanças dão mais proteção ao dono do imóvel e mais liberdade ao fiador.

O fiador pode desistir de dar garantia a um inquilino, se o contrato for prorrogado por um período indeterminado. Basta notificar o dono do imóvel e em 120 dias ele ficará livre da obrigação. Em um contrato com prazo determinado, em que o casal inquilino se separa, o fiador pode pedir para deixar a responsabilidade.

Em caso de atraso do aluguel, a ação de despejo ficou muito mais rápida. O prazo é de 15 dias para o inquilino acertar as contas. Nas locações sem garantia como fiador, aluguéis adiantados, a desocupação do imóvel deverá ser feita em um mês. Mas esse prazo dependerá da Justiça. “O que se busca é exatamente prestigiar os contratos. Aquele que não cumpre as suas obrigações deve se preocupar, porque o Judiciário estará pronto pra honrar as obrigações que são estabelecidas pela lei”, destaca o presidente da AABIC/SP Rubens Carmo Elias Filho.

O presidente da Associação de Administradoras de Imóveis de São Paulo acredita que a nova lei vai aumentar a oferta de imóveis no mercado: “Os locadores serão incentivados a levar os imóveis ao mercado e isso traz um grande benefício aos locatários, porque quanto maior a oferta de imóveis, menor o preço”. Em nota , o Instituto Brasileiro de Defesa dos Lojistas de Shoppings (Idelos) informou que entrou com uma ação direta de inconstitucionalidade contra a nova lei, no Supremo Tribunal Federal. O instituto argumenta que a nova lei expulsa o inquilino do imóvel, sem lhe dar a chance de se defender e sem nenhum tipo de indenização. A Associação Comercial de São Paulo também informou que é contrária às mudanças na lei do inquilinato por entender que alguns artigos ferem os direitos do inquilino. (Bom Dia Brasil)

Câmara usa gasto secreto com doador. Cruzamento mostra dez casos de deputados que pagaram com verba pública a financiadores de campanha

Levantamento inédito feito pela Folha mostra que empresas que fizeram doações eleitorais receberam recursos públicos destinados pelos mesmos deputados que ajudaram a eleger. Foram cruzados a lista de doadores nas campanhas de 2006 e 2008 e os gastos secretos da verba indenizatória, que custeia despesas relacionadas à atividade parlamentar. Levando em conta os deputados que receberam maiores doações, existem pelo menos dez casos em que a empresa doadora foi contratada pelo congressista para quem contribuiu. O número de empresas que são tanto beneficiárias da verba indenizatória como doadoras de campanha representa cerca de 10% das que emitiram notas para os deputados no período. Os deputados ouvidos pela Folha negaram irregularidade nos gastos. (Folha de São Paulo)

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

PEC transforma DNPM em agência reguladora

        A Câmara analisa a Proposta de Emenda à Constituição 433/09, do deputado José Fernando Aparecido de Oliveira (PV-MG), que transforma o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) em Agência Reguladora do Setor Mineral. A PEC estabelece apenas a mudança de status do órgão e deixa a regulamentação sobre o funcionamento da nova agência para leis comuns.

        Segundo a proposta, o órgão será responsável pela análise de concessão e autorização para a exploração de recursos minerais, e funcionará nos moldes de outras agências já existentes, como a de telecomunicações (Anatel), de energia elétrica (Aneel), e a de petróleo, gás natural e biocombustíveis (ANP).

        Política racional - O deputado argumenta que o Estado brasileiro tem procurado se modernizar, com o aprimoramento da gestão de diversas áreas estratégicas, como as que já contam com agência reguladoras.

        "Semelhante procedimento foi, entretanto, negado ao setor mineral, fazendo com que a nação, predestinada a exercer importante papel na área de mineração, não disponha de uma política racional para o setor e tome decisões ao sabor das circunstâncias", explicou.

        Segundo ele, embora o DNPM seja uma autarquia competente, não se iguala às demais agências em matéria de independência e na capacidade de gestão. "A inexistência de um conselho para o setor, por exemplo, impõe que decisões na área mineral sejam sempre solitárias, sem suporte de entidades afins", lamentou.

          Tramitação - A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania vai analisar a admissibilidade da PEC. Caso seja aprovada, a proposta será analisada por uma comissão especial e, depois, encaminhada ao Plenário para votação em dois turnos. (Agência Câmara)

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Smic notifica revendas de água mineral em PoA

Extraído de: Prefeitura De Porto Alegre

FISCALIZAÇÃO



        Em mais uma ação de fiscalização em revendedoras de água mineral, realizada na tarde de hoje, 20, quatro estabelecimentos foram vistoriados e notificados na região do bairro São Geraldo por agentes da Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (Smic). Três revendas, duas localizadas na rua Bahia, nos números 646 e 1063, e outra na rua Viena, 140, receberam notificação por falta de alvará da Secretaria Municipal da Saúde (SMS).


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       Revendas não tinham alvará para comercializar o produto


        Já na rua Álvaro Chaves, uma revendedora foi notificada por apresentar alvará com endereço antigo. As ações terão continuidade nos próximos dias. As denúncias podem ser feitas pelo e-mail fiscalizacao@smic.prefpoa. com.br ou pelo telefone: 32891755.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Entevista do Vice-Presidente da Adam à Rádio Guaíba

SMIC já notificou seis estabelecimentos na capital em 2010

O consumo de água mineral no Rio Grande do Sul cresceu 30% neste verão em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com o vice-presidente da Associação dos Distribuidores de Água Mineral do Estado, os gaúchos ficam em quarto lugar no ranking de consumo do produto no país. O campeão é São Paulo. Por mês, são consumidos 1,6 milhões de litros de mineral no Estado. Leandro Greff dá as dicas para que os consumidores fiquem atentos a procedência do produto na compra.



       A Associação tem 1500 empresas cadastradas que geram 10 mil empregos diretos e até 15 mil indiretos. A Associação no entanto, estima que outras 500 empresas irregulares pelo menos atuem no mercado.

        Só neste início de 2010 a Secretaria Municipal de Indústria e Comércio de Porto Alegre (SMIC) já realizou quatro ações de fiscalização vistoriando 50 estabelecimentos. Seis foram notificados por falta de alvará ou outras irregularidades na documentação. Três foram autuados e a multa mínima é de R$ 205 e pode chegar até R$ 1 mil já que o cálculo é feito com base na área do estabelecimento.


http://www.radioguaiba.com.br/Noticias/?Noticia=87324

Fonte: Tatiane de Sousa/Rádio Guaíba

Geral: ouvinte@radioguaiba.com.br

Associação quer maior validade para garrafões de 20 litros



Dorival José Diesel defende seis anos para vigência da nova lei

A nova lei que determina um prazo de validade de três anos para as embalagens de água de 20 litros está causando divergências entre as empresas distribuidoras de água no País e o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). No Rio Grande do Sul, a Associação dos Distribuidores de Água Mineral obteve uma liminar que não obriga o cumprimento da lei.

O presidente da associação, Dorival José Diesel, acha que o ideal é que o período seja estendido de três para seis anos, respeitando a sazonalidade de cada estado. "Defendemos prazos diferentes para cada região do País para que as empresas não tenham prejuízos econômicos", destaca. No Estado, são 1,5 mil distribuidoras que geram cerca de 10 mil empregos diretos e 15 mil indiretos.

Segundo o vice-presidente da associação, Leandro Greff, as novas regras provocaram perdas significativas para o setor, já que 25 distribuidoras no Estado fecharam, desempregando 300 pessoas. "A troca vai gerar um custo alto para as empresas, além de 2,1 milhões de quilos de lixo", acrescenta. A entidade espera que o DNPM reveja a portaria pelos prejuízos econômicos causados ao setor. "O interessante é que não existe nenhum estudo técnico no Brasil sobre a qualidade dos garrafões. De onde surgiu o prazo de três anos?", questiona Greff.


De acordo com Diesel, uma análise feita pela entidade de 2002 a 2007 mostra que nenhum recipiente de 20 litros apresentou problema de qualidade. No Estado, há 1,5 mil distribuidoras, que geram cerca de dez mil empregos diretos e 15 mil indiretos no Rio Grande do Sul. O presidente da associação acredita que, com a manutenção da regra de três anos para a troca dos recipientes, haverá um repasse de preços ao consumidor.

Com a liminar obtida pela entidade gaúcha, a população paga um preço que varia de R$ 5,00 a R$ 11,00. "Se persistir o prazo da portaria, haverá um aumento no preço das bombonas de R$ 8,00 a R$ 15,00", destaca.

O diretor-adjunto do DNPM, João César de Freitas Pinheiro, explica que o principal objetivo é garantir a qualidade da água, já que, após três anos, os garrafões estariam sujeitos a arranhões e também furados. "É uma medida que favorece o consumidor e a saúde pública", comenta.

A portaria estabelece que os vasilhames antigos devem ser retirados do mercado de forma gradual até 30 de junho. A primeira etapa de recolhimento começou no mês de setembro, quando passou a ser proibido o envase ou reenvase de água em embalagens com data de fabricação anterior a 1 de janeiro de 2004.

Segundo Pinheiro, o departamento não suspendeu a portaria sobre o prazo de validade de garrafões de 20 litros. "O nosso compromisso é zelar para que a população consuma água mineral sem qualquer risco à saúde e dentro dos mais elevados padrões de qualidade", acrescenta.

Fonte: Jornal do Comércio

Na Integra reportagem do Jornal do Comércio



segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Projeto anula portarias sobre validade de garrafões de água



A Câmara analisa o Projeto de Decreto Legislativo 1968/09, do deputado Roberto Santiago (PV-SP), que cancela a validade de duas portarias do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) que disciplinam o uso dos garrafões retornáveis de água mineral. Entre as normas incluídas nos documentos está a que fixa em três anos o prazo de validade desses garrafões.

"Não foram realizadas consultas públicas ou audiências sobre o tema, assim como também não foram estimados os impactos econômico e ambiental da substituição de todos os garrafões plásticos de 20 e 10 litros hoje em circulação no Brasil. Difícil imaginar o sucesso desse plano sem qualquer estratégia de coleta e educação do público consumidor", reclama o deputado.

Retirada gradual

Uma das portarias do DNPM (358/09) estabelece que os garrafões de água antigos devem ser retirados do mercado de forma gradual, até 30 de junho de 2010. A primeira etapa de recolhimento dos garrafões começou em 30 de setembro de 2009. Segundo o DNPM, o objetivo principal da substituição é garantir a qualidade da água, já que, após três anos, o garrafão estaria sujeito a desgastes com limpeza, estocagem e transporte.

Roberto Santiago afirma, no entanto, que os produtores da matéria-prima dos vasilhames não estão em condições de fornecer todo o volume necessário para atender, em tão exíguo tempo, os vasilhames demandados, o que significará o aumento do custo para o consumidor final.

Tramitação

A proposta será analisada pelas comissões de Minas e Energia; de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ser votada pelo Plenário.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Vigilância Sanitária retoma inspeção em empresas de água mineral



As oito marcas atendem aos padrões de qualidade especificados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)




por AGÊNCIA ALAGOAS - 15/1/2010 às 17:53:45

As águas Frascally, Mainá, Cristalina Plus, Refresq, Itagy, Indaiá, Aldebaran e Crystal Nordeste foram aprovadas para consumo (Foto: Agência Alagoas)

Técnicos da Vigilância Sanitária Estadual realizaram inspeção em oito empresas de água mineral de Alagoas, com o objetivo de assegurar que o produto seja comercializado com qualidade. Após percorrer os municípios de Maceió e Rio Largo, nenhuma irregularidade foi constatada nas envasadoras Frascally, Maianá, Cristalina Plus, Refresq, Itagy, Indaiá, Alderabran e Cristal Nordeste.

De acordo com o relatório produzido pela Gerência de Alimentos da Vigilância Sanitária Estadual, em todas elas não foram detectadas inconformidades. Isso significa que, de acordo com a Gerência de Alimentos da Vigilância Sanitária Estadual, as oito marcas atendem aos padrões de qualidade especificados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“As empresas de água mineral inspecionadas estão cumprindo todas as regulamentações técnicas conforme as boas práticas para industrialização e comercialização de água mineral. Em termos gerais, podemos assegurar que todas elas estão cumprindo os parâmetros referentes à edificação, instalações e todo procedimento para captação, canalização, rotulagem, seleção de insumos e fornecedores, envase, transporte, embalagem e controle de qualidade que as empresas de água mineral devem seguir”, afirmou a gerente de Alimentos da Vigilância Estadual, Márcia Alves.

Segundo o diretor da Vigilância Sanitária Estadual, Paulo Bezerra, o trabalho de inspeção das envasadoras de água mineral irá continuar. “Nosso objetivo é garantir que os alagoanos consumam água mineral de qualidade, pois ela pode ser a transmissora de várias doenças, caso esteja contaminada e seja ingerida deste modo”, ressaltou Bezerra, ao chamar a atenção da população para que possa analisar a qualidade da água mineral consumida.

Paulo Bezerra a alerta, ainda, que a população deve estar vigilante para não consumir água mineral de qualidade duvidosa. “Em caso de dúvidas o mais prudente é acionar a Vigilância Sanitária Estadual”.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Caça-níqueis foram apreendidas em uma revenda de água mineral de fachada


Lacrada casa de jogos em Capão da Canoa


Foto: Divulgação

24 caça-níqueis foram apreendidas.

        Operação conjunta deflagrada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público Estadual tirou de funcionamento, nessa tarde, uma casa de bingo e caça-níqueis no centro de Capão da Canoa. Segundo o delegado Rogério Butarelli, no imóvel da rua Marabá, 2274, que tinha como fachada uma loja de venda de água mineral, foram apreendidas 24 máquinas de jogos, alem de dinheiro. Um casal foi ouvido e deve responder a termo circunstanciado.

Fonte: Rádio Guaíba

Segue a Fiscalização da Smic


Foto: Adriano Luz/PMPA


Smic notifica revendas de água mineral


         Fiscais da Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (Smic) notificaram na manhã de hoje, 3, duas revendas de água mineral. "Os esbelecimentos devem buscar a regularidade no setor de licenciamento da Smic", orientou o secretário da Smic, Idenir Cecchim. Na República, 789, loja 02, bairro Cidade Baixa, a LK Águas estava sem alvará de funcionamento. Na revenda Água Higienópolis, na rua Cornel Feijó, 680, bairro Higienópolis, o proprietário recebeu uma notificação de multa pendente na Smic.

        Em 2009, a Smic vistoriou 55 distribuidoras de água mineral, 22 foram autuadas e 23 notificadas. No ano de 2008, foram 25 vistoriadas, 12 autuadas, 11 notificadas e uma interditada. Já em 2007, 19 vistorias foram realizadas, 18 autuadas, 21 notificadas e uma interditada.

Fonte: Agência POA

Mais Distribuidoras Irregulares

Smic intensifica ações em revendedoras de água mineral


A equipe de fiscalização da Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (Smic) notificou hoje, 6, duas revendas de água mineral. A Comercial Dorneles, na avenida Baltazar de Oliveira Garcia, 457, e a Regis Zimmer dos Santos, na rua Tenente Ary Tarragô, 2.45, estavam em alvará de funcionamento. As ações terão continuidade nos próximos dias. As denúncias pode ser feitas pelo e-mail: fiscalizacao@smic.prefpoa. com.br ou pelo telefone: 32891755.

Alemanha: cerveja mais barata que água mineral

        O preço da cerveja na Alemanha, bebida que é considerada um símbolo do próprio país, caiu a pique no início do ano, devido à quebra no consumo, e já está, em alguns casos, abaixo do preço da água mineral.
          Nos supermercados de baixo preço, uma grade de cervejas, com 20 garrafas de meio litro, chega a ser vendida a 3,77 euros, ou seja, uma garrafa do dourado líquido custa 19 cêntimos, e um litro de cerveja 38 cêntimos.
          Lars Seyfrid, porta-voz da Campanha pela Boa Cerveja, a célere resposta dos apreciadores a esta situação, disse à Lusa que, "a estes preços, ninguém pode produzir uma boa cerveja".
        Nos cálculos de Seyfrid, para a bebida ser fabricada de acordo com o Reinheitsgebot (imperativo da pureza), que data de 1516 e estipula que a cerveja só possa ser fabricada com produtos naturais, cada garrafa de meio litro terá de custar, pelo menos, 28 cêntimos.
       A questão que se põe, assim, é saber se o comércio a retalho está a vender cerveja abaixo do preço da produção, o que viola as leis contra a concorrência desleal, ou se a qualidade da cerveja piorou, acusações que os supermercados "discounter" negam.
        "O preço de venda está abaixo do preço de compra, obviamente, e a qualidade é a mesma de sempre", disse um porta-voz da cadeia de lojas Netto, explicando que os retalhistas estão a levantar directamente o produto nas cervejeiras, para lhes aliviar os "stocks", obtendo assim preços mais favoráveis.
        Para o consumidor alemão, sobretudo para os bons bebedores, a redução de preços é uma bênção, e paradoxalmente deve-se a uma quebra sensível no consumo no país que chega a ser identificado como a pátria da cerveja.
       Em 1990, cada alemão bebia em média 143 litros de cerveja por ano, valor que actualmente é de apenas de 111 litros.
       Como o número de cervejeiras se mantém estável há vários anos, começou a haver muita cerveja no mercado, excepção feita ao Verão de 2006, em que a Alemanha acolheu mais turistas por causa do Mundial de Futebol, disputado sob uma onda de calor pouco habitual, e a cerveja chegou a esgotar-se.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Opinião sobre os Garrafões

Garrafões



Os tecnocratas da Anvisa expediram uma portaria de supetão, avisando sem mais nem menos que os garrafões de água mineral teriam vida útil de três anos. Todos os consumidores desse tipo de produto foram pegos de surpresa. Houve uma correria para se livrar dos garrafões considerados antigos e fora de uso. Como no Brasil o esperto e o corrupto andam muito juntos, todos devem ficar muito espertos, pois, nos garrafões, a data de fabricação fica no fundo, bem pequena. Como o sistema é de troca, nunca é possível entregar os garrafões e receber outros com a mesma data. Então, quem ficará no prejuízo será sempre o consumidor, pois os comerciantes, distribuidores e fabricantes já se recusam a receber os “vencidos”. Os engravatados da Anvisa se esqueceram de analisar a proposta com outros órgãos. O próprio Ministério do Meio Ambiente daria uma contribuição para outro problema: o que fazer com os garrafões vencidos? Pois logo veremos garrafões de água mineral nos rios e córregos. Sugiro que a portaria seja revogada e editada uma outra, mais completa e interministerial.

» Alex Ribeiro, Gama

Conhecimento do SENAI ajuda empresas a desenvolver produtos


Florianópolis,
          A unidade do SENAI em Florianópolis oferece serviços tecnológicos e de consultoria na área de automação e eletrônica, que ajudam empresas de todos os portes a melhorar produtos e processos. Um exemplo de solução para a indústria está sendo desenvolvido no Núcleo de Automação Industrial: um equipamento que vai melhorar a qualidade da água mineral.


         O princípio do equipamento é isolar o garrafão de água (bombona) do conteúdo engarrafado, evitando assim o contato com os resíduos que podem ficar na parte interna de sua parede. O desenvolvimento da máquina foi encomendado por um laboratório de análise de água, que percebeu que apenas a lavação dos garrafões não é suficiente para retirar resíduos químicos. Como o equipamento não tem similares no mercado, seu funcionamento está sob segredo industrial. O projeto foi financiado pelo programa SENAI SESI de Inovação 2009, que concedeu subvenção nos custos de pesquisa.

        O Núcleo de Automação Industrial, assim como outros núcleos do SENAI, atua no desenvolvimento de soluções de curto e médio prazo. "Diferente das universidades, que fazem pesquisas de base e às vezes sem um fim específico, fazemos pesquisa aplicada, que parte das necessidades das empresas", explica o coordenador de Pesquisa Aplicada do núcleo e professor do SENAI de Florianópolis, Roberto Philippi Fullgraf.
        Segundo o especialista, uma das vantagens dos serviços oferecidos é a disponibilidade de uma equipe multidisciplinar, o que ajuda no desenvolvimento das soluções tecnológicas. "Para muitas empresas, ter uma equipe qualificada como a que dispomos seria economicamente inviável", explica Fullgraf. Mesmo grandes empresas, que possuem equipes de pesquisa e desenvolvimento, recorrem aos serviços do SENAI quando um projeto exige mais pessoal ou competência específica. Um exemplo recente foi um equipamento desenvolvido para a empresa Intelbras. A bancada de testes, criada pela equipe do SENAI de Florianópolis, agiliza o processo de conferência dos aparelhos telefônicos.

        Além de uma equipe qualificada, outro diferencial dos serviços oferecidos pelo SENAI é a atuação em rede. Com ela, uma equipe de uma cidade pode mobilizar o conhecimento e os serviços de outras 32 unidades do SENAI em Santa Catarina. Essa integração ajuda a superar etapas críticas do projeto, que exigem esforços de mais pessoas. Foi o caso do projeto da bancada de testes da Intelbras, cujo protótipo da placa de circuitos foi produzido em Jaraguá do Sul, usando equipamentos que a unidade de Florianópolis não dispõe.
Fonte: Assessoria de Imprensa do Sistema FIESC

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Empresa de água mineral contesta laudo do IDEC


         Uma pesquisa realizada pelo IDEC (Instituto de defesa do consumidor) apresentada nesta segunda feira (11) que apontou uma grande empresa de produção de água mineral no estado de Rondônia conhecido pelo nome fantasia Minalinda por estar infectada com uma bactéria denominada “Pseudomonas aeruginosa” acima do limite permitido, causou espanto nos consumidores de água mineral em Porto Velho.

        O RONDONIAOVIVO.COM entrou em contato com Cleomildo de Melo Freire, representante da empresa Minalinda, que informou ainda estar tomando conhecimento dessa pesquisa e que assim como a população de Porto Velho disse estar espantado e não reconhece a pesquisa nem o instituto.

“Estamos dentro da legalidade em todos os órgãos oficiais de saúde, além disso somos considerados uma das águas de melhor qualidade do estado”, disse Cleomildo de Melo.

De acordo com Cleomildo a empresa irá acionar o departamento jurídico para verificar o que poderá ser feito em relação a essa pesquisa que segundo a empresa não corresponde a verdade.

“A empresa está com as portas abertas para todos os meios de comunicação e a sociedade em geral para virem comprovar nossa credibilidade, pois para nós, o mais importante é manter um produto de boa qualidade e a preocupação com a saúde do consumidor portovelhense”, concluiu Cleomildo.


domingo, 10 de janeiro de 2010

Obras da envazadora de Água Mineral estão adiantadas


        Quem passa pela estrada do Arroio Bonito (que liga o Caí a Hortêncio) fica surpreso com o porte de uma obra que está sendo erguida no local.
       Junto ao arroio que deu nome à localidade de Arroio Bonito, um grande prédio foi construído em poucos meses. A obra já está totalmente erguida e deve ficar totalmente concluída em março. Pela previsão dos empreendedores do projeto, o início da produção está previsto para setembro. E, pelo modo como a obra andou ligeiro até aqui, não se pode duvidar que o cronograma será cumprido.
         O dono da empresa é Pedro Teixeira, um empresário do ramo da construção residente em Capão da Canoa. Ele recebeu uma área de terras em Arroio Bonito (no município de São José do Hortêncio) e, ao escavar um poço artesiano para uso da propriedade, notou que a água era muito boa. Mandou fazer uma análise e descobriu que se tratava de água mineral de excelente qualidade.
       Surgiu daí a idéia de abrir uma empresa envasadora de água mineral. Para tanto foi contratado o administrador Vilmar Freitas, que é um especialista no ramo de envasamento de bebidas. Ele já trabalhou na Coca-Cola e na Fonte Ijuí.

        Como se pode notar pelo tamanho e qualidade da construção que está sendo feita em Arroio Bonito, o empreendimento será de grandes proporções.
        As bombas, já instaladas no poço têm capacidade para extrair 90 mil litros de água por hora.
       A água mineral produzida no Arroio Bonito será comercializada com o nome de Valle Vita e deverá estar no mercado ainda neste ano.
 
Assim como o prédio, também os equipamentos da nova empresa serão de primeira linha e o investimento total deve chegar a R$ 7 milhões. O número de funcionários deverá chegar a 60.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Smic notifica revendas de água e gás na Zona Norte


Cinco estabelecimentos foram vistoriados e três notificados

         Em mais uma ação rotineira de fiscalização nas revendedoras de água mineral e de gás GLP realizada na manhã de hoje, 8, pelos agentes da Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (Smic), cinco estabelecimentos foram vistoriados e três notificados.

        As revendas notificadas ficam localizadas na avenida Saturnino de Brito, 482, na avenida do Forte, 1570 e na avenida do Forte, 50, todas por falta de alvará. As ações da Smic visam garantir a regularização do comércio de água mineral e gás de cozinha, conforme a legislação municipal vigente. As ações terão continuidade nos próximos dias, devido ao grande comércio de águas gerado pelo calor intenso dos últimos dias.

        Em entrevista a Radio Bandirantes/RS ao Programa Três Tempos, o Vice-Presidente da Associação dos Distribuidores de Água Mineral do Rio Grande do Suil, Leandro Greff, orientou que os consumidores procurem comprar Água Mineral somente de Distribuidores regulamentados junto aos órgãos competentes. Salientou também que a associação fornece aos seus sócios um certificado que garante que o distribuidor está devidamente regulamentado, e o consumidor deve também exigir a nota ou cumpom fiscal, a fim de se proteger dos distribuidores irregulares.
Fonte: Rádio Bandeirantes

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Continua a divergência

Especialistas divergem sobre a regulamentação do uso de garrafões retornáveis de água mineral




André Abrahão

        Especialistas divergiram sobre a legalidade da regulamentação do uso de garrafões retornáveis de água mineral (de 10 e 20 litros) determinada por duas portarias (387/08 e 358/09) do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). O debate aconteceu nesta terça-feira (1º), na audiência pública realizada pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio, da Câmara dos Deputados, em Brasília.
        De acordo com a regulamentação atual as embalagens retornáveis de 10 e de 20 litros têm prazo de validade máximo de três anos. O objetivo principal dessa medida é garantir a qualidade da água, já que, após três anos, o garrafão estaria sujeito a desgastes com limpeza, estocagem e transporte.

        Para o presidente da Associação dos Fabricantes de Bebidas do Brasil (AFEBRAS), Fernando Rodrigues, as portarias do DNPM geram um grande impacto na economia do País e prejuízos para as empresas. Segundo ele, muitas delas não tem capacidade financeira suficiente para fazer a adptação necessária exigida pelas portarias. “Eu proponho que seja feita uma outra norma através de debates e consultas públicas e da integração com outros órgãos federais. Além da suspensão das atuais portarias”, disse.

        Leandro Greff, vice-presidente da Associação dos Distribuidores de Água Mineral do Rio Grande do Sul, informou que as novas regras provocaram perdas significativas para o setor sendo que 25 distribuidoras do Rio Grande do Sul já fecharam suas portas desempregando 300 trabalhadoes “Dos garrafões que estão no mercado, 50% a 60% estão fora do padrão. A troca vai gerar um custo alto para as empresas, além de 2,1 milhôes de quilos de lixo”.

Benefícios

        Já os especialistas favoráveis à regulamentação do uso dos garrafões, assinalaram que a troca depois de um período de três anos é uma medida que favorece o consumidor e a saúde pública do País. Segundo a representante da Associação Brasileira de Indústria de Águas Minerais, Petra Sanches, por melhor que seja a embalagem, com o tempo, ela vai perdendo suas características de proteção. “O consumidor estava inseguro com a qualidade dos galões. Depois de três ano a espessura dos galões diminui, ficando vulnerável a contaminações externas”. Quanto ao lixo, Petra explicou que os galões serão reciclados atendendo os aspectos ambientais de sustentabilidade.

        O deputado federal, Dr. Ubiali (PSB-SP), autor do requerimento que solicitou a audiência pública, acredita que o debate é só o começo para estudar as possibilidades que atendam a saúde pública, mas sem prejudicar as empresas de pequeno porte que comercializam os garrafões de água. “A saúde pública é fundamental, mas as empresas precisam sobreviver a essa troca que é importante para todos os consumidores. A Comissão esta preocupada com a embalagem, o transporte e com a sobrevivência das empresas” afirmou.

Retirada gradual

        A Portaria 358/09 estabelece, no entanto, que os vasilhames antigos devem ser retirados do mercado de forma gradual, até 30 de junho de 2010. A primeira etapa de recolhimento dos garrafões começou em 30 de setembro, quando passou a ser proibido o envase ou reenvase de água em embalagens com data de fabricação anterior a 1º de janeiro de 2004.

Andrea Leal


          O início do ano é a época onde traçamos metas e fazemos promessas, e grande parte dessas promessas é: “Este ano eu emagreço!”. Aqui na therelli não foi diferente, dois de nossos colaboradores (incluindo eu) traçaram esta meta, seja para este ano ou como objetivo de vida ter uma alimentação e hábitos mais saudáveis.Eu, por exemplo, estou tirando de vez o refrigerante da minha vida (incluindo os lights/diets) e colocando mais água no meu dia-a-dia, desta forma tive um encontro magnífico com a àgua com gás. Confesso que odiava, mas hoje sou amante desta bebida, com um limãozinho e gelo é imbátivel!


         Água com gás é uma boa pedida para quem quer manter a forma, se hidratar e possuir hábitos mais saudáveis, sem perder o prazer de beber algo gostoso. Mas ai vem os mitos: água com gás faz mal, água com gás é a mesma coisa do refrigerante, etc, etc e etc. Sim, eu também me questionei destas coisas e fui atrás pesquisar sobre os mitos e verdades sobre este assunto. Pesquisei em vários sites e encontrei um texto, da coluna “Gourmet do portal IG” que resumiu todos as outra fontes que achei. Dê uma olhada e veja que ter uma vida mais saudável e de quebra perder uns quilinhos, pode ser algo prazeiroso também!

MITOS E VERDADES SOBRE A ÁGUA COM GÁS

(fonte: Portal IG – Coluna Gourmet)
Água é excelente de qualquer modo – mas a água com gás pode ser inserida no seu dia-a-dia para dar umas bolinhas a mais de prazer.

Tem quem adore o efeito das bolhas na boca e seja fã incondicional da água com gás. E tem que não curta muito esse diferencial. Só não vale ser aquele tipo de gente que se apega em mitos para acreditar que a água com gás é “pior” do que a natural. A nutricionista Samara Regina Andrade, de São Paulo, tira dúvidas muito comuns quando se trata da água gasosa.

A água com gás é diferente da natural? Verdade

A água com gás contém gás carbônico na composição. Hoje, a maioria das marcas à venda em mercados é do tipo gaseificada artificialmente, um processo industrial igual ao dos refrigerantes, no qual retira-se o oxigênio do líquido e injeta-se, no lugar, o gás carbônico, para dar o efeito frisante. Mas existe também a água com gás natural – chamada carbogasosa ou carbonatada. Essa surge do aquecimento subterrâneo. As fontes em geral ficam em regiões próximas de vulcões ou onde a camada de magma está mais próxima da superfície terrestre. Ali, os dutos de magma atravessam as rochas até alcançarem os aquíferos, que são reservatórios subterrâneos de água, e então o calor intenso quebra as moléculas dos minerais contidos na água, liberando vapores e incorporando os gases ao líquido naturalmente. O gás, nesse tipo de água, é bem mais suave.

Então a água com gás não é tão saudável quanto a natural? Mentira

A água com gás tem as mesmas propriedades de hidratação que a água sem gás, a água natural. E como forma de manter o corpo hidratado – com algo entre 1 e 2 litros de líquidos diariamente – optar pela água com gás é uma boa forma de variar. Ela só não pode ser a única fonte de hidratação, pois o gás em excesso pode acabar irritando a mucosa do estômago das pessoas que já são predispostas a problemas gastrintestinais.

A água com gás engorda e nos deixa inchados? Mentira

Água, sendo com ou sem gás, não possui calorias. Portanto, não engorda nem incha. Muitos se confundem com isso porque os refrigerantes, esses sim, engordam – mas não é o gás o responsável por isso, e sim as calorias do açúcar contido na bebida.

A água com gás servida com o cafezinho serve para “limpar” a boca? Verdade

Aquele copinho de água com gás que hoje acompanha os cafezinhos em bares e restaurantes mais sofisticados não deve ser bebido depois do café, mas sim antes, para limpar as papilas gustativas. Como as papilas são sensíveis, quando “limpas” nos permitem aproveitar melhor o sabor do cafezinho. Aliás, a água com gás funciona da mesma forma para os vinhos – bebendo um pouquinho antes, o sabor da bebida é melhor apreciado.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Cerveja de Chimarrão criada pela gaúcha DaDo Bier leva erva-mate na receita

A DaDo Bier Ilex é uma reverência ao povo gaúcho que tanto valoriza sua cultura e que tem no chimarrão um símbolo de amizade
A primeira micro cervejaria do país nascida em 1995, a DaDo Bier, sempre utilizou de ousadia e criatividade na criação de suas cervejas. Tal motivação e paixão pela bebida juntamente à inspiração do maior símbolo gaúcho (chimarrão) levaram o empresário gaúcho Eduardo Bier Corrêa a criar uma cerveja com sabor de chimarrão, preparada com folhas fragmentadas de erva-mate, a Ilex paraguariensis. A bebida ainda traz ingredientes como lúpulo, água mineral e um blend de maltes importados.



De baixa fermentação e alto teor alcoólico (7,0%), a cerveja demorou um ano e meio para chegar ao resultado final. O mestre-cervejeiro Carlos Bolzan buscou unir em uma mesma fórmula o que a erva-mate e a cerveja têm de melhor. A erva-mate tem algumas semelhanças com o lúpulo, com o amargor e o sabor semelhante ao da cerveja. Agradável ao paladar, logo ao abrir a tampa, percebe-se o aroma marcante da erva que se espalha no ambiente. A coloração é esverdeada e já no primeiro gole a erva-mate domina o paladar.

A DaDo Bier Ilex foi colocada no mercado nacional em garrafas de long neck e também pode ser vendida como um kit composto por um copo no formato de uma cuia de chimarrão, desenhado exclusivamente pela cristaleria Ruvolo, que vem em uma base de couro, projetada pelo Gueto EcoDesign, escritório especializado no desenvolvimento de produtos sustentáveis.

A Dado Bier Ilex será vendida nas principais redes de supermercados nacionais, com distribuição exclusiva no país pela ImportBeer ao preço de R$ 5,50 e o kit a R$ 34,90.

Onde encontrar:
Redes Pão de Açúcar / Makro e outros locais

Mais informações através do site http://www.importbeer.com.br/

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Vigilância Sanitária inspeciona empresa de água mineral em Pilar

Técnicos do órgão não detectaram nenhuma irregularidade; população deve estar vigilante, alerta gerente

Depois de inspecionar a empresa de água mineral Solara, em Maceió, e constatar que ela está em conformidade com as especificações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), técnicos da Vigilância Sanitária Estadual fiscalizaram, nesta quarta-feira (30), a empresa de água mineral Dias D’Ávila, localizada no município de Pilar.

Durante a inspeção, os técnicos do órgão, que é vinculado à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), não detectaram nenhuma irregularidade. Segundo a gerente de Alimentos da Vigilância Sanitária Estadual, Márcia Alves, o alvará de funcionamento da empresa foi renovado no último mês de novembro, os laudos e planilhas não apresentavam inconformidades, as dependências físicas não apresentarem incoerências e os garrafões utilizados para envasar a água mineral atendem aos padrões especificados pelo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM).

De acordo com a Portaria 358, sancionada no Diário Oficial da União (DOU) em 21 de setembro deste ano, nenhuma empresa de água mineral pode comercializar o produto em garrafões que tenham mais de três anos de uso. “A Empresa de água mineral Dias D’Ávila não apresentou nenhuma inconformidade, significando dizer que o produto comercializado pode ser consumido sem nenhum problema”, garantiu Márcia Alves.

Ela voltou a alerta que a população deve estar vigilante para não consumir água mineral de qualidade duvidosa. “Em caso de dúvidas o mais prudente é acionar a Vigilância Sanitária Estadual, por meio dos telefones 3315-3779/6691, sem que seja necessário se identificar”, frisou a gerente de Alimentos da Vigilância Sanitária.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

PROJETO PERMITE REUTILIZAÇÃO DE GARRAFÕES DE ÁGUA


Os deputados aprovaram em primeira discussão o projeto de lei da deputada Arlete Caramês (PPS) referente a comercialização de garrafões, permitindo que este produto seja usado novamente por empresa titular da marca nele inscrita e até mesmo por empresas concorrentes, desde que tenha sido regularmente colocado no mercado.

A parlamentar explicou que a medida deve-se ao fato de determinadas empresas gravarem suas marcas diretamente nos garrafões de água, adquiridos pelos consumidores. E as empresas não têm aceitado recipientes sem as logomarcas, obrigando o consumidor a comprar apenas o produto estampado no garrafão, o que impede a escolha por produtos mais baratos.

A proposta ainda estabelece que o garrafão só poderá ser reutilizado quando for do tipo padrão usado por todos os produtores e adquirido por consumidores, revendedores ou produtores.

O produtor que reutilizar o garrafão não poderá colocar em destaque sua marca, através de rótulo comercial próprio, como acontece hoje, para que o consumidor possa optar pela marca de sua preferência. E as empresas envasadoras terão um prazo de um ano para a retirada das marcas impressas.

No primeiro caso de descumprimento da lei, as empresas apenas serão informadas por escrito. Já na segunda vez a multa será de R$ 1 mil e de R$ 2 mil, se for reincidente.

Caberá ao Poder Executivo a execução desta Lei e também a determinação do órgão competente para a fiscalização e o respectivo procedimento.

“O projeto visa coibir que as empresas de água estabeleçam um vínculo artificial com o consumidor e violem o Código de Defesa do Consumidor, garantindo assim, a liberdade do mesmo de adquirir o produto mais barato, independentemente da marca que esteja escrita no garrafão adquirido pelo consumidor”, afirmou Arlete.

ORDEM DO DIA – Os deputados também aprovaram em redação final as alterações no Fundo Estadual do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (FUNCB), de autoria do deputado Reni Pereira (PSB), concedendo a todas as empresas um desconto de 5% a 10% no pagamento à vista do fundo e ainda um parcelamento de três até seis vezes. Também foi aprovado o projeto da deputada Cida Borghetti (PP) que cria o Programa de Incentivo à Produção de Biodiesel no Paraná.

Fonte: DIVULGAÇÃO/ALEP
Autor: Flávia Prazeres

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Idec testa água mineral de dez estados brasileiros

O texto da assessoria do IDEC (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) conta os resultados do teste com 33 marcas de águas minerais (sendo que de duas delas foram analisadas duas amostras – cada uma de uma fonte – totalizando 35 amostras), de dez estados brasileiros, apoiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), entre os meses de outubro e novembro deste ano.

Um dos motivadores do teste foi o fato de o Brasil ser o quarto maior consumidor de água mineral, no mundo, segundo dados da Associação Internacional de Águas Engarrafadas. Contando com a colaboração de nove instituições que fazem parte do Fórum Nacional de Entidades Civis de Defesa do Consumidor (FNECDC), o Idec resolveu conferir a qualidade da água e suas especificações do rótulo, com coordenação de Vera Barral, sanitarista e técnica do Idec.

Na avaliação das 35 amostras, quatro foram reprovadas, três por não atenderem ao padrão microbiológico e uma por apresentar problemas em seu aspecto visual. As águas York (PI), Minalinda (RO), e Pôr do Sol (MS) continham a bactéria Pseudomonas aeruginosa*, acima do limite permitido, sendo que a última também continha coliformes totais em excesso. Já a água adicionada de sais da marca Clara (CE) foi reprovadas por apresentar partículas não identificadas que podem ser vistas a olho nu.


O restante da avaliação foi feito apenas com as 31 marcas que não foram desclassificadas. Com relação às características físico-químicas, à composição química e à presença de substâncias inorgânicas que oferecem risco à saúde todas apresentaram resultados dentro dos parâmetros legais.



Na análise do rótulo, 13 marcas descumprem pelo menos um item da legislação, como: validade, local da fonte, data de envasamento, e falta da expressão “não contém glúten”. Além disso, algumas marcas apresentam no rótulo dados de análises realizadas há mais de 20 anos. De acordo com o Código das Águas (Decreto- Lei no 784/45), que regula o setor, os fornecedores devem fazer pelo menos uma análise completa a cada três anos, mas ele não determina que as eventuais alterações na composição sejam atualizadas no rótulo. Para o Idec, a prática está em desacordo com o direito à informação, assegurado pelo artigo 6o do Código de Defesa do Consumidor (CDC).

A pesquisa constatou ainda que algumas águas imprimem em seu rótulo palavras ou frases de efeito que podem confundir o consumidor. O artigo 37 do CDC condena qualquer tipo de apresentação publicitária “inteira ou parcialmente falsa, ou, por qualquer outro modo, mesmo por omissão, capaz de induzir a erro o consumidor a respeito da natureza, características, qualidade (…) e quaisquer outros dados sobre produtos e serviços”. Da mesma forma, o artigo 4o da Portaria no 470/99 do Ministério de Minas e Energia (MME) veda inscrições na rotulagem que destaquem um atributo do produto, supervalorizem a água ou suas propriedades.

Apenas 17 empresas responderam, no prazo estipulado, à carta enviada pelo Idec com os resultados do teste. De modo geral, disseram que realizam análises periódicas das água em laboratórios próprios e oficiais.

Aproveitando a pesquisa, o Idec alerta para o alto consumo da água mineral, pelos impactos ambientais que acarreta.


Comum a todas as marcas, as bebidas são acondicionadas em garrafas plásticas, que são mais baratas que as de vidro, oferecem menor perda aos produtores e envasadores, são mais leves, mais resistentes, de fácil transporte etc. Só que geram lixo de grandes proporções, além de serem produzidas a partir de petróleo e gás natural, ambos recursos não renováveis. A exploração de água mineral também pode causar danos aos lençóis freáticos.

Para diminuir o consumo da água mineral e minimizar os efeitos nocivos ao meio ambiente, Barral dá algumas dicas: “Em casa, troque os galões por filtro e cobre da prestadora de serviço de saneamento básico de sua cidade que envie as informações completas sobre a qualidade da água de abastecimento na fatura e no relatório anual. Esse direito é garantido pelo Decreto Federal no 5.440/05”.


Mas quando for inevitável beber água mineral, o Idec recomenda:

● Armazene as garrafas cheias em local fresco, seco e limpo, longe de produtos com odor acentuado.

● Verifique no rótulo a data de envasamento e a validade (em meses) do produto. Consuma-a dentro do prazo.

● A água deve estar límpida, incolor, transparente, sem turvamento, filamentos ou partículas suspensas.

● Portadores de doença renal crônica ou que fazem hemodiálise devem sempre consultar médico antes de consumir água mineral.

● Deposite as embalagens vazias nos postos de reciclagem.

*A Pseudomonas aeruginosa é uma bactéria patogênica que pode causar problemas respiratórios graves em pessoas com baixa imunidade, além de infecções gastrintestinais, principalmente, em crianças. Já os coliformes totais são bactérias que indicam as condições higiênicas durante o processamento e armazenamento dos alimentos e da água.


O teste


Apoiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), foi realizado entre outubro novembro deste ano com 33 marcas (foram 35 amostras) de água mineral de dez cidades brasileiras. Para isso, o Idec contou com recursos do Fundo de Defesa dos Direitos Difusos e com a participação de nove instituições do FNECDC: Associação Brasileira da Cidadania e do Consumidor de Mato Grosso do Sul (ABCCON/ MS); Associação Brasileira de Economistas Domésticos (Abed/CE); Associação Cidade Verde (ACV/RO); Associação das Donas de Casa da Bahia (ADC/BA); Associação das Donas de Casa, dos Consumidores e da Cidadania de Santa Catarina (Adocon/SC); Associação de Defesa da Cidadania e do Consumidor (Adecon/PE); Instituto para o Consumo Sustentável (Icones/PA); Movimento de Donas de Casa e Consumidores do Rio Grande do Sul (MDC/RS); e Movimento de Donas de Casa e Consumidores de Minas Gerais (MDC/MG).

A seleção das amostras foi baseada no ranking da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) das marcas mais vendidas em cada estado e das marcas regionais. Foram avaliados a rotulagem; o perfil microbiológico; a composição química; as características físico-químicas; e a presença de substâncias inorgânicas que oferecem risco à saúde, segundo a Resolução de Diretoria Colegiada no 274/2005, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).


quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Água mineral de MS é reprovada em teste de qualidade do Idec

      

        A água mineral de marca Por do Sol, de Mato Grosso do Sul, foi reprovada no teste de qualidade realizado pelo Idec (Instituto Nacional de Defesa do Consumidor) com amostras de 33 marcas mais vendidas em dez Estados brasileiros, entre os meses de outubro e novembro. A empresa JF Comercial Pôr do Sol também produz a marca de água Mineral Life, que não foi analisada no teste.
          Na avaliação das 35 amostras (duas marcas tinham mais de uma fonte, por isso foram coletadas duas amostras de cada), quatro foram reprovadas, três por não atenderem ao padrão microbiológico e uma por apresentar problemas em seu aspecto visual.
         As águas Pôr do Sol (MS), York (PI) e Minalinda (RO) continham a bactéria Pseudomonas aeruginosa, acima do limite permitido. De acordo com a pesquisa, a marca sul-mato-grossense também continha coliformes totais em excesso.
Já a água adicionada de sais da marca Clara (CE) foi reprovadas por apresentar partículas não identificadas que podem ser vistas a olho nu.
         A bactéria Pseudomonas aeruginosa é uma bactéria patogênica que pode causar problemas respiratórios graves em pessoas com baixa imunidade, além de infecções gastrintestinais, principalmente, em crianças. Já os coliformes totais são bactérias que indicam as condições higiênicas durante o processamento e armazenamento dos alimentos e da água.
         A reportagem do Midiamax entrou em contato com gerente da empresa Por do Sol, que produz a água mineral Por do Sol, Tiago Garcia. Ele alegou que pode ter ocorrido algum erro na coleta da amostra feita pela equipe do Idec e que pediu para ser feito outro teste.
        “Foi enviado o pedido para uma nova análise da nossa água, já enviamos o material do mesmo lote para realizarem a contra prova. Nós temos os resultados da análise microbiológica feita pelo laboratório da UFMS, que não deu nenhuma anormalidade. Acreditamos que possa ter tem algum engano, algum erro no frasco que eles utilizaram no teste” afirma o gerente.
        De acordo com Garcia, ainda não há data prevista para sair o resultado da contra prova solicitada pela empresa, já que no final do ano os laboratórios entram em recesso.

Pesquisa

        O restante da avaliação foi feito apenas com as 31 marcas que não foram desclassificadas. Com relação às características físico-químicas, à composição química e à presença de substâncias inorgânicas que oferecem risco à saúde todas apresentaram resultados dentro dos parâmetros legais.

Rótulos

         Na análise do rótulo, 13 marcas descumprem pelo menos um item da legislação, como: validade, local da fonte, data de envasamento, e falta da expressão “não contém glúten”. Além disso, algumas marcas apresentam no rótulo dados de análises realizadas há mais de 20 anos. De acordo com o Código das Águas (Decreto- Lei no 784/45), que regula o setor, os fornecedores devem fazer pelo menos uma análise completa a cada três anos, mas ele não determina que as eventuais alterações na composição sejam atualizadas no rótulo. Para o Idec, a prática está em desacordo com o direito à informação, assegurado pelo artigo 6o do Código de Defesa do Consumidor (CDC).
          A pesquisa constatou ainda que algumas águas imprimem em seu rótulo palavras ou frases de efeito que podem confundir o consumidor. O artigo 37 do CDC condena qualquer tipo de apresentação publicitária “inteira ou parcialmente falsa, ou, por qualquer outro modo, mesmo por omissão, capaz de induzir a erro o consumidor a respeito da natureza, características, qualidade (...) e quaisquer outros dados sobre produtos e serviços”. Da mesma forma, o artigo 4o da Portaria no 470/99 do Ministério de Minas e Energia (MME) veda inscrições na rotulagem que destaquem um atributo do produto, supervalorizem a água ou suas propriedades.
         Apenas 17 empresas responderam, no prazo estipulado, à carta enviada pelo Idec com os resultados do teste. De modo geral, disseram que realizam análises periódicas das água em laboratórios próprios e oficiais.

O teste

         O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) realizou teste com 33 marcas de águas minerais (sendo que de duas delas foram analisadas duas amostras – cada uma de uma fonte – totalizando 35 amostras), de dez estados brasileiros, apoiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), entre os meses de outubro e novembro deste ano.
         Um dos motivadores do teste foi o fato de o Brasil ser o quarto maior consumidor de água mineral, no mundo, segundo dados da Associação Internacional de Águas Engarrafadas. A seleção das amostras foi baseada no ranking da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) das marcas mais vendidas em cada estado e das marcas regionais.
          Foram avaliados a rotulagem; o perfil microbiológico; a composição química; as características físico-químicas; e a presença de substâncias inorgânicas que oferecem risco à saúde, segundo a Resolução de Diretoria Colegiada no 274/2005, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Investigação ‘enrosca’ no Ministério

Se no Procon/MT as investigações estão sendo demoradas, no Ministério Público Estadual (MPE) a situação é ainda mais complexa e morosa. O promotor de Defesa da Cidadania e do Consumidor de Cuiabá, Ezequiel Borges de Campos, se declarou impedido de continuar as investigações por conta da relação profissional que manteve com um dos membros do sindicato que representa os empresários da produção de água mineral.

Borges, que antes de ser promotor de Justiça foi advogado de um diretor do Sindicato das Indústrias da Alimentação do Estado (Siamt), transferiu a apuração do reajuste de preços do garrafão de água, para ver se está sendo abusivo ou não, para o promotor Miguel Slhessarenko.

Conforme Ezequiel Borges, somente no dia do depoimento do presidente do sindicato, Marco Lorga, soube que seu antigo cliente fazia parte da entidade. Para evitar que pairasse dúvida sobre suas decisões do inquérito, diz, preferiu se afastar. Acontece que o promotor Miguel Slhessarenko está afastado das funções. Por causa disso, provavelmente o promotor Alexandre Guedes deverá assumir o caso, assim que retornar do recesso de final de não. O presidente do sindicato, Marcos Lorga, não foi localizado pela reportagem. Até o fechamento desta edição ele não retornou os redados deixados na secretária eletrônica do seu celular. (AA)

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

UM DOS MAIS ANTIGOS DISTRIBUIDORES COMO SÓCIO DA ADAM-RS

Isso não se faz, mas venho aqui deixar meu registro de satisfação, explico abaixo:

          A Associação dos Distribuidores de Água Mineral do Rio Grande do Sul, conta apartir hoje (16/12/2009), em seu quadro social, com mais 12 Distribuidores e dentre eles, um dos Distribuidores de Água Mineral mais antigos do Estado. Falo, evidentemente da Distribuidora Planeta Água (R. A. Corrêa-ME) de propriedade do Sr Rubens Antonio Corrêa, que desde 01 de Outubro de 1991, ou seja 18 anos, faz um trabalho exemplar na distribuição de Água Mineral na cidade de Esteio.
          Bem vindo Seu Rubens, é uma alegria poder, daqui pra frente, contar com a vossa colaboração, experiência e dedicação nas reúniões da Adam-rs.

Texto: Adam-rs

Senado rejeita indicado do PMDB para diretoria da agência de águas (ANA)

          Numa prática pouco comum no Legislativo, o Senado rejeitou nesta quarta-feira a indicação de Paulo Rodrigues Vieira para a diretoria da ANA (Agência Nacional de Águas). Com apenas um voto de diferença, no placar de 25 votos favoráveis e 26 contrários, os senadores barraram o nome de Vieira --que era indicado pelo PMDB para o cargo.Vieira tinha o apoio do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e do líder do partido na Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL).
          Os senadores emplacaram a indicação mesmo depois de o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente) ter escolhido um nome técnico da ANA para o cargo.
         Como a votação é secreta, senadores governistas apoiaram a rejeição do nome de Vieira. O senador Cícero Lucena (PSDB-PB) ironizou a derrota dos peemedebistas ao afirmar que, no caso da indicação para a ANA, Minc "tem mais força" que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva --aliado de Sarney e Renan.
         O senador Magno Malta (PR-ES) disse que a rejeição do nome de Vieira não tem relação com a sua capacidade técnica para o cargo. Na opinião do senador, o nome do indicado foi barrado por ter sido avalizado pelo presidente Lula.
         "Esse cidadão que acabou de perder a votação é um técnico e é um homem de bem. Senão fica parecendo que foi rejeitado porque não é. Ele é uma indicação pessoal do presidente [Lula], contra a vontade do ministro do Meio Ambiente. Então, ele fez a sua mobilização e o rapaz perdeu não porque não é boa gente nem preparado. Ele é preparado, só que houve uma campanha porque ele foi colocado pelo presidente da República", afirmou Malta.
Com a rejeição do nome de Vieira, o governo terá que fazer uma nova indicação para a diretoria da ANA.

Impasse

         O nome de Vieira foi rejeitado numa segunda votação no plenário do Senado. Na primeira, realizada minutos antes, o placar acabou empatado em 23 votos favoráveis e 23 contrários. Sarney realizou nova votação em seguida, que resultou na rejeição do nome de Vieira.
         Líderes governistas, que sempre trabalham para reverter placares desfavoráveis ao Executivo, não entraram em campo para tentar evitar a derrota do indicado. Nos bastidores, senadores afirmam que a paralisia dos governistas foi represália ao recente embate entre PT e PMDB pela indicação à vice-presidência na chapa da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) ao Palácio do Planalto.
          Na semana passada, Lula disse que os peemedebistas teriam que indicar uma lista tríplice para Dilma escolher quem seria o seu vice. A declaração do presidente irritou a cúpula peemedebista, que reagiu com a ameaça de candidatura própria à Presidência da República.

sábado, 12 de dezembro de 2009

1ª JORNADA ASSOCIATIVA DA ADAM-RS

        A Associação dos Distribuidores de Água Mineral do Rio Grande do Sul (ADAM-RS) iniciou hoje , dia 12/12/2009, uma jornada que será realizada em todas as fontes de Água Mineral do Rio Grande do Sul para expor os projetos da Adam e a situação da Água Mineral no Brasil e principalmente no Rio Grande do Sul. Dentro desses assuntos, um que foi abordado na reúnião almoço foi a posição da associação referente as portarias 387 e 358 do DNPM.
        Dentro desse organograma a primeira indústria a abrir , com muita competência, suas portas, foi a Indústria de Água Mineral Natural ITACOLOMI. Com a organização do Sr Edson e do Sr Carboni com o apoio incondicional do Diretor da Itacolomi, Sr Gilberto, foi realizado ao meio dia um churrasco nas dependências da própria indústria em Gravataí e após foi feita a reúnião.
        Participaram do evento, dentre outros, o presidente da Adam-rs, Sr Dorival José Diesel, o Vice-Presidente Sr Leandro Greff, a direção da indústria Itacolomi e também muitos distribuidores de Água Mineral de Gravataí e região
Abaixo algumas fotos do evento:




Os assadores: Edson e Carboni




Diretor Gilberto e seu Herdeiro



Texto: adam-rs
Imagens: Adam-rs e Itacolomi