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segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
terça-feira, 22 de setembro de 2015
Água da Pedra é parceira no evento Boot Camp, em Xangri-Lá
Xangri-Lá/RS - A Água da Pedra estará presente em um evento diferenciado neste sábado (19): o Boot Camp MF, que acontece na praia de Xangri-Lá, a partir das 10h, entre as guaritas 99 e 100. Trata-se de uma corrida que engloba desafios de treinamento funcional e militar, atividade que está em moda nos Estados Unidos e também aqui no Brasil, principalmente no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Organizado pela Milton Felker Assessoria Esportiva, o evento não define um vencedor. “A única regra é que todos façam, no mínimo quatro e no máximo 10 voltas no circuito”, explica o professor Milton Fernando Felker, mestre em psicologia do esporte e especialista em psicologia escolar.
O circuito tem 1.200 metros, sendo 700 de dunas e desafios como, por exemplo, rastejar por túneis montados com Água da Pedra, e mais 500 metros de desafios e obstáculos como uma teia de aranha gigante, puxar e carregar pneus, correr dentro do mar, cavar trincheiras, fazer exercícios tipicamente militares e carregar sacos de areia, entre outras ações.
O evento, que acontece pelo terceiro ano, receberá atletas da Milton Felker Assessoria Esportiva, mas também é aberto ao público, com limite de 100 participantes. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (51) 9262-5540.
SOBRE A ÁGUA DA PEDRA - Reconhecida no Rio Grande do Sul pela sua qualidade, a Água da Pedra preserva suas propriedades naturais – insípida, inodora e incolor, o que garante uma água pura e leve. Além disso, possui baixo teor de sódio e PH neutro. A Água da Pedra, engarrafada pela Fruki, ocupa a liderança do segmento Água Mineral no Rio Grande do Sul.
De Zotti – Assessoria de Imprensa
sábado, 27 de junho de 2015
Mais um prêmio para o case da ÁGUA DA PEDRA
Porto Alegre/RS – Depois de receber, no início do mês, a premiação no Voto Popular 2015, uma das distinções mais reconhecidas do mercado publicitário brasileiro, realizada pela revista About Magazine, o case da ÁGUA DA PEDRA, com o título Dia Mundial da Água, voltou a obter um grande reconhecimento. Desta vez, a premiação aconteceu durante a 16ª edição do Top of Mídia, promovido pelo Grupo de Mídia do RS.
O prêmio destaca os trabalhos desenvolvidos na área de Mídia, onde criatividade, perspicácia e a técnica são elementos fundamentais para a obtenção de sucesso em grandes desafios. O case da ÁGUA DA PEDRA, criado pela agência e21, foi premiado na categoria Jornal, reconhecendo os formatos diferenciados nos jornais Zero Hora e Metro.
O CASE – Com o desafio de comunicar o posicionamento “Na essência somos água”, da ÁGUA DA PEDRA, a agência e21 escolheu estrategicamente o período do Dia Mundial da Água para o lançamento, optando pelo meio jornal para privilegiar o consumidor mais engajado com a marca. “Aliamos a ÁGUA DA PEDRA a uma causa nobre e que possui total afinidade com o conceito, além de utilizar um meio tradicional de forma diferenciada, optando por formatos de grande impacto em dois títulos de grande relevância: Zero Hora e Jornal Metro”, explica a Diretora de Atendimento da e21, Mara Bussolin.
De Zotti – Assessoria de Imprensa
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
FRUKI supera metas de crescimento e projeta investimentos para este ano COMPARTILHE Lajeado/RS – A FRUKI, com sede em Lajeado, obteve resultados acima do projetado durante o ano de 2014. O crescimento em volume chegou a 19,44%, mais que o dobro do previsto. "Mesmo descontada a inflação, isto significa que avançamos em participação de mercado, o que é muito importante. Por outro lado, temos o desafio de continuar crescendo e, para isto, será preciso muito trabalho, aliado à constância de propósitos, busca de conhecimento, bons relacionamentos e disposição para continuar empreendendo", destaca o Diretor-presidente da FRUKI, Nelson Eggers. Para este ano o planejamento da FRUKI prevê um crescimento de 8% no volume de vendas. Para isto, a empresa vai manter a sua estratégia comercial mais agressiva, que passa por uma área comercial bem estruturada e um trabalho de marketing arrojado. INVESTIMENTOS – Entre os planos de expansão da FRUKI está a construção, ainda neste ano, de um novo Centro de Distribuição em Pelotas. Uma área de 30.000 m² já foi adquirida e nas próximas semanas será escolhida a empresa para o gerenciamento da obra, que deverá ter em torno de 5.000 m² de área construída. A empresa também deverá concluir dentro de pouco tempo a compra de uma área na Serra, para ampliar suas atividades naquela região a partir da construção de um novo CD. “Em breve também deveremos ter mais novidades com relação a outros investimentos”, acrescenta Nelson Eggers. A FRUKI, com 90 anos de existência, tem sua matriz e parque industrial localizados numa área de 25.000 m² em Lajeado, além de Centros de Distribuição localizados estrategicamente em Canoas, Pelotas, Farroupilha, Santo Ângelo e também junto à Matriz. Contando com modernos equipamentos e tecnologia de ponta, as sete linhas de produção automatizadas têm capacidade para fabricar até 420 milhões de litros de bebidas por ano. A empresa tem atuação focada no Rio Grande do Sul e produz refrigerantes da marca FRUKI, suplementos energéticos FRUKITO e a água mineral ÁGUA DA PEDRA. De Zotti – Assessoria de Imprensa
Lajeado/RS
A FRUKI, com sede em Lajeado, obteve resultados acima do projetado durante o ano de 2014. O crescimento em volume chegou a 19,44%, mais que o dobro do previsto. "Mesmo descontada a inflação, isto significa que avançamos em participação de mercado, o que é muito importante. Por outro lado, temos o desafio de continuar crescendo e, para isto, será preciso muito trabalho, aliado à constância de propósitos, busca de conhecimento, bons relacionamentos e disposição para continuar empreendendo", destaca o Diretor-presidente da FRUKI, Nelson Eggers.
Para este ano o planejamento da FRUKI prevê um crescimento de 8% no volume de vendas. Para isto, a empresa vai manter a sua estratégia comercial mais agressiva, que passa por uma área comercial bem estruturada e um trabalho de marketing arrojado.
INVESTIMENTOS – Entre os planos de expansão da FRUKI está a construção, ainda neste ano, de um novo Centro de Distribuição em Pelotas. Uma área de 30.000 m² já foi adquirida e nas próximas semanas será escolhida a empresa para o gerenciamento da obra, que deverá ter em torno de 5.000 m² de área construída.
A empresa também deverá concluir dentro de pouco tempo a compra de uma área na Serra, para ampliar suas atividades naquela região a partir da construção de um novo CD. “Em breve também deveremos ter mais novidades com relação a outros investimentos”, acrescenta Nelson Eggers.
A FRUKI, com 90 anos de existência, tem sua matriz e parque industrial localizados numa área de 25.000 m² em Lajeado, além de Centros de Distribuição localizados estrategicamente em Canoas, Pelotas, Farroupilha, Santo Ângelo e também junto à Matriz. Contando com modernos equipamentos e tecnologia de ponta, as sete linhas de produção automatizadas têm capacidade para fabricar até 420 milhões de litros de bebidas por ano. A empresa tem atuação focada no Rio Grande do Sul e produz refrigerantes da marca FRUKI, suplementos energéticos FRUKITO e a água mineral ÁGUA DA PEDRA.
De Zotti – Assessoria de Imprensa
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
Joalheria coloca garrafa de água mineral na vitrine a R$ 15 mil
Ação faz parte de campanha pela economia de água em São Paulo.Fonte: G1
Preço é simbólico, mas valor de eventuais compras será doado a ONG.
Uma joalheria de São Paulo está exibindo em suas vitrines uma pequena garrafa de água mineral, ao lado da indicação do preço, de R$ 15.890. A ação faz parte de uma campanha de marketing da Montecristo Joalheria para estimular a economia de água.
Segundo a empresa, a ideia é que a água seja vista como um elemento tão precioso como uma joia, em meio ao período de seca que atinge o estado de São Paulo. A campanha teve início no dia 1º de novembro nas três unidades da joalheria, nos shoppings Anália Franco, Iguatemi e JK Iguatemi.
As três garrafas não estão à venda de verdade, mas, caso algum cliente queira comprar uma delas, o valor será doado a uma ONG de preservação ambiental. "Não está à venda, mas, já que está na vitrine com preço, a gente teve que pensar nessa possibilidade", explica a gerente de marketing Alessandra Semeoni.
“Já teve gente que perguntou se tem diamante dentro da água”, conta. Pelo preço anunciado da garrafa de água mineral, é possível comprar na mesma loja um par de brincos de ouro branco e diamantes, com 1,55 quilates.
sábado, 25 de outubro de 2014
A Abinam, entidade de âmbito nacional criou prêmio com o nome de Adib João Dib.
A Abinam - Associação Brasileira da Indústria de Águas Minerais entregou pela primeira vez o Prêmio Adib João Dib Empresário do Ano 2014 durante o 23º Congresso rea-lizado no final de agosto em Salvador, Bahia
A Abinam – Associação Brasileira da Indústria de Águas Minerais entregou pela primeira vez o Prêmio Adib João Dib Empresário do Ano 2014 durante o 23º Congresso rea-lizado no final de agosto em Salvador, Bahia.
O empresário escolhido foi Nelson Eggers, diretor-presidente da Indústria de Bebibas Fruki, da cidade de Lajeado, Rio Grande do Sul. A Fruki está completando 90 anos nesse ano, fabrica e comercializa refrigerantes e suplementos energéticos, além do envasamento da Água Mineral Água da Pedra.
A criação do prêmio foi uma homenagem ao grande empresário Adib João Dib, serrano, sócio-fundador da Água Mineral Lindoya Verão, localizada na cidade de Lindóia, interior de São Paulo.
Ao longo de sua vida, Adid demonstrou ter visão, à frente de muitos, de inovações no mercado de água mineral e não mediu esforços para realizá-las. Seu pioneirismo levou a produzir as primeiras garrafas em PVC; a embalar água mineral em copo plástico com lacre de alumínio; a lançar o garrafão de 5 litros descartável com tampa de rosca; a tornar as embalagens mais leves: garrafas 15% e tampas 40% e a lançar a garrafa PET compactável.
Foi também diretor-conselheiro da Abia – Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação e um dos fundadores da Abinam e do Sindinam, Sindicato da Indústria de Águas Minerais. “Adib João Dib era um homem inteligente e empreendedor. Foi o grande responsável por tornar o Sindinam uma entidade nacional”, declara Carlos Alberto Lancia, presidente da Abinam.
Atualmente, quem dirige a empresa Lindoya Verão é seu filho, César Dib, que traz no sangue a determinação, obstinação pela qualidade e sobretudo paixão pela empresa, atributos iguais aos de Adib João Dib.
O empresário escolhido foi Nelson Eggers, diretor-presidente da Indústria de Bebibas Fruki, da cidade de Lajeado, Rio Grande do Sul. A Fruki está completando 90 anos nesse ano, fabrica e comercializa refrigerantes e suplementos energéticos, além do envasamento da Água Mineral Água da Pedra.
A criação do prêmio foi uma homenagem ao grande empresário Adib João Dib, serrano, sócio-fundador da Água Mineral Lindoya Verão, localizada na cidade de Lindóia, interior de São Paulo.
Ao longo de sua vida, Adid demonstrou ter visão, à frente de muitos, de inovações no mercado de água mineral e não mediu esforços para realizá-las. Seu pioneirismo levou a produzir as primeiras garrafas em PVC; a embalar água mineral em copo plástico com lacre de alumínio; a lançar o garrafão de 5 litros descartável com tampa de rosca; a tornar as embalagens mais leves: garrafas 15% e tampas 40% e a lançar a garrafa PET compactável.
Foi também diretor-conselheiro da Abia – Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação e um dos fundadores da Abinam e do Sindinam, Sindicato da Indústria de Águas Minerais. “Adib João Dib era um homem inteligente e empreendedor. Foi o grande responsável por tornar o Sindinam uma entidade nacional”, declara Carlos Alberto Lancia, presidente da Abinam.
Atualmente, quem dirige a empresa Lindoya Verão é seu filho, César Dib, que traz no sangue a determinação, obstinação pela qualidade e sobretudo paixão pela empresa, atributos iguais aos de Adib João Dib.
terça-feira, 21 de outubro de 2014
sábado, 22 de junho de 2013
Lobão diz que novas regras acabam com especulação no setor de mineração do país
BRASÍLIA - Segundo ele, atualmente há cerca de 178 mil pleitos para exploração mineral no país...
Agência Brasil
BRASÍLIA - O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse nesta terça-feira (18) que o novo marco regulatório para o setor mineral do país vai acabar com a atividade de especuladores no setor. Segundo ele, atualmente há cerca de 178 mil pleitos para exploração mineral no país.
“Hoje é comum ver pessoas físicas portando licenças de pesquisas e até de lavras que não são executadas, tentando vender de porta em porta. São especuladores, enquanto os verdadeiros mineradores sofrem essa concorrência prejudicial. Isso tudo acaba com o novo marco da mineração. Agora, somente pessoas jurídicas com capacidade financeira e técnica poderão ingressar nesse mundo novo que é o mundo da mineração em nosso país”, disse.
Lobão participou, na tarde de hoje, de um encontro de trabalho no Ministério de Minas e Energia para detalhar as novas regras, que foram apresentadas pela manhã em um evento no Palácio do Planalto. O ministro lembrou que a lei atual, de 1967, ficou obsoleta ao longo do tempo e disse que o projeto de lei que será encaminhado ao Congresso Nacional poderá receber contribuições, que serão “muito bem-vindas”.
A proposta que será encaminhada ao Legislativo prevê como regra geral a concessão de blocos de áreas para exploração por meio de licitação ou chamada pública, mas estabelece ainda a possibilidade de autorização para exploração de recursos minerais. Atualmente, as licenças para exploração são concedidas por meio de autorizações.
A licitação será adotada nas áreas definidas pelo Conselho Nacional de Política Mineral (CNPM), e haverá um título único para pesquisa e lavra. O vencedor do leilão assinará um contrato de concessão que garantirá a lavra dos minérios que forem descobertos. Segundo o novo marco, a licitação será promovida pela recém-criada Agência Nacional de Mineração (ANM).
Poderão participar do processo licitatório somente brasileiros ou sociedades constituídas segundo as leis brasileiras, organizadas na forma empresarial ou em cooperativas. Os critérios de seleção das licitações deverão incluir o pagamento de valores pagos à União pelos concessionários ou no momento da assinatura do contrato de concessão ou na comprovação da descoberta comercial da jazida. Também pode ser adotada como critério de escolha a participação no resultado da lavra ou a execução de um conjunto de atividades a serem executadas pelo concessionário.
Já as chamadas públicas terão um processo mais simplificado, com objetivo de identificar eventuais interessados em uma concessão em áreas não classificadas pelo CNPM como de licitação obrigatória. Onde houver apenas um interessado, será celebrado o contrato de concessão, e, tendo mais de um interessado, será feito um processo público seletivo.
Está dispensada de licitação a lavra de minérios para emprego imediato na construção civil, argilas destinadas à fabricação de tijolos, telhas e afins, rochas ornamentais, água mineral e minérios empregados como corretivo de solo na agricultura. Nesses casos, será adotado o Regime de Autorização de Exploração de Recursos Minerais, com prazo de dez anos, renovável por igual período. Quem receber essa autorização terá obrigação de comunicar a descoberta de outros bens minerais naquela área.
As concessões de lavra outorgadas nos termos da legislação de 1967 continuarão vigentes pelo prazo de 40 anos, prorrogáveis por mais 20 anos sucessivamente.
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
Sem medo de ser grande
As ambições de Nelson Eggers, o ex-faz-tudo que hoje comanda a expansão da Fruki em um mercado dominado por multinacionais
Por Felipe Prestes
O presidente da Fruki, Nelson Eggers, tem um sonho: colocar sua empresa entre os maiores fabricantes de refrigerantes do país e se consolidar como uma alternativa de peso às grandes marcas globais que dominam o setor. É claro que, por enquanto, o sonho parece um tanto distante. Até o final deste ano, por exemplo, se tudo sair conforme o planejado, a Fruki deverá registrar um faturamento bruto total de R$ 200 milhões – o equivalente a um décimo das vendas da Vonpar, que representa a Coca-Cola no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Mas quem conhece Nelson garante: ele não mede esforços para concretizar o que quer. “O sonho é o crescimento da empresa”, assegura a filha, Aline Eggers Bagatini, diretora administrativa e financeira da empresa.
Apesar de mirar no alto, Nelson atua com os pés no chão. Mesmo com o sucesso das bebidas da marca Fruki, especialmente da linha de guaranás, responsável por mais de metade das vendas, a empresa ainda não se aventurou fora do Rio Grande do Sul. “A gente só faz o que pode cumprir, não fica fazendo loucuras. Por isso que estamos com 88 anos de existência”, enfatiza o empresário. “Mas é claro que, para chegar a R$ 1 bilhão em 2020, já teremos de estar em outros Estados”, conta.
Por ora, a Fruki acredita que ainda tem muito a crescer em solo gaúcho. Mas o crescimento também é pensado de forma cuidadosa por Nelson Eggers. A escolha da cidade-sede da nova fábrica da empresa, por exemplo, ficou parada nos últimos meses – simplesmente para evitar que os futuros prefeitos fizessem uso eleitoral da decisão. “Tem 30 municípios candidatos. Se a gente fosse definir isso antes da campanha, 29 municípios iam ser contra. Um partido ia acusar o outro nos municípios. Então, deixa assim. Vão se eleger novos prefeitos e vereadores e aí retomamos as negociações”, assegura Nelson, que garante nunca ter se interessado por política partidária.
Orçada em R$ 30 milhões, a nova fábrica é parte do esforço que a Fruki vem fazendo para expandir seu portfólio de bebidas focadas no bem-estar e na saúde – como sucos, chás, bebidas derivadas de soja e energéticos. A previsão é de que a unidade entre em funcionamento até 2014. Tudo feito com a máxima cautela. “Lentamente, iremos buscando o conhecimento e a tecnologia para cada produto”, explica Nelson.
Se eles se incomodam...
Por enquanto, Nelson não tem a ambição de bater de frente com Coca-Cola, Pepsico, Ambev e outras gigantes do setor de bebidas. Para ele, a competição é uma simples consequência de um objetivo anterior – que é tornar a Fruki cada vez mais relevante no mercado nacional. “Não quero incomodar ninguém. Só quero que nós tenhamos uma venda grande. Agora, se eles se incomodam, aí é problema deles”, garante ele, com peculiar bom humor.
O diretor comercial da Fruki, João Carlos Miranda, diz que Nelson é sempre sereno e brincalhão – e que é assim que conquista o respeito dos profissionais da empresa. “Ele não altera a voz em nenhum momento e não impõe sua vontade. Ele conquista as pessoas”, descreve. Na Fruki há quatro anos, Miranda é a primeira pessoa de fora da família a assumir o cargo de diretor comercial. “Ele me conquistou desde a primeira entrevista com o jeito simples, mas objetivo dele. Noto muito a paixão no olho dele”, elogia Miranda.
Nelson valoriza a motivação dos funcionários para fazer a Fruki crescer. E garante: o fato de ser bem menor do que as concorrentes ajuda a empresa a manter o moral elevado entre as equipes. “Como a Fruki está crescendo bastante e as grandes marcas já são muito grandes, quem vem de fora tem orgulho de participar desse crescimento”, avalia Nelson. “Já naquela empresa que está consolidada, com marca forte internacional, o sujeito só tem de ir lá e trabalhar. Está tudo pronto.” Os números recentes dão consistência à visão do empresário. Até pouco tempo atrás, ele acreditava que as vendas da Fruki cresceriam 14% em 2012. Em vez disso, estão crescendo 25%. “A Fruki a cada ano vai crescendo mais e o cara diz: A minha parcela eu estou dando neste crescimento, explica.
O comprometimento não significa necessariamente trabalhar mais que o devido. Ao contrário: Nelson faz questão de que todos os funcionários cumpram rigorosamente a jornada de oito horas diárias. “Ele diz assim: O dia tem 24 horas: oito para trabalhar, oito para descansar e oito para curtir a família, lazer, leitura, estudo, conta a filha, Aline. Nelson repete exatamente a mesma coisa quando o questionamos sobre o tema. “A pessoa não pode focar só em uma coisa: só no trabalho, só dormir, só fazer esportes. Tem de se dividir. Sempre falo em três vezes oito: que ele trabalhe oito horas, descanse oito horas e tenha oito horas para a família, para o lazer. Tem de ter tempo para ler e para adquirir conhecimento.”
Aline conta que essa filosofia faz com que horas extras não sejam bem-vistas pelo pai. “Em grandes empresas, muitas vezes não há horário: a hora em que der para almoçar, a gente almoça; e se vai embora em altas horas da noite”, critica ela. Na Fruki, esse tipo de desorganização é abominada. “A gente tem uma regra muito clara, que vem dele [Nelson]: não é para fazer hora extra, não é para ficar depois do horário. Se tu não estás conseguindo, é porque estás mal organizado”, conta Aline. O próprio Nelson segue à risca a ideia de não se dedicar unicamente ao trabalho. Joga tênis três vezes por semana, frequenta academia e gosta de ler. “No dia em que ele tem atividade física, avisa que a reunião tem de terminar pontualmente. Se isso não acontece, ele se levanta e sai”, conta Aline.
A preocupação em diversificar a rotina se reflete também nas leituras. Ao escolher um livro. Nelson faz o possível para não pensar somente em negócios. “A gente não pode só querer ler assuntos econômicos. Tem de ler um romance, tem de quebrar um pouco. Agora, eu estou lendo A Escola dos Deuses. Estou na página 80 e ainda não estou entendendo. É um negócio de ir longe”, diz ele, rindo. Sobre a prática do tênis, Nelson também brinca. “Jogo há muitos anos com um grupo de amigos, mas não sei se ainda dá para dizer que a gente joga tênis. A gente brinca tênis”, afirma, fazendo troça com a própria idade, que ele não revela para ninguém. “Eu sempre respondo: eu já fiz 60 anos. Agora, quanto tempo faz isso, eu não contei mais.”
Quando Nelson Eggers começou a trabalhar, há 52 anos, a marca Fruki ainda nem existia – era apenas uma pequena fábrica de bebidas em Arroio do Meio, no interior do Rio Grande do Sul. Na época, Nelson era uma espécie de faz-tudo. “Eu lavava garrafas manualmente, carregava caminhões. Não me pergunte o que eu já fiz, mas o que eu não fiz”, conta o atual presidente da companhia.
Em 1971, a empresa se mudou de Arroio do Meio para a atual sede, em Lajeado. A troca de endereço é considerada por Nelson um dos principais motivos para o salto nos negócios. “Tivemos uma data de fundação lá em 1924 e eu acho que a segunda fundação é a vinda para cá”, explica. Em Lajeado, garante ele, a Fruki entrou no radar das entidades empresariais e começou a estabelecer contatos estratégicos com outras companhias – o que gerou um aprendizado vital. “Eu também participei da diretoria da nossa universidade [o centro universitário Univates] durante dez anos. Estivemos muito próximos de autoridades. A gente fica sabendo melhor dos projetos, incentivos fiscais”, explica.
Na nova sede, Nelson continuou fazendo de tudo. Foi responsável, por exemplo, pela instalação elétrica do prédio em que conversou com AMANHÃ. E foi o criador da fórmula do Guaraná Fruki. Naquela época, o “químico” da empresa era o tio de Nelson – um sujeito sem qualquer formação técnica. Foi ele que passou ao sobrinho os conhecimentos mais básicos sobre a formulação de refrigerantes. “O tio dele tinha uma colher para medir as quantidades que foi se corroendo com o tempo. Mas ele [Nelson] continuou usando aquela colher, mesmo quando ela já estava bem menor”, conta Aline.
Nelson não tem vergonha de dizer que o guaraná é como um filho para ele. “Eu tenho muitos defeitos, e talvez este seja um deles: faço questão de dizer que é filho meu. É meu sétimo filho. Mas não é só o guaraná, é a empresa”, ilustra. Em boa forma, ele garante que toma bastante guaraná. “E, olha, não sou gordo. Quem se sente mais gordo e acha que é por causa do refrigerante, deve ter comido muito churrasco também.”
Aline relata que, há pouco tempo, o pai sabia até o nome dos filhos dos funcionários. Hoje, com a Fruki empregando cerca de 750 pessoas, esse tipo de proximidade ficou quase impossível. Mas Nelson não perde a chance de se colocar em contato com as equipes. “Tem integração com funcionários novos toda semana. Ele faz questão de participar e dar as boas-vindas. Também faz questão de entrevistar todos os gerentes que são contratados”, revela a diretora administrativa e financeira da Fruki.
Nelson jamais parou de se atualizar, participar de cursos, congressos e treinamentos. Neste ano, por exemplo, ele foi à Europa buscar equipamentos, ver novos produtos e novas tecnologias. “A maioria das pessoas, com 52 anos em uma empresa, quer mais é se aposentar”, ressalta Miranda, o diretor comercial. Nelson, no entanto, nem cogita se aposentar. Quer seguir em busca do sonho de ver a Fruki cada vez maior. Aliás, essa é uma das razões pelas quais ele mantém a idade em segredo. Apontando para Aline e para outro de seus seis filhos, Júlio, que também trabalha na empresa, ele explica: “Se eu disser minha idade, o pessoal aqui vai marcar uma data de validade. E essa data de validade eu é que quero marcar. Eu ou aquele ser superior”.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Atrasada, Minalba decide enfrentar a Danone em SP
No interior, o povo costuma dizer que quem chega primeiro à fonte bebe água limpa. O recado de quem lança mão desse ditado popular - nem sempre verídico - é bem claro: quem sai na frente se dá bem.
Pois foi exatamente o que não fez o grupo cearense Edson Queiroz, dono da marca de água mineral Minalba. Líder do segmento, com 12% de participação, a fabricante tem 14 fontes espalhadas pelo País - de onde jorra água com propriedades minerais super cobiçadas por quem disputa esse mercado: ela tem baixa quantidade de sódio, o que a deixa mais leve. Como a Bonafont, da Danone? Na verdade, com uma quantidade ainda inferior, conforme indica o rótulo da bebida produzida pelo grupo Edson Queiroz. A Bonafont tem 1,2 miligrama de sódio por litro e a Minalba, 0,9. O problema é que até pouco tempo atrás a marca cearense não tinha contado isso para ninguém.
A informação estava ali, no rótulo, mas sem ganhar publicidade. Na falta de uma estratégia de marketing agressiva como a da concorrente, a marca perdeu espaço em um de seus principais mercados. ?Enquanto a venda de água mineral subiu, nos últimos anos, 10% em São Paulo (mercado onde a Bonafont é vendida), nós ficamos estagnados?, afirma Rogério Tavares Fernandes, ex-executivo da Ambev que hoje é diretor comercial da Minalba.
A marca da Danone, lançada em 2008, mexeu com o mercado de água mineral ao colocar na prateleira do supermercado ou na mesa do bar um produto que conseguia ser mais do que simplesmente ?água?. ?Ela criou uma identidade com o consumidor ao mostrar que água não é tudo igual?, diz Adalberto Viviani, especialista no mercado de bebidas da consultoria Concept. Passados quatro anos do lançamento da Bonafont, a Minalba decidiu se mexer.
A empresa está investindo R$ 25 milhões em campanhas publicitárias em revistas femininas e em pontos de venda. Desde o início do ano, a fabricante montou uma operação de guerra em São Paulo para treinar vendedores e estreitar relacionamento com atacadistas. Fernandes, que mora em Fortaleza, teve de se mudar para a capital paulista por cinco meses para comandar a operação. ?Em 12 meses, conseguimos dobrar a carteira de clientes em São Paulo e aos poucos estamos nos recuperando na região.? Mas por que a Minalba não chegou primeiro à fonte, como diz o ditado? Segundo Fernandes, porque a empresa queria aumentar a capacidade produtiva antes de alardear as qualidades de seu produto, correndo o risco de não ter como atender a demanda. No ano passado, a empresa concluiu a expansão de sua planta em Campos do Jordão (SP). A capacidade foi ampliada em 35%.
As informações são do jornal O Estado de S.Paulo
Parceria incentivar o consumo de água mineral com marcas de clubes de futebol
O Figueirense inseriu mais um item na vasta lista de produtos licenciados que atende à maior torcida catarinense. Ontem, a Associação Catarinense de Supermercados (Acats) firmou parceria com a empresa Golstore, detentora dos direitos de licenciamento de produtos de clubes de futebol, para divulgação e apresentação aos supermercados catarinenses de água mineral em vários formatos com embalagens personalizadas de times de futebol. Além do Figueirense, licenciaram o produto os catarinenses Avaí e Criciúma e os gaúchos Grêmio e Internacional, cujas marcas estão disponíveis para comercialização em vários formatos de embalagens.

Representando o Figueirense, o vice-presidente Dario Ferreira da Silva prestou uma homenagem aos 40 anos da ACATS, entregando uma camisa alvinegra com o número 40, ao presidente daquela entidade, Atanazio dos Santos Netto.

O produto
A Golstore é a fornecedora aos supermercados associados ou não associados da ACATS de água mineral com marcas de times de futebol. A parceria integra o projeto de Responsabilidade Social da Associação Catarinense de Supermercados e de todo o segmento supermercadista, sendo que parte dos recursos decorrentes da comercialização dos produtos nos supermercados será destinada à Associação de Reabilitação da Criança Deficiente (ARCD).
A parceria firmada pela ACATS com os clubes de futebol vai de encontro a um dos novos pressupostos de atuação da entidade, focada na Responsabilidade Social, pois significa a união e os esforços de vários setores, tudo canalizado para o apoio ao trabalho da ARCD.
O produto já está à disposição dos consumidores nos supermercados, com garrafas de 500ml e 1,5 litro de água mineral com ou sem gás.
Representando o Figueirense, o vice-presidente Dario Ferreira da Silva prestou uma homenagem aos 40 anos da ACATS, entregando uma camisa alvinegra com o número 40, ao presidente daquela entidade, Atanazio dos Santos Netto.
O produto
A Golstore é a fornecedora aos supermercados associados ou não associados da ACATS de água mineral com marcas de times de futebol. A parceria integra o projeto de Responsabilidade Social da Associação Catarinense de Supermercados e de todo o segmento supermercadista, sendo que parte dos recursos decorrentes da comercialização dos produtos nos supermercados será destinada à Associação de Reabilitação da Criança Deficiente (ARCD).
A parceria firmada pela ACATS com os clubes de futebol vai de encontro a um dos novos pressupostos de atuação da entidade, focada na Responsabilidade Social, pois significa a união e os esforços de vários setores, tudo canalizado para o apoio ao trabalho da ARCD.
O produto já está à disposição dos consumidores nos supermercados, com garrafas de 500ml e 1,5 litro de água mineral com ou sem gás.
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Fruki pretende ter a água mais consumida do RS em cinco anos
A Fruki foi a única empresa do Rio Grande do Sul a receber troféu ouro no Programa Gaúcho de Qualidade (PGQP) em 2011. A empresa ainda foi apontada como o nono melhor ambiente de trabalho no Estado. Conforme o diretor-presidente, Nelson Eggers, a empresa levou oito anos para chegar nesse patamar. Para 2012, uma das metas é diminuir gastos com água e energia elétrica. A ideia é não ultrapassar o consumo de 0,058 quilowatts de energia elétrica e 1,48 litro de água por litro de bebida produzido.
A Fruki pretende crescer 14% em faturamento e 8% em volume, o que representa 200 milhões de litros de bebida. O refrigerante produzido em Lajeado representa 13% do mercado gaúcho, a água 18% e o consumo de energético se aproxima de 50%. A projeção de Eggers é de que, em 2016, o refrigerante da Fruki seja o segundo mais consumido no Estado e, em cinco anos, a Água da Pedra seja a primeira do ranking de consumo de água mineral.
Estão nos planos da empresa lajeadense a construção do centro de distribuição em Canoas, num terreno de 40 mil metros quadrados. Serão 15 mil metros quadrados de área construída e um estacionamento que comportará 200 caminhões. A planta para um novo projeto está andamento. Neste final de semana, Eggers viaja para a Europa a fim de conhecer fornecedores de matérias primas e outras plantas.
sábado, 28 de abril de 2012
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Fruki anuncia nova fábrica em setembro
Diretoria recebeu mais de 30 propostas para abrigar indústria de chás e energéticos
O diretor-presidente da Fruki, Nelson Eggers, está sem pressa para definir onde será instalada a fábrica de chás, sucos e energéticos. A empresa analisa a proposta de 30 municípios interessados na nova planta. Ele descarta fazer o anúncio antes de setembro.
Eggers aguarda um levantamento elaborado pelo governo estadual sobre os índices de incentivos como o Fundopem e Integrar/RS que cada município pode conceder. Estes benefícios são essenciais para a empresa decidir onde será feito o investimento de R$ 30 milhões.
Os dois prefeitos estão confiantes quanto à decisão de Eggers. Ambos ofereceram área de 20 hectares, próxima da BR-386, abastecimentos de energia elétrica e de água suficientes para atender a demanda. A diferença está na distância com Porto Alegre e o incentivo fiscal.
O prefeito de Fontoura Xavier, José Godoy da Rosa, tenta seduzir o empresário pelos incentivos fiscais. O município tem direito a conceder 80% do Fundopem/Integrar, por estar em uma das regiões com baixo índice de desenvolvimento estadual.
Acrescenta que investiu R$ 1 milhão para construir um distrito industrial e garante que tem empresas interessadas em se instalar no município caso o investimento da Fruki se concretize. A negociação com a empresa começou em fevereiro e tem o apoio dos prefeitos de Arvorezinha, Pouso Novo, São José do Herval e de Espumoso.
Elemar Rui Dickel, prefeito de Paverama, tenta sensibilizar Eggers de outra maneira, pois o incentivo por meio do Fundopem é baixo em relação ao da concorrente: 44%. Acredita que a proximidade com a capital – cerca de cem quilômetros de distância – pode facilitar o escoamento da produção para o restante do estado. Para ele, a duplicação pode servir como incentivo.
Outro fator apontado por Dickel para atrair o investimento é a origem de Eggers. O empresário nasceu em Paverama, e o prefeito espera que isso sensibilize a investir no município – um dos menos desenvolvidos do Vale do Taquari.
Nova fábrica
Em 2012, a empresa criará uma nova linha de produtos que será lançada no ano seguinte. Entre eles, sucos de frutas, chás, energéticos e bebidas à base de soja. O empreendimento será composto de ilhas de produção que no primeiro momento empregarão cerca de 50 pessoas.
terça-feira, 17 de abril de 2012
MT pode ter sistema para entrega de garrafões de água mineral em hospitais
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Diretor da Fruki analisa área de terra em Taquari
Em Taquari, foram observados a capacidade de abastecimento de água e acessos. É importante também para o negócio que o local atenda todas as exigências ambientais, esteja servido por energia elétrica, comunicação (telefone e Internet). Eggers também espera incentivos fiscais do município e do Estado. Conforme a assessoria de comunicação da Prefeitura, o empresário considerou a área ofertada satisfatória e a proposta de Taquari será analisada pelo grupo. Ainda, segundo a assessoria, Lautert está ansioso por uma resposta oficial da empresa e que fará todos os esforços necessários para que Taquari seja contemplada com os investimentos. A assessoria de comunicação da Fruki anunciou que não há novidades sobre o assunto para serem divulgadas.
Nova fábrica
A nova planta industrial da Fruki produzirá sucos, chás, bebidas vitaminadas, energéticos e bebidas à base de soja. O valor estimado de investimento é de R$ 30 milhões, com a geração de 44 empregos, inicialmente. O projeto da nova fábrica atende aos princípios traçados pela empresa lajeadense que, em 2012, completa 88 anos. Conforme Eggers, a Fruki tem, atualmente, 44 produtos no mercado gaúcho. A empresa tem capacidade produtora de 300 milhões de litros por ano e detém 12,5% do mercado de refrigerantes no Rio Grande do Sul, ocupando o terceiro lugar no ranking do Estado.
Fonte: www.ofatonovo.com.br
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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Fruki bate recorde de produção
A Indústria de Bebidas Fruki fechou as contas de 2011 com saldo positivo. A maior empresa regional do setor de refrigerantes do Estado registrou crescimento de 17,6% no faturamento, se comparado com 2010. O diretor-presidente da empresa, Nelson Eggers, disse que a meta de crescimento era de 14%. "Os números mostram que alcançamos um faturamento recorde", afirmou.
A produção de bebidas alcançou 175 milhões de litros de refrigerantes, suplementos energéticos e água mineral. A meta de crescimento era de 8%, que foi superada em 0,4%. O maior acréscimo foi verificado no setor de água mineral. Outro número positivo refere-se às horas de treinamento por funcionário. Cada um dos 700 trabalhadores da empresa participou de 39,10 horas de aperfeiçoamento profissional. "Por causa dos bons resultados, parte do lucro apurado em 2011 será dividido com nossa equipe", enfatizou. A empresa vai pagar 1,25 salário extra a cada funcionário no Programa de Participação nos Resultados. No quesito sustentabilidade, a Fruki alcançou a meta de não ultrapassar o consumo de 1,53 litro de água para produzir um litro de bebida - foi utilizado 1,49 litro de água por litro de bebida. Para 2012, o desafio será definir o município que receberá a nova planta industrial para a produção de sucos, chás, bebidas vitaminadas, energéticos e derivados de soja. O investimento, de R$ 30 milhões, já foi aprovado. "Vamos decidir levando em conta critérios técnicos, de logística e acesso rodoviário", disse. Fonte: Correio do Povo |
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Verão Incrível FRUKI
Já está valendo a campanha do Verão Incrível FRUKI! A promoção, de abrangência estadual, tem duas modalidades de concursos culturais.
Em ambas o prêmio é nada mais, nada menos que um ano de FRUKI grátis!!!
No PDV os consumidores poderão participar ao criar uma frase que relate seu verão incrível. As urnas, os regulamentos e cupons estão disponíveis nos supermercados participantes.
Na Internet utilizamos o Facebook como principal ferramenta de divulgação. Na Fan Page Fruki Guaraná o concurso é fotográfico. Os 10 autores das fotos que retratam um Verão Incrível que forem mais “curtidas” serão os vencedores.
Entre os materiais que desenvolvemos para divulgação da campanha nos PDVs estão cartazes, móbiles, displays, stoppers, gargaleiras e topos de ilha.
Fonte: Blo do Atitude
Garibaldi quer atrair Bebidas Fruki
Prefeitura apresenta propostas para instalação da fábrica no município
A Empresa de Bebidas Fruki SA está voltada a ampliar sua área de produção e busca na Região uma área de terras para execução desse projeto. O Secretário de Planejamento e Indústria e Comércio de Garibaldi, Carlos Mânica, esteve na semana passada visitando o Diretor Presidente da Fruki SA, Nelson Eggers, que recebeu um "dôssier" com 44 páginas contendo todas as vantagens que o município oferecer, além de uma área de terras com água potável, ponto primordial das necessidades para a definição desse objetivo e de se localizar próxima a Rodovia Rota do Sol.
O secretário Carlos Mânica confirmou a presença do empresário Nelson Eggers em Garibaldi tão logo o mesmo voltar de viagem programada para a Europa afim de conversar diretamente com o prefeito Cirano Cisilotto.
Em recente pronunciamento, o empresário Eggers disse que a empresa exporta pouco no momento, mas para 2012 contruirá prédio em Canoas para melhor distribuição, numa área de 12 mil metros quadrados e que busca essa área para ampliar e diversificar a linha de produção com sucos, chás, energéticos e bebidas à base de soja. Para 2013 deverá também ampliar a fábrica sede de Lajeado. A Fruki representa 13 % da produção de bebidas no Estado do Rio Grande do Sul, pretendendo
atingir 21% em breve.
O secretário Carlos Mânica confirmou a presença do empresário Nelson Eggers em Garibaldi tão logo o mesmo voltar de viagem programada para a Europa afim de conversar diretamente com o prefeito Cirano Cisilotto.
Em recente pronunciamento, o empresário Eggers disse que a empresa exporta pouco no momento, mas para 2012 contruirá prédio em Canoas para melhor distribuição, numa área de 12 mil metros quadrados e que busca essa área para ampliar e diversificar a linha de produção com sucos, chás, energéticos e bebidas à base de soja. Para 2013 deverá também ampliar a fábrica sede de Lajeado. A Fruki representa 13 % da produção de bebidas no Estado do Rio Grande do Sul, pretendendo
atingir 21% em breve.
Fonte: Benito Rosa/RSCOM/Garibaldi
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