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quinta-feira, 23 de junho de 2016

NOTA DE ESCLARECIMENTO SOBRE A ÁGUA DO CAMPO

         A ADAM-RS (Associação dos Distribuidores de Água Mineral do RS) vem por meio desta informar a seus distribuidores que: Mesmo a Água do Campo não tendo atendido as ligações realizadas pela entidade solicitamos que efetuem a troca da água mineral por outra marca ou devolvam o dinheiro a seus respectivos clientes. Esta também é uma recomendação do Procon.
        Também gostaríamos de informar que tal noticia pegou a todos de surpresa e como revendedores também somos vitimas dessa situação. As noticias veiculadas em todos os meios de comunicação nos entristecem e nos deixam com mais responsabilidade perante nosso público consumidor.
Adam RS

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Tributação e burocracia prejudicam produção de água mineral, dizem representantes do setor


Paulo Sérgio Vasco 


Jefferson Rudy/Agência Senado




As mudanças constantes na legislação, a carga tributária excessiva e a complexidade de normas e decretos do governo ameaçam a exploração de água mineral no país. O alerta foi feito nesta terça-feira (16) por representantes do setor em audiência pública interativa na Subcomissão Permanente de Acompanhamento do Setor de Mineração.

Atualmente, a água mineral é mais tributada que os refrigerantes e as bebidas açucaradas, que causam danos à saúde mas pagam bem menos impostos ao governo, disse o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Águas Minerais (Abinam), Carlos Alberto Lancia.

- É um absurdo que precisamos corrigir. Não tem sentido pagarmos mais imposto que refrigerante e cerveja. Nós não somos bebidas frias, nós somos alimentos. Os estados cobram até 19% de ICMS. Na Europa, o máximo que se fala é 7%. Não podemos continuar pagando carga tributária maior. Pagamos, em termos percentuais, mais que o petróleo. A água mineral não pode pagar tributo de bebidas – afirmou.

Em relação à legislação atual, Lancia defendeu o Código de Águas Minerais e que este seja incorporado ao novo marco regulatório da mineração, em discussão no Congresso Nacional. O presidente da Abinam destacou que as fontes de água mineral, além de preservar mananciais existentes, favorecem os municípios, que recebem a maior parte (65%) da compensação financeira sobre produtos minerais (Cefem), paga pelos produtores, com alíquota de 2%.

- Proporcionalmente, a água mineral paga mais royalties que o petróleo. O DNPM [Departamento Nacional de Produção Mineral] continua cobrando Cefem sobre a embalagem. Só nos resta o caminho da Justiça, que vai prevalecer. Não tem sentido pagar Cefem duas vezes, é um absurdo que precisamos corrigir – afirmou.
Recurso mineral

Presidente do Núcleo Bahia da Associação Brasileira de Águas Subterrâneas (Abas), Zoltan Rodrigues explicou que a água mineral é um bem mineral como o ouro e o diamante, embora apresente característica renovável, ao contrario dos demais. Zoltan informou que as principais lavras concentram-se no sudeste do país, e criticou o excesso de burocracia a que está sujeito o setor.

- A partir de 1988, as águas minerais passaram a ser recursos hídricos. Uma portaria de 2009 do DNPM diz que, na aplicação das normas, é necessário observar o Código de Águas Minerais, o Código de Mineração, as resoluções da diretoria colegiada e portarias da Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] e do Ministério da Saúde, e resoluções do Conselho Nacional de Recursos Hídricos - disse.

Zoltan observa que há espaço para o crescimento da água mineral no Brasil, visto o maior controle de qualidade e o consumo crescente. Ele observa ainda que o potencial brasileiro na questão mineral ainda é um “grande desconhecido”, embora todos os estudos atuais indiquem potencial acima do esperado. Em breve, afirmou Zoltan, “os aquíferos da Amazônia vão ter nome, e vão ser os maiores do mundo”.

Vice-presidente da Associação Goiana das Indústrias de Água Mineral (Aginam), Celso Cordeiro de Rezende lamentou que o setor de água mineral seja regulamentado por quatro ministérios. Ele também apontou dificuldades que impedem o empresariado de seguir um plano estratégico de investimentos.

- Temos gana de investir, mas estamos perdidos nessa complexidade de normas, decretos, ministérios e secretarias. É preciso simplificar o dia a dia do empresário, que está com gana de investir no setor, que gera empregos no Brasil, que pode se tornar grande exportador de água mineral. Há 26 indústrias cadastradas em Goiás, em atuação são 18. Algumas já fecharam. É uma indústria maravilhosa, não contamina, protege a natureza, gera emprego, mas está perdida com uma série de legislações. Os custos são dispendiosos, é uma pena – afirmou.

Diretor vice-presidente da Associação das Empresas Mineradoras das Águas Termais de Goiás (Amat), Fábio Floriano Haesbaert apontou o potencial produtivo do Paraná, São Paulo, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, entre outros estados brasileiros. Ele também defendeu emenda apresentada pela deputada Magda Mofatto (PR-GO) ao novo marco regulatório da mineração, que diferencia a água mineral da água utilizada para fins balneários.
Exploração

Presidente da subcomissão, o senador Wilder Morais (PP-GO) observou que o governo “tem ajudado a atrapalhar” os empresários que atuam na produção de água mineral. Ele disse que há mais de mil lavras concedidas, e que a produção de água mineral atinge sete bilhões de litros anuais, o que põe o Brasil entre os grandes produtores mundiais.

- O Brasil é o quarto maior mercado consumidor de água mineral do planeta, mas a média per capita é relativamente baixa. Em 2013, os brasileiros tomaram em média pouco mais de 90 litros de água mineral por ano, enquanto no México o consumo ultrapassa 250 litros por habitante. Em Goiás, temos águas termais em quase um terço dos 340 mil quilômetros quadrados do território goiano. Mais de 50 municípios goianos têm água quente – afirmou.

O senador Helio José (PMB-DF) defendeu a exploração adequada de água mineral. No entender do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), o governo federal age no sentido de dificultar os investimentos. Por sua vez, a deputada Magda Mofatto disse que é preciso simplificar a legislação para não dificultar a exploração e o uso das águas. As mensagens encaminhadas pelos internautas abordaram a defesa dos mananciais e a recuperação de áreas prejudicadas pela exploração inadequada. A Subcomissão Permanente de Acompanhamento do Setor de Mineração funciona no âmbito da Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI).

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Empresa gaúcha investe em água mineral no interior do Estado


Formada por jovens empreendedores, a Bamboo envasa água rica em silício, proveniente de nascente localizada em Antônio Prado

Junior Matzenbacher (25), diretor de operações, e Elias Riva (28), diretor executivo da Água Mineral BambooFoto: Rodrigo Lermen / Divulgação


Em tempos de escassez de água mineral, investimentos no segmento têm se mostrado ótimas oportunidades para a indústria. Descobrir uma fonte, nos dias de hoje, então, nem se fala. Direto de Antônio Prado, Elias Riva, 28 anos, está atento ao negócio. O jovem empresário é o nome à frente da Água Mineral Bamboo, marca gaúcha há seis meses no mercado que é produzida no interior de sua cidade natal.


A família Riva levantou a Hidromineradora São Roque, responsável por envasar o produto, quando um antigo morador da região percebeu que a água que nascia no topo da montanha tinha alta concentração de silício. O resultado é um produto que auxilia na produção de colágeno – recomendado para quem tem unhas e cabelos fracos, por exemplo.


– A Bamboo é formada por pessoas jovens e empreendedoras. Em um setor cada vez mais dominado por grandes multinacionais, somos uma empresa de porte pequeno, estabelecida por investidores locais, que está se expandindo rapidamente – salienta Riva.

A intenção é que já no início de 2016 a empresa esteja atuando por todo o Estado.

Fonte: Zero Hora

http://zh.clicrbs.com.br/rs/opiniao/colunistas/fernanda-pandolfi/noticia/2015/12/empresa-gaucha-investe-em-agua-mineral-no-interior-do-estado-4941278.html

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Água mineral Extaler utiliza, pela primeira vez, embalagem combidome de 500 ml


 A garrafa cartonada inovadora da SIG Combibloc alia conveniência e design


 A empresa alemã riha Weser Gold Getränke GmbH & Co. KG é a primeira do mundo a utilizar a embalagem combidome, garrafa cartonada produzida pela SIG Combibloc, de 500ml, para sua água mineral Extaler. Por seu formato e conveniência, a embalagem é ideal para produtos destinados ao consumo em movimento (‘on the go’).Segundo Margarita Maier, gerente de Lançamento de Produtos da SIG Combibloc para a Europa, “A conveniência permanece como um dos principais quesitos dos consumidores para embalagens de alimentos. Além de proteger o produto, a embalagem precisa ser fácil de usar, segura e contribuir para a sustentabilidade ambiental. Estes são itens cada vez mais importantes globalmente à medida que mais pessoas consomem em movimento, seja no trabalho ou no lazer”.


O comportamento das pessoas impacta em seus hábitos de consumo. Elas preferem os produtos ‘on the go’ porque o sabor é bom, eles são saudáveis e nutritivos e não dão ao consumidor a sensação de que estão comendo junk food. E a embalagem ajuda a apresentar estes produtos e reforçar estes atributos. No caso da garrafa cartonada combidome, ela é ideal para consumir o produto diretamente da embalagem, já que sua tampa de rosca de 28 mm, de ação única, está posicionada no centro do topo da embalagem, criando um ângulo perfeito para beber.


As quatro faces laterais da embalagem e o topo em formato de domo, feitos de papel cartão, podem ser totalmente impressos e usados para transmitir a mensagem do produto/marca. Isto amplia as possibilidades de comunicação para os fabricantes de bebidas atraírem a atenção dos consumidores.


Flexibilidade sempre


Uma mesma máquina combidome pode ser usada para envasar diversos volumes: 1.000, 750 e 500 ml. A mudança de volumes leva apenas alguns minutos, possibilitando que os fabricantes posicionem os produtos em quantidades adequadas ao público-alvo. Além da flexibilidade dos volumes, a máquina de envase combidome, que atinge uma velocidade de até 12 mil garrafas cartonadas por hora, também oferece flexibilidade de design e de produto. A mudança de design pode ser feita sem interromper o processo produtivo e sem perdas; basta trocar as embalagens (sleeves) do magazine de alimentação da máquina. Já a flexibilidade de produtos da máquina combidome permite criar conceitos modernos, com diferentes níveis de viscosidade, alinhados às tendências de consumo.


Margarita Maier sintetiza: “Acreditamos que a combidome 500 ml seja o volume ideal para produtos de consumo ‘on-the-go’; sejam eles bebidas matinais, produtos orgânicos premium, smoothies, energéticos ou produtos para grupos específicos de consumidores, como as bebidas saudáveis para mulheres na Melhor Idade. Todos podem ser envasados de forma eficiente e com forte apelo mercadológico”.


Sobre a SIG Combibloc


A SIG Combibloc é uma das principais fornecedoras mundiais de embalagens cartonadas e máquinas de envase para alimentos e bebidas. Em 2014, a empresa alcançou um faturamento de € 1,62 bilhão. São cerca de 5 mil funcionários atuando em 40 países

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Vem aí nova Fonte de Água Mineral... CASA DA PEDRA

bem-vindos
           Olá Pessoal, para encerrar o ano vamos deixar essa boa nova... Mais um indústria de Água surgindo na Serra Gaúcha no nosso Estado e que sejam bem vindos.
o nome... ÁGUA MINERAL CASA DA PEDRA

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

A "Desidratação" do setor de Água Mineral

          
                Há 20 anos o setor de Água Mineral mostrava seus primeiros sinais de farto crescimento. Algumas poucas indústrias dominavam, por inteiro, a distribuição e comercialização do produto no RS. A qualidade da água entregue pelo poder público sem dúvida era melhor nessa época, mas a procura pela evidente qualidade superior das águas minerais do RS eram crescentes dia a dia...          

        Cientes da qualidade da água mineral no RS os empresários começaram uma busca frenética pela legalização de novos poços e novas indústrias. Plantas industriais surgiram em todo canto do nosso estado e assim surgiram o que temos hoje, ou seja, inúmeras fontes envazadoras de água mineral buscando um lugar ao sol literalmente... Fazendo uma rápida observação verificamos que surgiu mais capacidade de produção que capacidade de consumo residencial, pois este é o foco de quase todas as indústrias que surgiram no nosso estado. O mercado passa a contar com aproximadamente 30 indústrias em pouco mais de 20 anos e um número maior ainda de marcas que por sua vez começaram um disputa ferrenha no mercado gaúcho . O monopólio deixa de existir e o mercado de água mineral se fragmenta de forma assustadora.     
         
        Quem agradece é o consumidor, que passa a contar com muitas marcas com características fisico-quimicas bem diferentes uma das outras . O consumidor agradece, porém perde a referência dos produtos dando, a nítida impressão que água mineral é tudo igual, e isso temos a absoluta certeza que não é. O consumidor tem a possibilidade hoje de escolher a água que melhor lhe cabe no paladar e no bolso, mas ainda não as conhece e nem sabe onde encontrá-las.                   

        O mais interessante de se observar nesse processo é que o mercado dividido fez aumentar o preço do produto onde geralmente aconteceria o contrario. Claro , vamos levar em conta a fome exagerada do poder público na arrecadação de tributos, inclusive deste setor. mas também vamos levar em conta o alto custo de produção e transporte deste produto que muitas vezes não conta com politica reversa de transporte. Incrivelmente as fontes vendem menos hoje do que vendiam a 15 anos atrás.          

        Vamos pensar que uma coisa puxa a outra e vamos transpor esta realidade para as distribuidoras, que estão cada vez menores e mais espalhadas... e num processo absolutamente natural acabaram os grandes atacadistas do setor , e não se vê que voltarão tão logo. Os atacadistas foram exprimidos pela logística própria de algumas indústrias, e as que não fizeram estão a caminho de fazê-lo sob pena de ter seu mercado tomado pela agilidade do concorrente. As indústrias precisam obter o controle do produto do início ao fim e isso se dá através de uma logística que começa na indústria e passa pela distribuidora , sem a necessidade do atacadista, que visivelmente inflaciona o preço do produto e ao longo do tempo acaba reduzindo a venda da própria indústria que representa. Muitos já fazem o caminho oposto, apostando em centrais de distribuição exclusiva novamente, numa tentativa de fidelizar mais seu distribuidor e porque não dizer, seu cliente            
        
       No que tange as distribuidoras podemos dizer que elas são o reflexo da própria industria: menores e mais espalhadas. O distribuidor está arcando com um alto custo , pois deles dependem quase toda a mídia que existe no setor, salvo raras exceções. Partem das distribuidoras também boa parte da distribuição do produto em residencias, comércios e órgãos públicos. Não podemos deixar de mencionar a alta quantia de mão de obra necessária para distribuirmos esse produto que é desajeitado e pesado.          

        O Custo das distribuidoras foram as alturas, bateram no teto e o apoio que os distribuidores recebem das indústrias são quase inexistentes, representamos  um produto no qual o fabricante pouco se importa com quem o distribui. Onde estamos errando ? Onde as fontes estão errando ? mea culpa ?       
      As fontes quando ajudam patrocinam aqui e ali um panfleto, uma camiseta, mas quantos o fazem? Além do produto, que é o fundamental, qual a outra contribuição que as indústrias estão deixando a seus distribuidores ?        

       Como podemos admitir que 60 % das marcas de água mineral que estão nas gondolas dos nossos supermercados não sejam do nosso estado ? Porque as indústrias permitem sisso ? nosso produto não é bom ? Divisas Fiscais ?       Precisamos urgentemente repensar nosso modelo de negócio, precisamos rever nossos conceitos, precisamos inovar... como vamos fazê-lo ? Fica  a pergunta .


Por Leandro Greff (Água Saudável)   

sábado, 3 de outubro de 2015

Investidores garimpam água, a próxima commodity quente



Monica Almeida/The New York Times 
Visão aérea de um campo que pertence a Cadiz Inc., no deserto de Mojave


DO "NEW YORK TIMES"
EM CADIZ, CALIFORNIA03/10/2015 02h00
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Contemplando da janela de um avião turboélice voando alto por sobre o principal ativo de sua companhia —13,6 mil hectares de terras no deserto do Mojave, com bilhões de galões de água fresca aprisionados por sob a areia e a vegetação rasteira—, Scott Slater descreve uma paisagem luxuriante, que vem atraindo investidores experientes há um quarto de século.

Sim, admite Slater, sua empresa, a Cadiz, não ganhou um centavo com a água. Ele admite abertamente que serão necessários pelo menos mais US$ 200 milhões para escavar poços, filtrar a água e transportá-la por 70 quilômetros de deserto em um novo aqueduto antes que o sedento sul da Califórnia possa beber a primeira gota. Mas obter dinheiro, em contraposição a encontrar água, nunca foi problema para a Cadiz.

"Creio que haja muito dinheiro por aí", diz Slater.

Lucros reais podem ser mais escassos que neve na High Sierra, mas Wall Street, como é seu hábito, fareja ganhos enquanto a Califórnia enfrenta sua pior seca em décadas.
Monica Almeida/The New York Times 
Scott S. Slater, presidente executivo da Cadiz Inc.


"Investir no setor de água é uma das grandes oportunidades das próximas décadas", disse Matthew Diserio, da Water Asset Management, empresa que é grande investidora na Cadiz. "A água é o recurso escasso que definirá o século 21, mais ou menos como o petróleo abundante definiu o século passado".

Até agora, porém, essa verdadeira corrida do ouro encontrou só ouro dos tolos. Nos 10 últimos anos, a Cadiz acumulou US$ 185 milhões em prejuízos, e a receita dos limoeiros e vinhedos que ela controla no Mojave mal representa uma garoa: US$ 7,1 milhões de 2005 para cá.

Para desenvolver o projeto, a empresa consome entre US$ 10 milhões e US$ 20 milhões anualmente, pagando por uma batalha interminável em tribunais e salas de conferência em toda a Califórnia a fim de obter licenças fundamentais do governo e cobrir os salários de seus 10 funcionários de tempo integral. A Cadiz gera esse dinheiro tomando empréstimos e realizando emissões regulares de novas ações, o que leva os céticos a imaginar que ela talvez nunca venha a encontrar água, quanto mais lucro.

"É um jogo duro", disse John Dickerson, presidente-executivo da Summit Global Management, uma companhia criada 20 anos atrás em San Diego que investe em empresas de infraestrutura de água, distribuidoras locais de água e em direitos sobre a água, tanto nos Estados Unidos quanto no exterior.

"A Cadiz promoveu esse sonho e por anos Wall Street vem bombeando capital baseado no otimismo quanto à água", ele acrescentou. "Mas agora a questão difícil para eles é onde está a água de verdade, e quando será possível bebê-la?"
Monica Almeida/The New York Times 
Trilhos de trem junto dos quais se planeja a construção de canos com água


Outros empreendimentos de água prometeram mais do que foram capazes de cumprir, pelo menos até agora. Há obstáculos em profusão, a começar por autoridades regulatórias céticas, clientes cautelosos e grupos ambientalistas implacavelmente opostos a esse tipo de projeto.

Alguns projetos estão por fim próximos de render frutos. Perto de San Diego, a Poseidon Water, uma empresa de capital fechado, está a ponto de colocar em ação uma usina de dessalinização que construiu, depois de 15 anos de luta contra processos de grupos ambientais e de espera por licenças conferidas por autoridades cautelosas. A seca, porém, não abrandou a oposição local à entrada de grupos de capital fechado como a Cadiz ou a Poseidon no mercado de água da Califórnia.

De fato, a despeito do medo de que Wall Street esteja lucrando com a seca, até agora o prejuízo ficou principalmente com os investidores na Poseidon. O primeiro retorno sobre o investimento que a empresa planeja oferecer só acontecerá no ano que vem, depois de anos de planejamento. Um projeto semelhante da Poseidon mais ao norte na costa, perto de Huntington Beach, continua atolado no processo de licenciamento.

"Foi necessária mais de uma década de batalha para que a Poseidon conseguisse licenciar seu projeto —uma experiência que não cria investidores felizes", disse Dickerson. "Isso bem pode desencorajar investidores em futuros projetos de dessalinização na Califórnia".

Mas para as pessoas com um horizonte de tempo longo, a água pode um dia se provar um bom investimento.

"A água é sempre considerada como algo automático, mas o acesso confiável a ela já não é garantido", disse Disque Deane Jr. veterano de Wall Street que comanda a Water Asset Management em companhia de Diserio. "Ela será uma categoria de ativos que constará de carteiras de investimento, em companhia de ações de companhias de saúde, de energia ou de imóveis".
Monica Almeida/The New York Times 
Trem passando pelos trilhos onde os canos de água devem ser construídos


A companhia deles agora administra mais de US$ 500 milhões em capital de planos de pensão, fundos nacionais de investimento de outros países e famílias ricas, e seu principal fundo em geral apresenta resultados superiores aos padrões do mercado mundial, desde que foi criado em 2006. Os ativos da Impax Asset Management, uma empresa de Londres cujo foco também é a água, dobraram para US$ 1,8 bilhão nos dois últimos anos.

Embora alguns projetos possam parecer mais audaciosos que outros, os especialistas envolvidos com o negócio insistem em que não há coisa alguma de errado em ganhar dinheiro vendendo água.

"É preciso dinheiro para processar, tratar e mover água, mas agora a água em si está se tornando cada vez mais valiosa no oeste", disse Steve Maxwell, veterano consultor do setor radicado em Boulder, Colorado.

"Não faz diferença que seja uma agência pública ou companhia privada que administre a água: os preços vão subir", ele disse. "Não é por incompetência dos administradores ou cobiça das empresas: é porque a água está acabando".

Muitos investidores estão em busca de maneiras menos arriscadas de ganhar dinheiro com a água. Em lugar de enfrentar batalhas dolorosas sobre os direitos de água ou desenvolver novas fontes de suprimento e enfrentar acusações de que estão lucrando com a seca, investidores como Simon Gottelier, da Impax, estão se concentrando em empresas que fornecem infraestrutura para empresas de água e usuários industriais, e não na água em si.

"Como investidores de longo prazo cujo foco é gerir um fundo que nos permita dormir à noite, somos reticentes quanto a companhias que lidam com direitos de água, porque essa questão pode se tornar muito emocional", disse Gottelier. "Não queremos fazer investimentos em empresas que se tornem alvo de ira dos agricultores ou gerem manchetes".

Para a Impax, isso significa que há apelo em ações como as da Xylem, fabricante de bombas, equipamento de filtragem e suprimentos para tratamento e teste de água. Outros investimentos da Impax incluem fabricantes de membranas de osmose reversa, como as que têm papel central na nova usina de dessalinização da Poseidon, visitada por Gottelier em junho. Ele considera a escassez de água na Califórnia como não só um propulsor de demanda para as empresas de sua carteira mas como incentivo para pessoas e instituições que desejem começar a investir em água mas não em projetos ambiciosos como o da Cadiz.

"Houve um crescimento dramático no apetite real e potencial dos investidores", disse Gottelier.

Boa parte do dinheiro que acorre ao caixa da Impax provém de investidores institucionais da Europa, onde sistemas de água operados com fins lucrativos têm um longo histórico, em contraste com os Estados Unidos.

Tradução de PAULO MIGLIACCI

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Eco Vitta CENTRAL DE DISTRIBUIÇÃO EXCLUSIVA ELAN











Telefone: (51) 3028-0777
E-mail: vendas@aguasecovitta.com.br
Estado: Rio Grande do Sul
Cidade: PORTO ALEGRE
Endereço: Av. Vicente Monteggia, 930
Bairro: Cavalhada

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Venda de garrafões de água dispara com o calor, em Manaus








Da Redação / portal@d24am.com
diferença de preço entre as zonas chega a R$ 3,50 ou 63,3%.Foto: Arlesson Sicsú/Acervo-DA


Os consumidores gastam mais de R$ 100 com a compra de garrafões de 20 litros de água mineral por mês.



Manaus - Com o aumento das temperaturas, moradores de Manaus estão comprando até duas vezes mais garrafões de água mineral, movimentando as vendas de distribuidoras locais. A diferença de preço entre as zonas chega a R$ 3,50 ou 63,3%. Os consumidores gastam mais de R$ 100 com a compra de garrafões de 20 litros de água mineral por mês.

“Quem pedia um (garrafão), agora pede três”. A afirmação do gerente da SL Distribuidora, Wercley Silva, reflete que o calor faz com que os consumidores de água dupliquem o consumo. Há famílias, segundo Silva, que estão pedindo um garrafão de manhã e outro pela tarde, o que não ocorria no período chuvoso.

Durante o período de chuvas, a família de quatro pessoas da dona de casa Raimunda Feitosa utilizava dois garrafões, em uma semana. Com as altas temperaturas, esse consumo cresceu. “Eu gastava dois galões e dava a semana quase toda. Agora é no mínimo quatro e chega até cinco garrafões”, contou. Raimunda paga R$ 7 por garrafão para a distribuidora entregar a água na moradia da dona de casa.

O aumento do custo com água mineral é tão alto que Raimunda já gasta quase a mesma quantia da conta de água. “Estamos pagando mais água para beber que pro consumo mesmo. Já fiz as contas. Minha conta de água dá uns R$ 100 e pouco”, disse a dona de casa. O gasto mensal com água mineral chega a R$ 140 na casa de Raimunda.

A comerciante Nazaré Aparício é outra que aumentou a compra de água mineral, por conta do calor. Por semana, Nazaré comprava quatro garrafões para a família de oito pessoas. Atualmente, o número de garrafões está em sete. “Mais por conta do calor mesmo que estamos comprando mais”, disse a comerciante. Nazaré, que gasta R$ 196 com água mineral por mês.

As vendas estão 40% maiores no período do calor de 2015 em comparação com o período de 2014, segundo o gerente administrativo da Minalar, Mário Alberto Almeida. “Todo ano as vendas do verão são muito maiores que no inverno. Nesse ano está maior ainda que o ano passado”, avaliou Almeida.

De acordo com o gerente-geral da Magistral, Loreni Berlt, as vendas de garrafões cresceram 50%, no período do calor. 

Preço

A maioria das distribuidoras consultadas informou que não houve reajuste recente no preço do garrafão por conta do aumento da demanda pelo calor. Apenas o gerente da SL Distribuidora informou que o preço subiu R$ 0,50, mas motivado pelo gasto com transporte. “Aumentou no início do mês. O motivo do aumento é preço da gasolina, gastamos muito com as motocicletas para entregar”, disse Silva.

Na Minalar, o preço não subiu, segundo Mário Alberto Almeida. Na Magistral, também não houve acréscimos, segundo Loreni Berlt.

sábado, 27 de junho de 2015

Mais um prêmio para o case da ÁGUA DA PEDRA




Porto Alegre/RS – Depois de receber, no início do mês, a premiação no Voto Popular 2015, uma das distinções mais reconhecidas do mercado publicitário brasileiro, realizada pela revista About Magazine, o case da ÁGUA DA PEDRA, com o título Dia Mundial da Água, voltou a obter um grande reconhecimento. Desta vez, a premiação aconteceu durante a 16ª edição do Top of Mídia, promovido pelo Grupo de Mídia do RS.

O prêmio destaca os trabalhos desenvolvidos na área de Mídia, onde criatividade, perspicácia e a técnica são elementos fundamentais para a obtenção de sucesso em grandes desafios. O case da ÁGUA DA PEDRA, criado pela agência e21, foi premiado na categoria Jornal, reconhecendo os formatos diferenciados nos jornais Zero Hora e Metro.

O CASE – Com o desafio de comunicar o posicionamento “Na essência somos água”, da ÁGUA DA PEDRA, a agência e21 escolheu estrategicamente o período do Dia Mundial da Água para o lançamento, optando pelo meio jornal para privilegiar o consumidor mais engajado com a marca. “Aliamos a ÁGUA DA PEDRA a uma causa nobre e que possui total afinidade com o conceito, além de utilizar um meio tradicional de forma diferenciada, optando por formatos de grande impacto em dois títulos de grande relevância: Zero Hora e Jornal Metro”, explica a Diretora de Atendimento da e21, Mara Bussolin.

De Zotti – Assessoria de Imprensa

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Minas Gerais: Água Mineral


FOTO: Fotos: Tião Mourão / VB comunicação

O governo do Estado vai continuar no negócio da água engarrafada. A garantia é do presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig), Marco Antônio Castello Branco. “Vamos fazer uma parceria com gente do setor de bebidas? É uma alternativa? Vamos ser nós mesmos os gestores?”, estuda o dirigente. Castello Branco liberou R$ 2 milhões para a manutenção dos equipamentos, pagou R$ 27 milhões pelos ativos, pelas máquinas que a Copasa comprou e indenizou a estatal para assumir a gestão. A Codemig acredita que a produção pode chegar a 80 mil litros de água mineral por mês. “Mas devemos estar com menos de 10% disso. A fábrica de Araxá só opera dois dias por mês”, conta à coluna. Castello Branco admite que era muito difícil para a Copasa, uma empresa de saneamento, se dedicar a essa operação. “Então, estamos retomando a missão de fazer esse negócio ser autossustentável, que o contribuinte mineiro não tenha que botar dinheiro para cobrir buraco, porque, até o momento, ela só deu prejuízo”, critica. De 2007 até o momento, a Copasa fez um aporte de R$ 100 milhões, e, a maior parte disso foi perdida. “Ela estava dando R$ 8 milhões em prejuízo por ano”, calcula. “Vamos dar uma nova feição às águas minerais das jazidas em Lambari, Caxambu, Cambuquira e Araxá”, conta o dirigente da Codemig, uma das empresas patrocinadoras do Sexto Conexão Empresarial Araxá.

Licenças ambientais

O presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Adalclever Lopes, disse à coluna que conseguir licenças ambientais virou uma burocracia e que o Estado perde muito investimento com isso. “Por isso, chegou à Assembleia Legislativa uma lei para desburocratizar o meio ambiente e as licenças”, contou. Para Lopes, Minas passa por uma grande fase de investimentos. “O Walmart está investindo entre a região do Triângulo Mineiro e um centro de distribuição em Betim, na região metropolitana, R$ 1 bilhão”. O chefe do Legislativo também contou que a Suíça está fazendo um grande investimento no Estado, além do aeroporto de Confins. “São empresas que serão instaladas no entorno do aeroporto, e tudo isso estava dependendo de licenças”, afirmou.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Afonso Ritter: Água Mineral

Água mineral

        Quem está faturando muito bem com o calor deste verão são os vendedores de água mineral. Mas isso ocorreu também no verão passado, fazendo com que a Fruki crescesse 43% nesta área em 2014. A propósito, a empresa está comprando 1 mil novas geladeiras, os Visa Coolers, para seus pontos de venda, além de novos carros, caminhões e motos.


Fonte: Jornal do C omércio on line

Empresa brasileira vai vender garrafa com água retirada do ar da Amazônia por R$ 20






Água é produzida a partir de geradores, que condensam umidade do ar da floresta
Garrafinha de 250 ml da Ô Amazon Air Water custará € 6,5 (cerca de R$ 20)
Estadão Conteúdo

O 'raio gourmetizador', como brincam os usuários das redes sociais com a moda dos produtos cercados por cuidados mercadológicos, terá a partir de março uma pequena, mas já ilustre participante: uma marca de água mineral retirada não de debaixo da terra, mas da atmosfera da floresta amazônica. A Ô Amazon Air Water, de 250 ml, terá preço sugerido de aproximadamente 20 reais, ou para ser preciso, 6,5 euros.


Isso porque 95% da produção terá como destino o mercado europeu, onde será distribuído para 200 pontos de venda de luxo, como o hotel Four Seasons de Lisboa. Os 5% restantes serão reservados para o consumidor brasileiro, vendidos em um e-commerce da marca e por uma flagship store, ou loja conceito, prevista para ser anunciada em julho e, certamente, ocupando um endereço chique da cidade de São Paulo, como o Jardim Europa, por exemplo.

Um grupo formado por quatro empresários brasileiros é responsável pela ideia. Já experimentados no empreendedorismo, eles aportaram 20 milhões de reais na empresa A2BR, que abriga a marca Ô Amazon. Outros 10 milhões de reais estão previstos para os próximos 12 meses, dinheiro destinado para o início da produção (na segunda quinzena de março), estratégias de marketing e comunicação, além do subsídio ao mercado na primeira leva a ser exportada.



"Nossa estratégia de abordagem de mercado é financiar a primeira compra do nosso cliente", diz o sócio Cal Junior, que em dez anos estima um retorno de 100 milhões em lucros. "A ideia por trás dessa estratégia é selecionar nossos revendedores", acrescenta.



Instalados em uma casa com perfil de sede de startup na cidade de São Paulo, os quatro empresários mantêm um parque fabril de 1,75 milhão de metros quadrados às margens do Rio Negro, na Amazônia. É lá, no espaço concedido por 30 anos pela prefeitura de Barcelos, que eles instalaram duas máquinas que se parecem com grandes geradores de eletricidade, e que serão responsáveis por condensar a umidade do ar da floresta, fazendo a água passar por filtros e equipamentos de mineralização.

Potencial

O processo é similar ao do aparelho de ar-condicionado, que desumidifica o ar e, em seguida, devolve o ar refrigerado, eliminando a água. Nesse caso, como o objetivo não é a climatização do ambiente, e sim gerar água potável, todo o potencial da máquina está voltado para o desempenho de condensação e posteriores filtragem, mineralização e engarrafamento. Uma simples máquina, feita com exclusividade na China, é capaz de produzir 5 mil litros de água por dia.

"As pessoas nos perguntam qual será o impacto da produção na Amazônia e eu digo que é zero. É como tirar um copo de água de uma piscina olímpica, sendo que durante a noite, a natureza trata de restituir a perda", afirma o sócio e diretor financeiro do negócio, Ricardo Rozgrin. "Vai ser a água de luxo mais exclusiva do mundo", diz Cal Júnior, outro sócio.


Com embalagem de vidro e uma tampa com resina de amido de milho, repleta de sementes, a proposta é que o cliente depois plante a tampa e compartilhe a informação com a marca e demais consumidores por meio de um aplicativo para smartphones. "Nosso projeto é totalmente sustentável, da embalagem de vidro à energia elétrica da fábrica, 100% solar", afirma Cal.

Fonte:Estadao

CHINA: Água mineral do Tibet pode ser novo pilar econômico da região


         A Região Autônoma do Tibet, sudoeste da China, identificou seus recursos de água doce como um novo pilar de crescimento econômico sustentável com o potencial de ajudar a reduzir a pobreza e impulsionar o desenvolvimento industrial local.

       No planalto mais alto do mundo, o Tibet é chamado a Torre de Água da Ásia, e muitos grandes rios do mundo passam pelo Planalto Tibetano. Diferentemente do restante do país, lutando contra a falta de água e deterioração do ambiente, o Tibet tem um ambiente prístino e grande reserva de água doce.

        Segundo fontes da sessão anual da Assembleia Popular Regional, em andamento, a região explorou 28 fontes de água mineral e contabilizou 190 milhões de toneladas de reservas de água.

       Na cerimônia de abertura da assembleia regional, no domingo, Losang Jamcan, presidente do governo regional do Tibet, disse que este produziu 300 mil toneladas de água engarrafada em 2014 e que o setor é um motor importante para o crescimento econômico.

       Até agora, a região tem 30 linhas de produção da água mineral e uma capacidade anual de produzir 2 milhões de toneladas ao todo, segundo o vice-diretor do Departamento da Indústria e Informatização do Tibet, Qiu Chuan.

       Os principais produtores de água engarrafada, incluindo Nongfu Spring e Bright Food Group, assinaram 16 acordos de cooperação com o governo regional sobre desenvolvimento de água mineral, prometendo um investimento de 3,6 bilhões de yuans (US$ 579 milhões).

        O governo regional visa impulsionar o valor de indústria para 40 bilhões de yuans até 2019.

Por Xinhua

Água mineral lidera ranking de vendas no primeiro bimestre de 2011



Destinação Correta

 
No caso das embalagens de PET, o volume total reciclado em 2011 avançou 4,25% em relação a 2010, quando 55% das embalagens feitas do material foram reaproveitadas. O crescimento registrado na produção brasileira de novas embalagens de PET foi de 2% no mesmo período. Movimentando R$ 1,2 bilhão, o negócio de reciclagem responde por mais de um terço de todo o faturamento da indústria do PET no Brasil.

“Apesar das dificuldades em relação à coleta seletiva, o trabalho da indústria de gerar demanda para o PET reciclado contribui fortemente para o desenvolvimento da atividade”, afirma o presidente da Abipet, Auri Marçon.


O mercado têxtil continua sendo o principal destino de todo PET reciclado no Brasil. O setor responde pelo uso de aproximadamente 40% de todo o material. O segundo lugar, com 18% cada um, é dividido entre os setores de embalagens e o de aplicações químicas. “A indústria têxtil continua sendo a grande aposta. Mas chama atenção o fantástico crescimento da utilização do PET reciclado na fabricação de outras embalagens. Chamada de bottle-to-bottle, essa aplicação teve vários projetos lançados nos últimos dois anos”, destaca Marçon.


Na indústria têxtil, o uso de PET reciclado começou no segmento corporativo, principalmente em uniformes de empresas. Mas agora alcança grandes grifes, que se renderam às propriedades da fibra. Duas garrafas de dois litros de PET reciclado são suficientes para produzir uma camiseta. Quatro dão para uma calça comprida. Atenta ao nicho de mercado dos consumidores ecologicamente corretos e também às propriedades do fio de poliéster produzido a partir dessas embalagens, a Hering tem um grupo de produtos de malhas composto por PET reciclado. Marcas como Oskler, Brookfield e a Mizuno também se renderam a esse tipo de fibra.


Geralmente associado ao algodão, o fio de poliéster confere estabilidade dimensional ao tecido, impedindo encolha ou entorte, além de solidez na cor, resistência e durabilidade com mais qualidade durante muito tempo. O uso desse tipo de poliéster também diminui a gramatura do tecido, porque o fio fica mais fino, tornando-o mais desencorpado. O resultado é um tecido mais suave, mais leve.


Ideal para pijamas e na moda íntima, o PET reciclado está chegando ao universo masculino. A D’Uomo, uma das maiores fabricantes de cuecas brasileiras, está lançando um modelo feito com poliéster originário de garrafas PET recicladas.


As aplicações do PET reciclado também crescem na indústria de calçados. A maioria dos tênis e sapatos traz em sua estrutura uma espécie de tela, um não-tecido, no qual se espalma o produto. Integrando a maioria dos lançamentos sustentáveis do setor, o PET reciclado foi o destaque de um tênis da Via Uno formado em 35% pelo material.

 

Lei que aplica nova tributação no setor de bebidas é sancionada hoje por Dilma Rousseff


20/jan/2015

A presidente Dilma Rousseff sancionou hoje a Lei nº 13.097/14, que altera a tributação do setor de bebidas. A mudança traz alívio para uma parcela dos fabricantes de bebidas, especialmente para as indústrias nacionais, que vêm sofrendo há anos com a tributação aplicada no setor.

Com a antiga tributação, a carga tributária de uma empresa regional chegava a 45%. Do outro lado, empresas que lideram o mercado pagavam bem menos impostos proporcionalmente.

O modelo utilizado até então era um modelo misto – ad valorem com ad rem. Esse modelo gerava um grande transtorno para as indústrias de alcance regional, já que incidia diretamente nos fabricantes, sem diferenciar a marca por tipo de volume do produto.

A nova tributação será no modelo ad valorem, com os impostos incidindo sobre o preço que a produto é comercializado pelo fabricante. Segundo Fernando Rodrigues de Bairros, presidente da Afrebras (Associação dos Fabricantes de Refrigerantes do Brasil), a novidade trará equilíbrio para o setor. “Por muito tempo as pequenas empresas sofreram com impostos abusivos e distorções. O modelo tributário impedia que as empresas ganhassem competitividade no mercado e inibia investimentos. Com a tributação ad valorem, quem vender seu produto mais caro, pagará mais impostos, e quem vender seu produto mais barato pagará menos”.

A Lei 13.097/2015 sancionada pela Presidente entra em vigor no dia 1º de maio de 2015.

Fonte: Afrebras

FRUKI supera metas de crescimento e projeta investimentos para este ano COMPARTILHE Lajeado/RS – A FRUKI, com sede em Lajeado, obteve resultados acima do projetado durante o ano de 2014. O crescimento em volume chegou a 19,44%, mais que o dobro do previsto. "Mesmo descontada a inflação, isto significa que avançamos em participação de mercado, o que é muito importante. Por outro lado, temos o desafio de continuar crescendo e, para isto, será preciso muito trabalho, aliado à constância de propósitos, busca de conhecimento, bons relacionamentos e disposição para continuar empreendendo", destaca o Diretor-presidente da FRUKI, Nelson Eggers. Para este ano o planejamento da FRUKI prevê um crescimento de 8% no volume de vendas. Para isto, a empresa vai manter a sua estratégia comercial mais agressiva, que passa por uma área comercial bem estruturada e um trabalho de marketing arrojado. INVESTIMENTOS – Entre os planos de expansão da FRUKI está a construção, ainda neste ano, de um novo Centro de Distribuição em Pelotas. Uma área de 30.000 m² já foi adquirida e nas próximas semanas será escolhida a empresa para o gerenciamento da obra, que deverá ter em torno de 5.000 m² de área construída. A empresa também deverá concluir dentro de pouco tempo a compra de uma área na Serra, para ampliar suas atividades naquela região a partir da construção de um novo CD. “Em breve também deveremos ter mais novidades com relação a outros investimentos”, acrescenta Nelson Eggers. A FRUKI, com 90 anos de existência, tem sua matriz e parque industrial localizados numa área de 25.000 m² em Lajeado, além de Centros de Distribuição localizados estrategicamente em Canoas, Pelotas, Farroupilha, Santo Ângelo e também junto à Matriz. Contando com modernos equipamentos e tecnologia de ponta, as sete linhas de produção automatizadas têm capacidade para fabricar até 420 milhões de litros de bebidas por ano. A empresa tem atuação focada no Rio Grande do Sul e produz refrigerantes da marca FRUKI, suplementos energéticos FRUKITO e a água mineral ÁGUA DA PEDRA. De Zotti – Assessoria de Imprensa


Lajeado/RS 

         A FRUKI, com sede em Lajeado, obteve resultados acima do projetado durante o ano de 2014. O crescimento em volume chegou a 19,44%, mais que o dobro do previsto. "Mesmo descontada a inflação, isto significa que avançamos em participação de mercado, o que é muito importante. Por outro lado, temos o desafio de continuar crescendo e, para isto, será preciso muito trabalho, aliado à constância de propósitos, busca de conhecimento, bons relacionamentos e disposição para continuar empreendendo", destaca o Diretor-presidente da FRUKI, Nelson Eggers.

         Para este ano o planejamento da FRUKI prevê um crescimento de 8% no volume de vendas. Para isto, a empresa vai manter a sua estratégia comercial mais agressiva, que passa por uma área comercial bem estruturada e um trabalho de marketing arrojado.
INVESTIMENTOS – Entre os planos de expansão da FRUKI está a construção, ainda neste ano, de um novo Centro de Distribuição em Pelotas. Uma área de 30.000 m² já foi adquirida e nas próximas semanas será escolhida a empresa para o gerenciamento da obra, que deverá ter em torno de 5.000 m² de área construída.

         A empresa também deverá concluir dentro de pouco tempo a compra de uma área na Serra, para ampliar suas atividades naquela região a partir da construção de um novo CD. “Em breve também deveremos ter mais novidades com relação a outros investimentos”, acrescenta Nelson Eggers.
A FRUKI, com 90 anos de existência, tem sua matriz e parque industrial localizados numa área de 25.000 m² em Lajeado, além de Centros de Distribuição localizados estrategicamente em Canoas, Pelotas, Farroupilha, Santo Ângelo e também junto à Matriz. Contando com modernos equipamentos e tecnologia de ponta, as sete linhas de produção automatizadas têm capacidade para fabricar até 420 milhões de litros de bebidas por ano. A empresa tem atuação focada no Rio Grande do Sul e produz refrigerantes da marca FRUKI, suplementos energéticos FRUKITO e a água mineral ÁGUA DA PEDRA.

De Zotti – Assessoria de Imprensa