Total de visualizações de página

terça-feira, 11 de maio de 2010

De olho na fonte da água mineral de Pernambuco


          Operação das secretarias da Fazenda, Defesa Social e Apevisa desvenda fraude no envasamento de garrafões e selos falsos
          A água era vendida como mineral. Mas, na verdade, a “fonte” era um poço artesiano. A fraude foi descoberta ontem em uma ação conjunta da Secretaria de Defesa Social (SDS), Secretaria da Fazenda (Sefaz) e Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa). Os garrafões eram vendidos com rótulos de marcas conhecidas do mercado e ainda vinham com um falso selo do Programa de Monitoramento e Fiscalização da Água Engarrafada (Pura). O selo tornou-se obrigatório, desde janeiro do ano passado, para garantir a qualidade e a arrecadação com a venda da água mineral. Especialistas dão as dicas para o consumidor perceber a falsificação.

         A apreensão ocorreu em três locais. Em um dos endereços, na Estrada dos Pintos, em Dois Irmãos, os garrafões de 20 litros eram envasados com água de um poço artesiano. O comércio clandestino fazia uso de rótulos e lacres de marcas conhecidas e regulares do mercado como Santa Joana, Aldeia, Lustral, Cristal Tropical, Primavera, Iaiá, Caxangá e Cristalina. Para enganar o consumidor, os selos do Pura eram falsificados ou reaproveitados de garrafões já utilizados. “Desta forma, o consumidor comprava a água pensando que estava adquirindo uma mercadoria fiscalizada”, conta o delegado Francisco Rodrigues, da Delegacia de Crimes contra a Ordem Tributária.
Outra fraude detectada foi em relação à empresa Minas Esmeralda, que tem sede na Rua Gastão Vidigal, na Várzea. Esta empresa, que até então era regular, adulterava o próprio selo para sonegar imposto. A polícia também desconfia que o proprietário José Valderi Nogueira Ferreira, 44 anos, envasava garrafões de forma irregular na sua residência, na Rua Antônio Uchoa, em Afogados. O proprietário do imóvel em Dois Irmãos que funcionava como envase clandestino, Aristides Claudino de Moura, 48 anos, e o dono da Minas Esmeralda não foram encontrados nos locais das buscas. Mas a prisão preventiva dos dois foi decretada ontem.

        À primeira vista, o selo adulterado é muito semelhante ao original. Algumas características, no entanto, podem ser facilmente identificadas, segundo o delegado Rodrigues. A parte holográfica é uma delas. “O selo falsificado é produzido de forma caseira em impressora comum. Para se assemelhar ao original, eles colocam uma etiqueta de alumínio, em formato de botijão. Só que no original esse botijão é holográfico, muda conforme a luz e aparece a mensagem OK”, detalha o delegado.
        Além disso, esse “botijão brilhoso” não pode ser destacado do selo original. “Na adulteração, ele é facilmente retirado”, afirma Rodrigues. Ao ser arrancado do lacre, o selo original também se desmancha, por ser todo ponteado. “No caso do falsificado, ele era destacado por inteiro”, aponta Jaime Brito, gerente geral da Apevisa. Ricardo Heráclito, vice-presidente do Sindicato das Indústrias de Bebidas de Pernambuco (Sindibebe), também sugere que o consumidor confira a numeração do selo. Basta entrar no site da Sefaz (www.sefaz.pe.gov.br), clicar no link do Pura e digitar o número que consta no site. “Se for um selo original, irá aparecer a marca da empresa”. Heráclito também ressalta que as “fraudes identificadas não envolvem participação de nenhuma das fontes regulares do estado”.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Torres Plast

          Já está no ar , com conteúdo e tudo, o site da Indústria de Garrafões TORRES PLAST, localizada em Torres, no Estado do RS.

Acesse
www.torresplast.com
Fones:   51 – 36052561  - 36052224 
a Torres Plast tem como Representante:
Jorge Corcino
Fone: 51 – 97299174
e-mail:jorge@torresplast.com.br.
 
ASSISTA O VÍDEO
Este video ficará postado na aba Video e Reportagens do blog www.adamrs.wordpress.com
 

Operação da Polícia desarticula venda ilegal de água mineral no Recife



Água era vendida com selo falsificado da Secretaria da Fazenda
Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

A Polícia Civil de Pernambuco começou nesta segunda-feira (10) uma operação para desarticular a venda irregular de água mineral no Recife. Foram expedidos quatro mandados de busca e apreensão para locais de venda.

O alvo da polícia são os selos falsificados da Secretaria da Fazenda. Com isso, os criminosos vendem a água sem nenhum imposto nem controle de vendas.

Para conseguir o selo legalmente, o produtor precisa passar por uma perícia da Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa). Com isso, a Fazenda tem controle do que é vendido para poder cobrar os impostos.

Isso significa que a água vendida ilegalmente também representa algum tipo de perigo à saúde, já que sua qualidade não é atestada por nenhum órgão de controle sanitário.

Quatro pontos de venda foram alvo da operação. Os locais ficam nos bairros de Dois Irmãos e Várzea, na Zona Oeste; Comunidade do Bode, no Pina, na Zona Sul; e em Afogados, na Zona Sul. Esse último funcionava em uma residência.

Mais de mil selos foram apreendidos. Muitos garrafões foram encontrados, mas a maioria ainda seria engarrafada. Segundo o delegado Franscisco Rodrigues, da Delegacia de Crimes contra Patrimônio, estão programadas outras ações para desaticular mais pontos de vendas ilegais. Ninguém foi preso até o momento.

Participaram 20 agentes policiais, 10 agentes da Apevisa e dois auditores fiscais

Água mineral: 3 marcas impróprias para consumo em Aracaju

Análise das águas minerais foi feita a pedido do vereador Robson Viana (PT), motivado pelo grande número de reclamações da população.


Das seis marcas de água mineral comercializa das em Aracaju que tiveram os produtos analisados no Instituto de Tecnologia e Pesquisa de Sergipe (ITPS), a pedido do vereador Robson Viana, três apresentaram alto nível de coliforme fecal. Segundo o parlamentar, o laudo do ITPS já foi encaminhado para a Coordenadoria Estadual da Vigilância Sanitária (Covisa) para uma análise mais profunda da água engarrafada em Sergipe diretamente nas fontes de São Cristóvão e Estância. “Entrei em contato com a Covisa na última sexta-feira e eles me pediram um prazo de mais dez dias para me entregar o resultado desse estudo”, informou. A comercialização de água mineral contaminada em Aracaju foi tema de debate na Câmara de Vereadores no mês de abril.

Segundo o parlamentar, a iniciativa de colher as amostras e enviar para análise no ITPS partiu de reclamações de populares. “Muitas pessoas, inclusive do meu círculo de amizades, pediram-me, enquanto vereador, para tomar uma providência, ou fazer uma denúncia sobre a qualidade da água mineral vendida na capital sergipana. Muitos disseram que trocaram de marca porque aqui tem várias que são de qualidade duvidosa, por causa da cor ou gosto diferente”, declarou. Ele disse que foi informado pela Coordenadoria de Vigilância Sanitária do município que em Aracaju tem cerca de 300 pontos de venda de água mineral e que desses só oito são cadastrados no órgão para o devido funcionamento.

Isso levanta outra questão quanto à qualidade da água mineral comercializada em Aracaju, que é a do acondicionamento e armazenamento, dentre outros cuidados que também já foram temas de audiência no Ministério Público Estadual (MPE). Robson Viana acredita que, como não há fiscalização, muitos vendedores falsificam a água, enchendo os vasilhames com água da torneira. “Muitos vendedores vendem a água da torneira da casa deles. Tem alguns vasos que dá para tirar os lacres facilmente e dá para eles fazerem isso”, disse Robson Viana, ao acrescentar que também solicitou à Vigilância Sanitária de Aracaju para fiscalizar os pontos de venda de água mineral em fevereiro de 2009.

“Mas só tive a resposta deles no mês de agosto. Disseram que tem muitos pontos de venda em Aracaju e eles não têm condições de fiscalizar”, afirmou. O parlamentar disse ainda que está cobrando uma ação da Covisa porque o laudo do ITPS foi feito somente nas amostras de seis marcas de água mineral que ele mesmo colheu. “Levei os seis garrafões para o ITPS e paguei a análise do meu dinheiro. Quando o resultado saiu enviei para a Covisa. É por isso que estou cobrando uma posição. Eles disseram que têm dificuldades de fazer essa fiscalização na fonte”.

Robson Viana informou ainda que em Aracaju existem outras marcas de água mineral, além das seis que ele solicitou a análise do ITPS.

De acordo com ele, somente após o resultado do laudo da Covisa é que os nomes das marcas de água mineral com alto teor de coliforme fecal serão divulgados. “Aguardo esse resultado para passar para a população de Aracaju”, disse, ao ressaltar que a licença das distribuidoras do produto também está sendo verificada. “Algumas distribuidoras podem estar com as licenças canceladas. E vamos passar isso para a população também, caso seja confirmado”, destacou.

A auxiliar administrativo Beatriz Silveira disse que tem dúvidas sobre a qualidade da água mineral de algumas marcas. “Já mudei de marca várias vezes. A última foi essa semana. Uma vez troquei por causa do vasilhame que sempre vinha muito sujo. Outra vez foi por causa da água mesmo, que estava com gosto diferente. Só não era água mineral, parecia mais que era da torneira. E pelo gosto a gente sabe diferenciar”, declarou.

A estudante Michelle Ramos disse que também está sempre trocando de marca. “Nunca fui fiel a uma marca, mas já desconfiei de algumas e não comprei mais. Mas acredito que realmente muitos enchem os vasilhames da própria torneira”, disse. Já o professor Bosco Oliveira informou que nunca teve problemas com água mineral. “Nunca desconfiei. Mas se estão dizendo que tem marca com alto teor de coliforme fecal, a gente precisa saber qual é para não comprar mais. Se a gente compra água mineral é porque quer água mineral. Se for para tomar água da torneira não preciso comprar em outro lugar. Tenho em casa”, declarou.

Texto: Moema Lopes / Foto: Maria Odilia/Arquivo JC

sábado, 8 de maio de 2010

Vereador critica comércio de água contaminada em Aracaju

O parlamentar enviou um ofício a Vigilância Sanitária do Município de Aracaju, solicitando uma análise de algumas marcas de águas para serem investigadas
29/04/2010 – 14:13
Robson: “Distribuidoras poderão ter licença cassada”/Foto: Cesar de Oliveira
O vereador Robson Viana (PT) utilizou a tribuna da Câmara Municipal de Aracaju, nesta quinta-feira 29, para falar sobre comercialização de água contaminada como se fosse mineral, e do consumo de carne bovina nas feiras livres de Aracaju. Da tribuna, Robson explanou o assunto abordado por ele ano passado, onde já havia sido realizado um debate sobre a questão da água mineral contaminada.
O parlamentar enviou um ofício a Vigilância Sanitária do Município de Aracaju, solicitando uma análise de algumas marcas de águas para serem investigadas. “Parabenizo a gerente da área de Alimentos da Vigilância Sanitária, Rosana Barreto, pelo excelente trabalho de análise das águas”, afirmou.
Robson disse que num prazo de dez dias o laudo da investigação sairá, o que poderá confirmar se realmente o sergipano está pagando por água mineral, mas está bebendo água contaminada. “Dependendo do resultado do laudo, algumas distribuídoras poderão ter suas licenças cassadas”, relatou Robson.
O parlamentar falou ainda sobre o consumo e armazenagem da carne bovina nas feiras livres de Aracaju. “Muitos animais são abatidos sem higiene alguma e muitos tem brucelose. Quero fazer um alerta ao povo de Sergipe sobre o consumo dessa carne, que pode causar riscos à saúde. Na próxima semana farei outro pronunciamento mais embasado sobre esse assunto”, finalizou.
Fonte: Ascom Cmaju

Sindicato responde a pedido de indenização a terceiros durante greve


A Justiça do Trabalho pode julgar ação com pedido de indenização por dano moral decorrente da conduta de sindicato durante o exercício do direito de greve. Se antes a Constituição limitava a competência desta Justiça Especializada para conciliar e julgar os dissídios individuais e coletivos entre empregado e empregador, a Emenda Constitucional nº 45/2004 trouxe novas atribuições.

Depois de refletir sobre o alcance dessas atribuições, é que a Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho concluiu que o texto constitucional autoriza a Justiça do Trabalho a apreciar casos assim. Como explicou o relator e presidente do colegiado, ministro Aloysio Corrêa da Veiga, não são mais os sujeitos da relação jurídica (patrão e trabalhador) que definem a competência da Justiça do Trabalho, mas as ações que envolvam a relação de trabalho.

O relator destacou que o artigo 114 da Constituição estabelece que a Justiça do Trabalho está pronta para dirimir conflitos da relação de trabalho, além de outras situações. No inciso II, em particular, trata das “ações que envolvam o exercício do direito de greve”, o que, para o ministro Aloysio, demonstra a clara intenção do legislador de contemplar todos os movimentos e atitudes que levem à greve, aconteçam na greve ou resultem dela.

No processo em discussão, trabalhadores apresentaram ação de reparação de danos a terceiros contra o Sindicato dos Trabalhadores em Educação na Rede Pública de Ensino do Estado de Santa Catarina (SINTE/SC), com o argumento de que sofreram cárcere privado e constrangimento ilegal durante uma greve deflagrada pela entidade sindical. Os autores contaram, entre outros detalhes, que ficaram impedidos de sair de uma secretaria por várias horas.

Em primeira instância, o sindicato foi condenado ao pagamento de indenização por dano moral aos trabalhadores. No entanto, o Tribunal do Trabalho catarinense (12ª Região) entendeu que a Justiça do Trabalho era incompetente para analisar a matéria, pois a controvérsia não tratava de relação de trabalho nem dano moral ou patrimonial decorrente de uma relação de trabalho, mas sim de pedido de indenização por danos morais oriundo de fatos ligados ao direito de greve. O Regional ainda determinou a remessa do processo à Justiça Estadual.

Durante o julgamento do recurso de revista na Turma, o relator defendeu que o artigo 114, II, da CF reconhece a capacidade da Justiça do Trabalho para processar e julgar os atos que se desenrolaram durante a greve, diferentemente do entendimento adotado pelo TRT. Para o ministro Aloysio, a Justiça do Trabalho poderá esclarecer se houve abuso do direito de greve, se foram desrespeitados os comandos da Lei nº 7.783/89 (que trata do tema) ou se o sindicato impediu, de fato, a saída dos trabalhadores do prédio.

Por essas razões, à unanimidade, a Sexta Turma afastou a declaração de incompetência da Justiça do Trabalho para examinar a questão. O relator também aceitou a sugestão do ministro Maurício Godinho Delgado no sentido de devolver o processo ao Tribunal Regional para que a matéria de fundo possa ser apreciada em grau de recurso. (RR-333000-76.2008.5.12.0001)

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Decisão Reunião

Publicado em 07/05/2010 por adamrs



        Em reunião realizada na terça última na sede da Associação dos Distribuidores e Engarrafadores de Água Mineral do RGS, com mais de 30 participantes, entre estes as indústrias. ficou decido/formado, depois de todos serem ouvidos, dois grupos de trabalho.



         1- Um grupo de trabalho com representantes dos distribuidores, da associação e das fontes ficou responsável pela elaboração de projetos para convenios e projetos para captaçao de novos sócios.



        2- O outro grupo ficou responsável pela formação de preços.



Agradecemos a presença de todos .



Texto: Adamrs


quinta-feira, 6 de maio de 2010

Celso Russomanno investe em empresa de Votuporanga



O Deputado Federal investe em empresa que atende, atualmente, mais de 30 cidades da região em 160 pontos de distribuição
O Deputado Federal, Celso Russomanno, esteve no domingo de Páscoa em Votuporanga para fechar negociações de investimentos na Indústria e Comércio de Mineração Brisa Suave Ltda. Pré-candidato ao governo do Estado de São Paulo pelo PP, ele foi recebido pelo grupo de sócios proprietários, Vicente Castrequini Neto, Armando Mielli Vancini Jr, Fany Cristiane Castrequini Vancini e Fernando Cesar Castrequini, para uma visita à fonte produtora da Vanágua, na rodovia Péricles Belini. Completando um ano de funcionamento em maio, a fonte tem capacidade instalada de envase de 1,2 mil garrafões de 20 litros por hora, 6 mil garrafas/hora de 510 ml e 90 milhões de litros de água mineral fluoretada e hipotermal, por ano.
Membro efetivo da Comissão de Defesa do Consumidor na Câmara dos Deputados desde 1995 e apresentador de rádio e TV de diversos programas, o deputado tornou-se sócio proprietário da empresa que atende, atualmente, mais de 30 cidades da região em 160 pontos de distribuição.
“Começamos as negociações há algum tempo e a empresa me enviou todos os laudos de qualidade da água. Minha equipe e eu atestamos o produto e, agora, direcionaremos investimentos aqui para o interior paulista”, comentou. Russomanno é também protagonista da campanha de publicidade com vídeos sobre a Vanágua que já estão em veiculação.
O diretor sócio-proprietário Armando Mielli Vancini Jr. completou que “é um orgulho para todos nós termos a comprovação das qualidades minerais e do sabor de nossa água mineral por alguém reconhecido nacionalmente por sua luta pelos direitos do cidadão”.
O empresário apresentou ainda ao Deputado a segurança do processo de transporte, distribuição, armazenamento e comercialização da Água Mineral, que garantem a qualidade do produto ao consumidor. “Seguimos todos os procedimentos citados na resolução (nº 06, 11 de dezembro de 2002) da Anvisa e temos a aprovação da Vigilância Sanitária. Foram 10 anos de freqüência em congressos nacionais e internacionais para a conclusão da empresa”.

A empresa

A Vanágua completa, em maio, um ano de funcionamento em Votuporanga. A fonte de captação do produto é feita na primeira e única fonte de água mineral do município, a “Fonte Brisa Suave”, que se destaca pela sua composição química e pelas características físico-químicas. Entre suas vantagens estão o PH semelhante ao do corpo humano o que confere alto nível de absorção e leveza do produto. “A água possui alta concentração de fluoreto, cálcio, potássio, magnésio, bicarbonato e dezenas de outros elementos essenciais à saúde do ser humano, entre os quais, o Vanádio”.
Por ter sido montada recentemente, a indústria contém modernos equipamentos em todas as suas etapas de produção. Todo o processo de envase é feito sem o contato humano. “Em um ano, a empresa cresceu muito. Foi um ano de várias revoluções no mercado de água mineral principalmente pelas nossas inovações. Somos a primeira água mineral do Brasil a ter um rótulo inviolável que se autodestrói se forçado a retirá-lo, utilizamos tampa com vedante para o consumidor abrir mais fácil e, além disso, somos a primeira indústria a desenvolver para o distribuidor um sistema de transporte com caixa de proteção especial que isola o galão do contato externo”, afirma o outro sócio-proprietário Armando Mielli Vancini Júnior.  A fonte, que jorra 60 mil litros por hora, fica em uma propriedade rural na Estrada Municipal Francisco Castrequini, a três quilômetros da rodovia Péricles Belini.
De acordo com a Associação Brasileira de Indústria de Águas Minerais (Abinam), em 2008, foram produzidos 7,5 bilhões de litros de água mineral, um crescimento de 10,2% em comparação aos 6,8 bilhões de litros produzidos em 2007. A associação informa que no País existem 450 indústrias de águas minerais e mais de 15 mil revendedores. Só no Estado de São Paulo, segundo a Abinam, são produzidas pelo menos 120 marcas de águas minerais diferentes.

Indústria da mineração deve ter investimentos de R$ 54 bi até 2014

Cifra é 10,2% superior à estimativa feita em janeiro pelo Ibram; principal destino dos investimentos será o setor de minério de ferro

Mônica Ciarelli, de O Estado de S. Paulo

RIO - O forte reaquecimento da demanda mundial por matérias-primas levou o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) a rever pela segunda vez este ano sua previsão de investimentos para o setor até 2014. A nova cifra, de US$ 54 bilhões, é 10,2% acima da estimativa anterior feita em janeiro e se aproxima do nível pré-crise mundial, quando a entidade trabalhava com investimentos de US$ 57 bilhões.

"O que antes imaginávamos que poderia acontecer no fim de 2011 ou em 2012 a gente já prevê que possa acontecer no início de 2011. Estamos antecipando essa recuperação em um ano", afirmou em entrevista exclusiva à Agência Estado o presidente do Ibram, Paulo Camilo.

O principal destino desses investimentos será o setor de minério de ferro, que, em função da forte demanda chinesa e dos sinais de recuperação da siderurgia europeia, conseguiu emplacar este ano um aumento de 100% no preço do insumo comercializado em contratos de longo prazo.

A estimativa é de que os projetos de minério de ferro abocanhem 66% do total estimado: US$ 36,530 bilhões. A cifra significa um aumento de mais de US$ 5 bilhões na comparação com o último levantamento feito pelo Ibram em janeiro.

Limite da capacidade

Nos últimos meses, representantes da Vale, segunda maior mineradora do mundo e líder mundial em minério de ferro, têm informado que a companhia trabalha atualmente no limite de sua capacidade e que a demanda por insumos básicos já superou o período pré-crise. Para este ano, a Vale programou um investimento recorde de US$ 12,9 bilhões.

Segundo Camilo, a decisão das companhias de tirar da gaveta ou acelerar projetos de expansão no setor vai permitir ao país dobrar sua produção de minério de ferro até 2014, pulando dos atuais 310 milhões para um patamar em torno de 620 milhões de toneladas anuais. "À medida que você tem uma melhoria considerável no preço das commodities, os investimentos fazem cada vez mais sentido", explicou.

Camilo lembra que o setor mineral é o maior responsável pelo investimento privado no País e que o crescimento da produção nacional se traduziu em benefícios para a balança comercial.

Em 2009, os produtos minerais geraram US$ 12,599 bilhões de saldo para a balança comercial, metade do registrado no período. Em 2006, os mesmo produtos geravam US$ 6,540 bilhões, apenas 14% do saldo da balança. "Foi um incremento grande em um curto período", observa ele.

Pelas previsões do Ibram, o segundo setor que deve receber mais investimentos é o de níquel, com US$ 6,176 bilhões (12% do total). O valor é quase 90% superior ao estimado no último levantamento, que era de US$ 3,546 bilhões. Os investimentos vão possibilitar ao País ampliar sua produção de níquel das atuais 75 mil toneladas para 190 mil toneladas em cinco anos.

Viabilidade econômica

Camilo lembra que a recuperação do setor não está sustentada apenas por projetos de expansão das grandes mineradoras no país, mas também de pequenas companhias, que estão encontrando na recuperação dos preços uma viabilidade econômica para seus projetos. "Temos visto um aumento maciço dos investimentos dos estrangeiros no País", explicou.

Segundo ele, a recente alta no preço das matérias-primas deve elevar o valor da produção mineral brasileira para US$ 30 bilhões, uma alta de 25% sobre os US$ 24 bilhões contabilizados no ano passado. A cifra já incluiu o reajuste de 100% na cotação do minério de ferro comercializado em contratos de longo prazo. Camilo destaca, entretanto, que o valor não leva em conta novas elevações previstas para metais, como o níquel.

Agafarma quer se transformar em cooperativa para ganhar mercado


Mudança pode ocorrer até o final deste ano, informa Henrique Tuhtenhagem. Foto: Claudio Fachel/JC


 
Uma das pioneiras do associativismo no Rio Grande do Sul, a rede de farmácias Agafarma planeja formalizar legalmente uma cooperativa. O presidente da Cooprofar (cooperativa dos associados da Agafarma), Henrique Fernando Tuhtenhagem de Oliveira, acredita que a legalização da cooperativa deverá ocorrer até o final deste ano. O dirigente explica que, ao formar a cooperativa, a Agafarma terá mais autossuficiência. Além de vantagens legais e fiscais, a rede terá maior capacidade de investimento. Oliveira relata que através da cooperativa será mais fácil aportar recursos para instalar estabelecimentos em shopping centers e supermercados. A oficialização da cooperativa não alterará a marca da Agafarma. Atualmente, a rede conta com 346 unidades espalhadas pelo Estado e a expectativa é de chegar a 500 estabelecimentos até 2013. Outro assunto envolvendo o setor foi a audiência pública da Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa realizada ontem. O encontro discutiu a liberação da certidão de regularidade exigida pela vigilância sanitárias do Estado e dos municípios para a renovação do alvará sanitário de farmácias e drogarias. Segundo o Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos do Rio Grande do Sul (Sinprofar), está havendo impasse e atraso na liberação dos alvarás sanitários por parte da Vigilância Sanitária Estadual, o que implica impossibilidade de obtenção de produtos, principalmente das chamadas farmácias populares. O Conselho Regional de Farmácias do Estado nega a existência do problema e diz que está com as liberações em dia. A reunião, coordenada pelo presidente da comissão, deputado Gilmar Sossella (PDT), decidiu pela formação de um grupo de trabalho permanente para acompanhar a solução do problema. A primeira providência será solicitar ao Departamento de Assistência Farmacêutica (DAF), do Ministério da Saúde, a prorrogação dos prazos para renovação das farmácias populares.

Fonte: Jornal do Comercio

terça-feira, 4 de maio de 2010

Reunião Hoje dia 06/05/2010

      Distribuidores, Fontes e demais interessados        tem reunião HOJE dia 06/05/2010 as 14:00 Horas.

     Contamos com a compreensão e a presença de todos os sócios.

Grato

Leandro Greff

Marketing estratégico existe?

Por que essa necessidade de dizer-se “estratégico” perpassa todas as atividades organizacionais?
Uma procura com as palavras “estratégia” ou “estratégico” em títulos de livros retorna quase 700 resultados na maior livraria virtual brasileira. Sinal de que essas palavras devem ter um poder de atração de leitores e de fazer o conteúdo das obras soar mais relevante. Marketing, RH, Produção, TI, Finanças…nada disso parece bastar por si só. Precisam ser, todos, “estratégicos” para ganhar valor aos olhos de quem lê.
Vejo aí não só uma questão comercial, a de apelar para termos que soem melhor para o consumidor, como também um sinal da falta de prestígio que as atividades mais operacionais, de dia a dia, têm junto aos profissionais de negócios. Parece que o “fazer acontecer”, sem grandes planos ou esquemas mentais, é pouco para a ambição de cada um. “Estratégico” dá a idéia de “decisivo”, “importante”, e quase nunca se imagina que a operação seja capaz de ser “decisiva” e “importante”.
Sobre isso, valem alguns comentários.
Primeiro: o que é “estratégico” varia conforme a hierarquia na organização. Não existe apenas um conjunto de atividades estratégicas. Elas podem ser várias, dependendo de onde se está na pirâmide de cargos da companhia. O que é tático para um diretor pode ser estratégico para um gerente. Qualquer cargo pode ter seu quê de estratégico.
Segundo: o que é estratégico em um ramo de negócios pode não ser em outro. Como lembram os professores Marcos Campomar e Ana Ikeda, da USP:
“Marketing, como finanças, produção e administração de recursos (humanos e materiais) são atividades operacionais. No entanto, quando a demanda é menor do que a oferta, o que acontece amiúde com bens de consumo onde há muitos ofertantes, marketing cresce de importância. O que há, então, é uma ênfase em marketing nas decisões sobre estratégias gerais e as decisões de marketing se confundem com as decisões estratégicas de uma organização. Da mesma forma, quando a demanda é muito maior do que a oferta, as decisões estratégicas feitas pela alta administração são determinadas pela produção”.
Ou seja: no ramo de commodities, marketing tende a não ter papel estratégico, mas no ramo de bens de consumo industriais de massa, geralmente mercados muito competitivos, sim.
Terceiro: toda atividade tem um conjunto de princípios que, uma vez dominados, permitem que seja desempenhada a contento. Ou seja: com “estratégico” no título ou não, livros de negócios tendem a ter conteúdo muito semelhante, simplesmente porque, fora de um determinado conjunto de assuntos, não existe teoria consolidada – e sim, tão somente, palpite e invenção. O que nos leva a concluir, inevitavelmente, que existe livro demais falando de assunto de menos.
Então, se você começar a folhear um livro que trata um determinado tema como
“estratégico” e, lá pelas tantas, perceber que não há nada de novo em matéria de conteúdo…feche o livro e vá trabalhar. Fazer acontecer ainda é uma bela maneira de aprender o que é “estratégico” ou não.
Fonte: Revista Amanhã

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Aniversário da Fruki

Na edição de hoje do jornal O Informativo do Vale, está publicado o anúncio em comemoração ao aniversário dos 86 anos da Indústria de Bebidas FRUKI. Este traz, através de diversas imagens antigas e atuais, parte da história da empresa. A idéia foi mostrar as mudanças que ocorrem com o passar do tempo e destacar que apesar disto, a FRUKI não muda seu amor por aquilo que faz.




quarta-feira, 28 de abril de 2010

Água Mineral terá Selo Fiscal em Alagoas

ALAGOAS



       Adquirir água mineral, geralmente, gera desconfiança no comprador sobre a procedência e manipulação do produto que está consumindo.

      Mas, este mercado clandestino de água potável está com os dias contados em Alagoas. A partir do 3 de maio, todos os garrafões terão um selo fiscal, o que garantirá a qualidade do produto. O selo deve ser colado junto ao lacre, na boca do garrafão, para que fique bem visível.

      A exigência do selo fiscal foi regulamentada pelo Decreto estadual publicado no dia 18 de março deste ano. Esta foi a forma que a Secretaria da Fazenda (Sefaz), junto com a Associação de Água Mineral do estado de Alagoas, encontrou de regularizar as empresas envasadoras de água mineral, obrigando-as, assim, a estarem em dia com suas obrigações fiscais.

       A medida vai gerar qualificação da empresa e aumentar a arrecadação do Estado, já que todos os garrafões serão emitidos com nota fiscal. E, como o custo da produção irá aumentar, o valor dos garrafões de água deve ser reajustado. Em contrapartida, o consumidor ficará mais tranquilo na hora de comprar água mineral, já que a medida também visa combater o comércio clandestino de água.

       Toda empresa de fora que for vender água em Alagoas terá que ter o selo de Alagoas. Os garrafões que foram flagrados sem o selo de identificação serão apreendidos.

      Para a empresa fazer uso deste selo, ela precisa está enquadrada em alguns requisitos como ter cadastro na Sefaz, possuir autorização da Vigilância Sanitária para funcionamento e ter documento que comprove o registro de marca junto ao Ministério da Saúde.

      O Selo será único para cada empresa, que receberá um número de cadastro que a identificará. Dessa forma, o consumidor poderá identificar se aquela água que ele esta consumindo realmente foi fabricada pela empresa de número grafado no selo.

      Alagoas é o segundo estado do Brasil a implantar esse selo, o primeiro foi Pernambuco.

por Marcela Oliveira - Primeira Edição

Top Of Mind Revista Amanhã

Conquista pela prova

Conheça quem está na mente do consumidor gaúcho quando o assunto é Vinho, Água mineral, Aparelho de DVD, Arroz, Caminhão e Frango

A Vinícola Perini usou o que tem de melhor para fisgar novos consumidores: o paladar. Nos últimos três anos, a empresa aumentou de oito para 12 as equipes que circulam pelo Estado promovendo degustações das variedades da principal linha da empresa. Com isso, a empresa conseguiu agregar um serviço, mesmo que simples, ao consumidor, e fez com que diminuísse o grau de receio sobre a marca (identificada pelos especialistas em branding como dissonância cognitiva). “Ao dar informações, mesmo que elas sejam minímas, uma marca consegue arrefecer a desconfiança que um consumidor pode ter sobre ela. Pode ser o primeiro passo para conquistar o cliente”, aponta Alam de Oliveira Casartelli, professor de Estratégia e Marketing na PUC gaúcha.

As ações de degustação pelo Estado já deram retorno tanto para o caixa quanto para o índice de recall da Vinícola Perini. Tanto é que a companhia tem crescido ao redor de 25% desde 2006. O puxador da fila são os vinhos embalados nas chamadas bag in box, que acondicionam a bebida em embalagens descartáveis por até seis meses. Agora já são oito variedades de vinho nessa apresentação. Há três anos, eram apenas duas. Na categoria Vinho, o Jota Pe mais do que dobrou o seu nível de lembrança. O segredo está na mistura de dois ingredientes que fazem a cabeça do consumidor. “Procuramos elaborar a melhor bebida pelo menor preço”, garante Franco Perini, gerente comercial da vinícola. Agora não vão faltar motivos para comemorar – mas sempre com moderação, claro.







        Comentário e constatação da Associação dos Distribuidores e Engarrafadores de Água Mineral do R.G.S.:

       A Revista Amanha publicou ontem e deu muita repercussão o Top Of Mind 2010 e na categoria Água Mineral ficou assim, como tabela da revista Amanha publicada acima:




FONTE IJUÍ                        34,6 %


SARANDI                           27,3 %


DA PEDRA                         9,30 %


CHARRUA                         4,90 %


ITATI                                 1,90 %
 
FONTES DE BELÉM       1,40 %


FONTE DA ILHA            0,9 %


DA FONTE                     0,80 (Fontes de Belém)


OUTRAS                          24,40 %






NS/NR                            13,7 %


        Dentro desta pesquisa constatamos que a Fontes de Belém aparece duplamente, com 1,40 e 0,8, a contar que na pesquisa DA FONTE significa também ontes de Belém, somando assim 2,2 %.


Fonte: Revista Amanhã :
http://www.amanha.com.br/NoticiaDetalhe.aspx?NoticiaID=d5b10e9d-b299-43fa-b095-03cf6165f9f1&EdicaoID=561e3572-9555-4ab1-b30c-5d3a25681180+

terça-feira, 27 de abril de 2010

Água de Luso distinguida em Concurso Internacional


A marca de água portuguesa foi distinguida com o principal prémio do concurso Monde Selection de la Qualité 2010
A Água do Luso foi distinguida recentemente com a Grande Medalha de Ouro, o galardão máximo do concurso internacional Monde Selection de la Qualité 2010. Segundo Nuno Pinto Magalhães, assessor da administração da Sociedade Central de Cervejas e Bebidas, trata-se do galardão máximo num concurso que é promovido por uma organização internacional e que “é um dos mais prestigiados do mundo”.
“É prestigiante. É mais um reconhecimento, agora internacional, da qualidade e singularidade da Água do Luso, perante as restantes águas de mesa no mercado”, referiu. Esta marca de água mineral natural “líder no mercado” já tinha concorrido e sido distinguida no Monde Selection com uma medalha de ouro, em 2006.
A Monde Selection é uma organização internacional independente fundada em 1961 numa iniciativa em Bruxelas, na Bélgica, tornando-se na mais antiga e representativa organização no campo das Selecções de Qualidade no mundo. Anualmente, mais de 70 países apresentam uma média de 1500 produtos ao instituto, de forma a garantirem a avaliação dos padrões de qualidade.
Comercializada desde 1894, “a Água Mineral Natural de Luso [Mealhada] é explorada através de um sistema de captação que respeita altos padrões de qualidade, de forma a garantir o respeito pela pureza e características originais da matéria-prima”. A “primeira marca nacional em águas engarrafadas”, da Sociedade da Água de Luso, é exportada para mais de 40 países.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Água de beber (Revista Amanhã)

O marketing não cria desejos de consumo, mas estabelece as condições necessárias para seu surgimento

Uma reportagem de AMANHÃ publicada em sua penúltima edição tratou do promissor mercado da água mineral engarrafada no Brasil. É irônico que algo tão acessível e (ainda) barato, como a água potável, acabe se tornando um mercado milionário, disputado a tapa por empresas de todos os portes e origens. A ascensão desta indústria diz muito sobre a nossa sociedade e sobre o papel do marketing nela - e quem está afirmando isso não sou eu, e sim uma excelente pesquisa realizada no Programa de Pós-Graduação em Administração da UFRGS.

Vinicius Brei (hoje na UnB) defendeu tese de doutorado, em 2007, na qual procura identificar como o marketing transformou a água potável em um desejo de consumo. Seu estudo tratou do mercado francês, maior e mais maduro que o brasileiro, mas muito provavelmente suas conclusões poderiam ser aplicadas à nossa realidade.

Brei identifica cinco estágios na mudança de status da água - de bem público indiferenciado em bem privado e com características particulares. Foram eles:

1. A transformação da água em um bem econômico e, por isso, sujeito ao mesmo tipo de exploração que outros recursos;
2. A criação das empresas exploradoras de água potável;
3. As mudanças na legislação sobre produção e consumo de água potável;
4. A entrada das multinacionais no mercado de água potável; e
5. Expansão do mercado de águas engarrafadas, criando marcas e submarcas com propósitos específicos.

Ao longo desses estágios, e em especial nos dois últimos, Investimentos em publicidade conferiram um caráter simbólico à água e posicionaram diferentes marcas para diferentes segmentos. Água virou sinônimo de sofisticação e cuidado com a saúde, por exemplo, assim como cada target e situação de consumo - refeição, hidratação pós-esporte, etc. - passou a ter uma marca de água correspondente. Ou seja, o marketing teve papel primordial nessa transformação.

A conclusão de Brei: "O marketing cria desejos de consumo? Não cria, mas estabelece todas as condições necessárias para seu surgimento. (...) A forma pela qual as organizações procuraram promover a transformação do significado da água de uma necessidade vital em um desejo de consumo se deu por meio da conversão de seu capital econômico em simbólico, conversão esta materializada pelas estratégias de marketing".

E arremata: "Assim, verificamos que o discurso hegemônico de área de marketing que se posiciona como "identificadora", "descobridora", "leitora" ou "transmissora" para toda a organização daquilo que os clientes necessitam, querem e desejam não foi corroborado por nossa pesquisa empírica. Nem tão pouco a idéia de que o marketing apenas "influencia" desejos, (...) Constatamos que as ações da área de marketing foram voltadas mesmo à criação de desejos de consumo".

Para aqueles que quiserem refletir, fica a pergunta: marketing cria desejos de consumo?

domingo, 25 de abril de 2010

Garrafas Petx Meio Ambiente



Você tem consciência do impacto ambiental que uma garrafa PET acarreta no mundo acarreta no mundo, caso não seja reciclada? Pois é, imagine o seguinte: cada garrafa de polietileno tereftalato dessas é feita de poliéster, um polímero usado nos mais diversos objetos, como tapetes, embalagens, cordas, etc.




Entretanto, durante sua decomposição, que leva uma média de 100 anos, a garrafa PET libera seus compostos, contaminando lençóis freáticos e o ambiente. Quem não viu, vale a pena conferir neste blog dinamarquês algumas imagens que mostram o impacto ambiental das garrafinhas tão “inocentes”.



Além das garrafas PET, o próprio conteúdo, ou seja, a água, precisa de filtragem e tratamento para se tornar própria para o uso. Como em um círculo vicioso, as garrafas contaminam a água, que por sua vez é envasada nesses recipientes que voltam a circular pelo ambiente.



Para completar, é preciso pensar também em maneiras diferenciadas de reciclar a própria água, uma vez que ela está cada vez mais comprometida em nosso ambiente. Confira a seguir três soluções diferentes relacionadas com a água e que podem melhorar a qualidade de vida de todos nós.



321 Water



Uma das novidades para resolver o problema das garrafas PET e tratar a água vem de uma empresa australiana chamada Half a Teaspoon (nome dado para conscientizar a população de que, se considerarmos que toda a água do planeta representa um litro, a parte de cada habitante é apenas meia colher de chá, ou seja, half teaspoon) criou a 321 Water, uma garrafa diferente, para que sua água esteja sempre fresca e filtrada.



A ideia, bastante interessante, traz um recipiente que não utiliza em sua composição o Bisfenol-A, um dos componentes tóxicos das garrafas normais. Além disso, a garrafinha ecológica é feita considerando todos os ciclos de uso, de forma que desde a manufatura até o uso e consequente descarte da garrafa sejam feitos visando o menor impacto ambiental possível.





A 321 Water aberta e fechada



Entretanto, esta não é a melhor parte da 321 Water. Dentro da garrafa você encontra um filtro de carbono, que “suga” o cloro e as impurezas da água instantaneamente, para que você fique com o líquido fresco e potável, pronto para uso.



Para usar, tudo o que você precisa fazer é colocar água de torneira na garrafa que a 321 Water faz todo o resto. Uma mão na roda para quem está sempre fora de casa ou quem pratica esportes regularmente.



O produto pode ser adquirido pela internet, através do site do desenvolvedor por 44,60 dólares. Cada filtro, que deve ser trocado periodicamente, custa 12,50 doláres. O produto será entregue em junho de 2010, porém ainda não chega ao Brasil.


Stern UV


Outro aparelho interessante, porém para ser usado dentro de casa, é o Stern UV. Ele nada mais é do que um purificador de água que se utiliza de luz ultravioleta para limpar as impurezas do líquido.

A ideia da designer industrial Olivia Blechschmidt veio após uma grande contaminação da bactéria E. coli na comunidade de Walkerton, em Ontário, no Canadá. De acordo com Blechschmidt, o Stern UV é uma ótima alternativa para quem precisa ferver a água, para que ela fique mais adequada ao uso.


As luzes ultravioletas matam micro-organismos como vírus, bactérias, protozoários e outros danificando seu DNA, uma vez que a radiação desfaz as ligações químicas que mantêm os átomos de DNA coesos no organismo.

Entretanto, a luz UV entra apenas nas células, sem prejudicar a água que está sendo tratada. Para usar o dispositivo, é preciso encher um recipiente com água, remover o bastão da base que o carrega e inserir dentro do copo. Você seleciona o volume de água no próprio timer do bastão e movimenta rapidamente o bastão, para depois deixá-lo em descanso até que a lâmpada se apague.


Uma vez apagada, a água está pronta para beber. O processo demora cerca de um minuto para copos pequenos e até três minutos para jarras maiores. Entre os benefícios está a economia de energia (o aparelho utiliza menos energia que uma escova de dentes elétrica), além de desencorajar o uso de água em garrafas que, como já visto anteriormente, prejudicam bastante o meio ambiente.

O Aparelho ainda não está disponível para venda e, a princípio, foi criado apenas para uso doméstico, uma vez que possui um design moderno e combina bem com as mais diversas cozinhas atuais. Confira aqui mais imagens do Stern UV, no site da designer.



Chip de conversão


Outra possibilidade de transformação de água não potável em própria para o consumo é a retirada do sal. Os pesquisadores Sung Jae Kim e Jongyoon Han, do Departamento de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação do Instituto de Tecnologia de Massachusets (MIT), criaram um chip de concentração polarizada de íons, para a transformação de água salgada em doce.


O pequeno chip remove o sal e as impurezas da água repelindo-os eletrostaticamente através de uma membrana do sistema, que seleciona os íons. Durante os testes, os pesquisadores conseguiram remover 99% do sal e de elementos que contaminavam a água.

Entretanto, o chip ainda funciona apenas em microescala e necessita de uma alta quantidade de energia para funcionar, diferente do sistema de osmose reversa, usado atualmente para o processo. Porém, com o aperfeiçoamento, o dispositivo deve melhorar o consumo de energia para o mesmo utilizado por uma lâmpada comum. Deve ser lançado no mercado em torno de dois anos.

O objetivo final de cada uma dessas tecnologias é melhorar a qualidade de vida do cidadão e diminuir o impacto ambiental em nossas vidas. Tendo em vista que a água é um dos bens mais importantes para a sobrevivência, nada melhor do que começar a se preocupar mais com aquilo que ingerimos e depositamos na natureza.

Aproveite que dia o mes de abril, o Dia da Terra e contribua para diminuir o impacto ambiental. Plante uma árvore, recicle o lixo, não jogue garrafas plásticas no rio e não deixe de comentar aqui sobre o artigo e dar sua opinião!

Piada Inteligente

O menino chegou para o pai e perguntou:
Papai! Papai! O que é política?
O pai olhou para o menino, pensou alguns instantes e respondeu:
-Filho, eu vou te explicar de uma maneira bem simples. Sabe o papai. Ele trabalha para conseguir trazer dinheiro para a casa. Então o papai é o governo. A mamãe é a pessoa que cuida do dinheiro que o papai ganha, logo a mamãe é a economia. A babá do seu irmãozinho é a classe trabalhadora. Você, meu filho é o povo e o seu irmãozinho como ainda é um bebê é o futuro do país. Entendeu meu filho?
O garoto olhou para o pai com ar de dúvidas e disse que teria que pensar.
No mesmo dia, de madrugada o menino acordou com o irmãozinho aos prantos e foi até o quarto dele e o incontrou todo cagado. Foi até o quarto de sua mãe. Pelo fato de sua mãe tomar calmante para dormir, ela não acordou. Daí ele foi até o quarto da babá. Escutando um barulho estranho, olhou pelo buraco da fechaduro onde viu seu pai transando com a babá. Vendo que não pudia fazer nada voltou para o seu quarto e dormiu.
No outro dia de manhã, o pai com uma cara de grande felicidade, tornou a perguntar ao filho:
-E aí filhão, entendeu o que é política?
O menino na mesma hora respondeu:
-Claro que sim!
Então o pai retrucou:
-Fala aí então o que você entendeu!
O menino respondeu:
-Pai, enquanto o governo fode a classe trabalhadora, a economia dorme, o povo não é ouvido e o futuro do pais fica na merda!

Fábrica de garrafa de água servida com álcool à cliente pode ser vistoriada na Grande Florianópolis

Equipes tentam descobrir se houve falha na fábrica ou houve troca do conteúdo no restaurante

A Vigilância Sanitária Estadual deve decidir nesta quarta-feira se irá vistoriar a empresa responsável pela fabricação da água mineral que foi pivô de uma confusão em um restaurante em Florianópolis no fim de semana.
No domingo, a cliente de um restaurante na cidade pediu uma garrafa de água e foi servida com uma embalagem cheia de álcool. Sem notar, a mulher bebeu o líquido e passou mal.
— Estamos cogitando esta possibilidade, mas acreditamos que o risco desta falha ter ocorrido na fábrica é reduzido — adianta Raquel Bittencourt, diretora da Vigilância Sanitária na Capital.
A vistoria deve auxiliar os técnicos a descobrirem se o conteúdo foi colocado na garrafa na fábrica ou se a embalagem foi abastecida no restaurante.
Na segunda-feira, garrafas do mesmo lote da que continha álcool foram recolhidas por uma equipe da Vigilância Sanitária municipal no estabelecimento onde houve o incidente.
O material foi encaminhado ao Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen). Na próxima semana, os técnicos devem divulgar o relatório das análises do conteúdo das garrafas e confirmar se havia álcool nas demais embalagens.
A vítima, Simone Romanelli, registrou o caso na 1ª delegacia de polícia da Capital. Após ter bebido o álcool pensando se tratar de água, ela passou mal.
O garçom que a serviu disse que não lembra se o lacre da embalagem estava rompido. A embalagem era idêntica à de uma garrafa de água mineral sem gás. O restaurante também tenta identificar a origem do problema, inédito no local.
A diretora da Vigilância Sanitária ainda desconhece a localização da fábrica envolvida. Sabe-se apenas que fica na Grande Florianópolis.

sábado, 24 de abril de 2010

TECNOPLAST

         Acontecerá entre os dias 10 a 13 de Novembro de 2010  em Porto Alegre/RS a próxima Feira Nacional de Tecnologias para a Indústria de Plásticos e Embalagens, a Tecnoplast.

         Os Interessados acessar www.feiratecnoplast.com.br ou pelo fone (51) 3338-0800

MP x Distribuidora

aguamineralDesde 2007 a empresa de distribuidora de Água Mineral em Cruzeiro do Sul está lacrada por determinação do DNPM- Departamento Nacional de Produção Mineral que exigiu regras para que a empresa pudesse comercializar água própria para consumo.
Entre as normas de exigência do DNPM estão projetos de impacto ambiental, equipamentos e estrutura física adequada e outros documentos. O proprietário da empresa, Francisco Araújo, disse que está providenciando as documentações exigidas, mas conta que está lutando que nove anos com a documentação e garante que falta pouco para que a empresa volte a funcionar e distribuir água de qualidade para população cruzeirense.
Depois que a empresa foi impedida de comercializar água a população passou a comprar de motoboys que também foram impedidos nesta semana pelo Ministério Público Estadual de vender água aos clientes até que a empresa faça a regularização.
Fonte: http://www.juruaonline.com.br

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Afrebras lança Revista Bebidas do Brasil e adere às Mídias Sociais

Buscando maior valorização para os produtores nacionais de refrigerantes, águas, energéticos e cervejas, a Associação dos Fabricantes de Refrigerantes do Brasil – AFREBRAS intensifica sua comunicação com o mercado e a sociedade ao lançar a Revista Bebidas do Brasil, com moderna e arrojada linha editorial, falando dos produtores nacionais e mostrando a história das mais antigas fábricas de bebidas do País. A primeira edição da Revista circulará neste mês de abril, em pontos de vendas de todo o País.

Neste contexto de ampliar as comunicações e diante das inúmeras ferramentas disponíveis na web, a AFREBRAS também adere às Mídias Sociais e acaba de lançar seu Twitter e Blog, cujos endereços são: @Afrebras e http://www.afrebras.org.br/blog, respectivamente.

Segundo o presidente da Associação, Fernando Rodrigues de Bairros, estas são formas de divulgar e propagar as ações da Entidade e o trabalho das empresas associadas para os consumidores de cervejas, refrigerantes e águas de todo o Brasil. “A Revista tem um caráter puramente informativo e de valorização institucional do setor, já o Twitter e o Blog serão importantes meios para divulgarmos as vitórias, mas também de denunciarmos ações indevidas das grandes corporações que praticam a concorrência desleal, deixando como grande prejudicado o consumidor final”, observa.


Fonte: Portal Fator Brasil

Sicobe

       Para as associações que reúnem fabricantes de cerveja e bebidas do país, o Sicobe é uma forma eficiente de controlar a sonegação fiscal no setor.  "Apoiamos 100% o Sicobe. É mais rigoroso do que o sistema de medidor de vazão, que era usado pela Receita para controlar a produção de bebidas", diz Enio Rodrigues, superintendente do Sindicerv (sindicato da indústria de cerveja). A Associação Brasileira de Bebidas também apoia o sistema.

Para a AmBev, primeira empresa a ter 100% das instalações controladas pelo Sicobe, o mercado sempre foi prejudicado pela sonegação. "A sonegação servia de diferencial competitivo. Como os tributos compõem um terço do preço, quem sonega vende mais barato. Está comprovado que o Sicobe intimidou a sonegação", diz Alexandre Loures, diretor da empresa.


A Afrebras (associação que reúne 150 empresas) informa que 19 associados já instalaram o Sicobe entre 2009 e março e outros 28 foram intimados pelo fisco para instalar os equipamentos. (CR e FF)

Fonte: Folha de São Paulo

Água e envelhecimento

por Arnaldo Lichtenstein

Sempre que dou aula de Clínica Médica a estudantes do quarto ano de Medicina, lanço a pergunta: “Quais as causas que mais fazem o vovô ou a vovó terem confusão mental?”

Alguns arriscam: “Tumor na cabeça:”.Eu digo: “Não”.Outros apostam: “Mal de Alzheimer”. Respondo, novamente: “Não”.


A cada negativa a turma espanta-se. E fica ainda mais boquiaberta quando enumero os três responsáveis mais comuns: diabetes descontrolado; infecção urinária; a família passou um dia inteiro no shopping, enquanto os idosos ficaram em casa.



Parece brincadeira, mas não é. Constantemente vovô e vovó, sem sentir sede, deixam de tomar líquidos. Quando falta gente em casa para lembrá-los, desidratam-se com rapidez. A desidratação tende a ser grave e afeta todo o organismo. Pode causar confusão mental abrupta, queda de pressão arterial, aumento dos batimentos cardíacos (“batedeira”), angina (dor no peito), coma e até morte. Insisto: não é brincadeira.


Ao nascermos, 90% do nosso corpo é constituído de água. Na adolescência, isso cai para 70%. Na fase adulta, para 60%. Na terceira idade, que começa aos 60 anos, temos pouco mais de 50% de água.

Isso faz parte do processo natural de envelhecimento. Portanto, de saída, os idosos têm menor reserva hídrica. Mas há outro complicador: mesmo desidratados, eles não sentem vontade de tomar água, pois os seus mecanismos de equilíbrio interno não funcionam muito bem.


Explico: nós temos sensores de água em várias partes do organismo. São eles que verificam a adequação do nível. Quando ele cai, aciona-se automaticamente um “alarme”. Pouca água significa menor quantidade de sangue, de oxigênio e de sais minerais em nossas artérias e veias. Por isso, o corpo “pede” água. A informação é passada ao cérebro, a gente sente sede e sai em busca de líquidos.


Nos idosos, porém, esses mecanismos são menos eficientes. A detecção de falta de água corporal e a percepção da sede ficam prejudicadas. Alguns, ainda, devido a certas doenças, como a dolorosa artrose, evitam movimentar-se até para ir tomar água.

Conclusão: idosos desidratam-se facilmente não apenas porque possuem reserva hídrica menor, mas também porque percebem menos a falta de água em seu corpo. Além disso, para a desidratação ser grave, eles não precisam de grandes perdas,como diarréias, vômitos ou exposição intensa ao sol.Basta o dia estar quente - e o verão já está aí - ou a umidade do ar baixar muito - como tem sido comum nos últimos meses. Nessas situações, perde-se mais água pela respiração e pelo suor. Se não houver reposição adequada, é desidratação na certa. Mesmo que o idoso seja saudável, fica prejudicado o desempenho das reações químicas e funções de todo o seu organismo.



Por isso, aqui vão dois alertas.

O primeiro é para vovós e vovôs: tornem voluntário o hábito de beber líquidos. Bebam toda vez que houver uma oportunidade. Por líquido entenda-se água, sucos, chás, água-de-coco, leite. Sopa, gelatina e frutas ricas em água, como melão, melancia, abacaxi, laranja e tangerina, também funcionam. O importante é, a cada duas horas, botar algum líquido para dentro. Lembrem-se disso!



Meu segundo alerta é para os familiares: ofereçam constantemente líquidos aos idosos.Lembrem-lhes de que isso é vital. Ao mesmo tempo, fiquem atentos. Ao perceberem que estão rejeitando líquidos e, de um dia para o outro, ficam confusos, irritadiços, fora do ar, atenção. É quase certo que esses sintomas sejam decorrentes de desidratação. Líquido neles e rápido para um serviço médico.

Arnaldo Lichtenstein é médico, clínico-geral do Hospital das Clínicas e professor colaborador do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

Água e envelhecimento

por Arnaldo Lichtenstein

Sempre que dou aula de Clínica Médica a estudantes do quarto ano de Medicina, lanço a pergunta: “Quais as causas que mais fazem o vovô ou a vovó terem confusão mental?”

Alguns arriscam: “Tumor na cabeça:”.Eu digo: “Não”.Outros apostam: “Mal de Alzheimer”. Respondo, novamente: “Não”.

A cada negativa a turma espanta-se. E fica ainda mais boquiaberta quando enumero os três responsáveis mais comuns: diabetes descontrolado; infecção urinária; a família passou um dia inteiro no shopping, enquanto os idosos ficaram em casa.

Parece brincadeira, mas não é. Constantemente vovô e vovó, sem sentir sede, deixam de tomar líquidos. Quando falta gente em casa para lembrá-los, desidratam-se com rapidez. A desidratação tende a ser grave e afeta todo o organismo. Pode causar confusão mental abrupta, queda de pressão arterial, aumento dos batimentos cardíacos (“batedeira”), angina (dor no peito), coma e até morte. Insisto: não é brincadeira.

Ao nascermos, 90% do nosso corpo é constituído de água. Na adolescência, isso cai para 70%. Na fase adulta, para 60%. Na terceira idade, que começa aos 60 anos, temos pouco mais de 50% de água.

Isso faz parte do processo natural de envelhecimento. Portanto, de saída, os idosos têm menor reserva hídrica. Mas há outro complicador: mesmo desidratados, eles não sentem vontade de tomar água, pois os seus mecanismos de equilíbrio interno não funcionam muito bem.

Explico: nós temos sensores de água em várias partes do organismo. São eles que verificam a adequação do nível. Quando ele cai, aciona-se automaticamente um “alarme”. Pouca água significa menor quantidade de sangue, de oxigênio e de sais minerais em nossas artérias e veias. Por isso, o corpo “pede” água. A informação é passada ao cérebro, a gente sente sede e sai em busca de líquidos.

Nos idosos, porém, esses mecanismos são menos eficientes. A detecção de falta de água corporal e a percepção da sede ficam prejudicadas. Alguns, ainda, devido a certas doenças, como a dolorosa artrose, evitam movimentar-se até para ir tomar água.

Conclusão: idosos desidratam-se facilmente não apenas porque possuem reserva hídrica menor, mas também porque percebem menos a falta de água em seu corpo. Além disso, para a desidratação ser grave, eles não precisam de grandes perdas,como diarréias, vômitos ou exposição intensa ao sol.Basta o dia estar quente - e o verão já está aí - ou a umidade do ar baixar muito - como tem sido comum nos últimos meses. Nessas situações, perde-se mais água pela respiração e pelo suor. Se não houver reposição adequada, é desidratação na certa. Mesmo que o idoso seja saudável, fica prejudicado o desempenho das reações químicas e funções de todo o seu organismo.

                                         Por isso, aqui vão dois alertas.

O primeiro é para vovós e vovôs: tornem voluntário o hábito de beber líquidos. Bebam toda vez que houver uma oportunidade. Por líquido entenda-se água, sucos, chás, água-de-coco, leite. Sopa, gelatina e frutas ricas em água, como melão, melancia, abacaxi, laranja e tangerina, também funcionam. O importante é, a cada duas horas, botar algum líquido para dentro. Lembrem-se disso!

Meu segundo alerta é para os familiares: ofereçam constantemente líquidos aos idosos.Lembrem-lhes de que isso é vital. Ao mesmo tempo, fiquem atentos. Ao perceberem que estão rejeitando líquidos e, de um dia para o outro, ficam confusos, irritadiços, fora do ar, atenção. É quase certo que esses sintomas sejam decorrentes de desidratação. Líquido neles e rápido para um serviço médico.

Arnaldo Lichtenstein é médico, clínico-geral do Hospital das Clínicas e professor colaborador do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

Nestlé quer comprar concorrentes em lácteos e água mineral

Nestlé quer comprar concorrentes em lácteos e água mineral


A Nestlé aplicará 65% do R$ 1 bilhão que pretende investir neste ano em marketing e aquisições de concorrentes nos segmentos de lácteos e de água mineral.

        Segundo Ivan Zurita, presidente da empresa, as primeiras negociações ocorrem em território mineiro. "Existem possibilidades em Minas Gerais, mas não vou falar quais são. Estamos em processo da negociação. Eu sou completamente a favor das aquisições porque ganhamos velocidade na disputa por mercado", afirmou o executivo ao jornal Valor econômico.

Zurita avisa que, em um prazo de cinco anos, a companhia pretende dobrar sua operação no segmento de lácteos em Minas Gerais. Hoje, a produção no estado é de 800 milhões de litros de leite ao ano.

Atualmente, a Nestlé é a maior empresa brasileira do setor de lácteos. Nos últimos dez anos, a subsidiária brasileira viu seu faturamento pular de R$ 4,6 bilhões para R$ 16 bilhões em 2009. Os 35% restantes do plano de investimentos da companhia serão destinados à construção e à operação de fábricas novas e de unidades já existentes.

Fonte: Valor Econômico

Motoboys

        Empresas e motoboys têm até o dia 10 de julho para se enquadrarem na Lei 12.209/2009, que regularizou a atividade. A partir de 28 de julho, os órgãos competentes farão a cobrança dos itens dispostos na lei, entre os quais placa vermelha, baú padrão, grelha adequada, regras para a utilização de mochilas e similares, capacete diferenciado para motociclistas profissionais, colete com retrorrefletivos aprovados pelo INMETRO e outras particularidades. Informações no Sindimoto: http://sindimoto.com.br/portal.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

NOVO BLOG

        Com o intuíto de nos matermos sempre bem informados , criamos mais um Blog para a Associação dos Distribuidores e Engarrafadores de Água Mineral do RS, Este novo Blog é mais leve e será mais clean, facilitando o acesso de quem tem uma internet um pouco mais lenta.

O endereço do novo Blog é :



        Adicione aos seus favoritos, ele tem diferanças do Blogspot por possuir uma coluna só para Patrocinadores, ele será aprimorado, mas já está no ar.

        Abraço a todos.

por Adam-rs

CADE assina acordo de cooperação na área de mineração

CÉLIA FROUFE
Agencia Estado


BRASÍLIA - O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) assinaram hoje um acordo de cooperação para troca de informações, como dados técnicos e estudos setoriais, a respeito do setor mineral. A intenção da união entre as duas autarquias é a de tentar coibir a formação de cartel no setor e consequente controle de mercado. O acordo permitirá ao DNPM obter informações de mercado repassadas pelo Cade e que tendem a melhorar o desempenho das funções regulatórias da autarquia. Já o Cade contará com esclarecimentos do DNPM sobre especificidades técnicas do setor.


"É fundamental que o DNPM e o Cade estejam alinhados nesta questão, pois, afinal, os minerais são recursos da União", considerou o diretor-geral do DNPM, Miguel Antonio Cedraz Nery, após a assinatura do documento. Ele ressaltou que alguns segmentos têm como característica a formação de oligopólios em função da grande necessidade de apresentar capital elevado e de fortes investimentos em tecnologia - o de mineração é um deles. Nery acrescentou, porém, que oligopólios são estruturas de mercados legais. "A grande preocupação é que não se tornem cartéis", enfatizou. "Por isso, detectamos a necessidade maior de intercâmbio de informações entre as autarquias", acrescentou.


Marco regulatório

Para o diretor-geral do DNPM, a aprovação do novo marco regulatório para o setor será um passo importante para o desenvolvimento da mineração no Brasil. O projeto com as novas regras foi apresentado no mês passado pelo então ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, e precisa ser apreciado pelo Congresso. "O novo marco regulatório representará, sem dúvida, um grande avanço", avaliou.


A perspectiva de Nery é a de que o novo marco corroborará para que o estímulo à concorrência seja colocado em prática. "Vamos desburocratizar e tentar coibir algumas ações", disse, em relação à prática de algumas concessionárias de "sentar" sobre as lavras por anos sem necessariamente explorá-las economicamente. Se o projeto do governo for aprovado como foi apresentado, o DNPM será transformado em uma agência reguladora do setor. "A gestão mineral ganhará mais força com um órgão regulador, ganha mais eficácia", defendeu.

Curiosidades e informações importantes


As mulheres grávidas e a amamentar precisam de 33% mais de cálcio e 40% mais de magnésio do que a média normal numa mulher adulta. Para assegurar estas necessidades adicionais, é importante ter uma dieta equilibrada que inclua por exemplo carne, peixe, ovos e Lacticínios. A fruta, vegetais e cereais são também importantes fontes de minerais. A água vernatt, é rica em magnésio e cálcio, é uma fonte ideal desses minerais para as mulheres grávidas e em fase de amamentação, garantindo assim um desenvolvimento saudável do bebé.

Crianças com menos de 1 ano precisam de uma quantidade moderada de minerais. Águas ricas em minerais com uma quantidade total de sólidos dissolvidos equivalente a mais de 500 mg/l não são apropriadas para elas. Crianças com mais de um ano podem beber águas cada vez mais ricas em minerais, contudo, alguns destes não são ainda recomendáveis. A água da vernatt tem um balanço ótimo e suave de minerais essenciais, mesmo para os mais novos, e é uma fonte valiosa de cálcio para um ótimo crescimento.

Qual é a finalidade do cálcio?

O Cálcio é um elemento essencial na formação e manutenção da saúde óssea e dos dentes. É também usado para a transmissão de impulsos nervosos e regulação do ritmo do músculo cardíaco. Portanto, o consumo regulado de cálcio é importante também para crianças e para adultos. O cálcio é tipicamente encontrado em lacticínios mas também pode ser encontrado na água mineral rica em cálcio, como a água vernatt.


Que benefícios é que a água mineral tem na digestão?

De modo a manter uma função intestinal saudável, é importante prestar atenção a dieta alimentar. Por isso é recomendável ingerir muita fruta e vegetais verdes bem como cereais. Água mineral rica em magnésio, como a da vernatt, pode estimular evacuação intestinal para pessoas que sofrem de obstruções.


Quais são os benefícios da água mineral para pessoas hipertensas?

É comummente aceite que pessoas que sofrem de hipertensão deverão reduzir o consumo de sódio, particularmente de sal (cloreto de sódio). Por isso é altamente recomendável optar por uma água mineral com um teor baixo de sódio (abaixo de 5mg/l), como a água vernatt.


Qual é o benefício do magnésio na água mineral?

Magnésio é um importante elemento para a excitabilidade neuromuscular e contracção muscular como também para reacções enzimáticas no sistema metabólico do corpo humano. Está demonstrado que a ingestão média de magnésio é frequentemente abaixo da concentração diária recomendada devido a uma dieta desequilibrada e pobre. A água vernatt, rica em magnésio, pode ajudar a compensar a falta de magnésio.