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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Fruki projeta centro de distribuição em Canoas



         A construção de um centro de distribuição em Canoas é um dos próximos passos do projeto de expansão da gaúcha Fruki, de Lajeado. Segundo o Jornal do Comércio, o grupo já adquiriu uma área de cerca de 40 mil metros quadrados no município para implementar o empreendimento.

       As obras deverão ser iniciadas até setembro, e a conclusão do projeto deverá ocorrer por volta de abril de 2012. O investimento total no CD ficará entre R$ 10 milhões e R$ 12 milhões.A projeção da Fruki é alcançar um crescimento de 8% nas vendas nesta ano em relação a 2010.

        No começo do mês, a empresa conquistou o Troféu Ouro no Programa Gaúcho de Qualidade e Produtividade (PGQP). A fábrica da Fruki em Lajeado tem capacidade de produção de 300 milhões de litros de bebidas por ano.

Fonte: JC



domingo, 28 de agosto de 2011

2º Congresso Brasileiro de Bebidas

Evento: Confrebras 2011 – 2º Congresso Brasileiro de Bebidas
Data: de 8 a 10 de novembro
Horário: das 11 às 20 horas
Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães – Brasília-DF
Site: www.confrebras.org.br
Reserva de espaço: (42) 3035-0150

O CONFREBRAS - Congresso Brasileiro de Bebidas – é o mais importante evento do setor de bebidas do país. Surgiu em 2005 com o objetivo de reunir os fabricantes de refrigerantes brasileiros para discutir alternativas e soluções para o mercado de bebidas. Em busca de uma concorrência leal, os pequenos e médios fabricantes se unem para debater o mercado e encontrar soluções para os obstáculos impostos pelo governo e pelas grandes corporações.

Organizado pela AFREBRAS – Associação de Fabricantes de Refrigerantes do Brasil -, o Congresso se expandiu nos últimos anos, dando abertura para que fornecedores de cerveja, água mineral e outras bebidas também fizessem parte. Em 2009, o CONFREBRAS, que antes era chamado de Congresso de Fabricantes de Refrigerantes do Brasil, ganhou título e conotação mais amplos: Congresso Brasileiro de Bebidas.

O CONFREBRAS é um evento que já reuniu mais de três mil participantes ligados ao setor de bebidas. Com palestras, fóruns e debates, os pequenos e médios empresários têm a possibilidade de aumentar seu entendimento, melhorar seus negócios e unir-se para lutar por condições mais justas no mercado.

Além do Congresso, a Feira dos Fornecedores da Indústria de Bebidas é o local certo para quem procura o que há de mais moderno em tecnologia, produtos e serviços, além de máquinas, equipamentos e insumos para bebidas. A Feira reúne expositores de todo o Brasil e permite o aumento da visibilidade da marca e o fortalecimento da empresa, além de concretizar novos contatos e parcerias comerciais e ampliar a rede de relacionamentos com outras empresas do setor. O retorno da exposição na Feira é garantido e imediato.

O CONFREBRAS reúne autoridades, representantes de entidades, empresários e fornecedores de insumos de todo o país. É um ambiente perfeito para grandes oportunidades!

Campanha para a água mineral Cambuquira destaca a arte mineira


 


        Unir sabor e arte. Esta é a proposta da Tom Comunicação para o lançamento da água mineral gasosa Cambuquira. Nas peças a agência trabalha os atributos da água e propõe que ela seja apreciada como uma obra de arte.

        Para construir tal associação, foram utilizadas imagens de artistas mineiros reconhecidos nacionalmente como o grupo de dança 1º Ato e um quadro da artista plástica Mônica Sartori. Em ambos os casos, as linhas, curvas e cores apresentadas passam a sensação de suavidade e leveza, principais características da água e de sua embalagem.

        A opção pela arte mineira não é mera coincidência. “Ao reproduzirmos as imagens de artistas mineiros, propomos um retorno às origens da marca”, destaca o diretor de criação da Tom, Vinícius Alzamora.

Fonte: Portal Propaganda

Competitivo, mercado de Água Mineral potiguar cresce


Apesar da abertura de novas empresas no estado, sindicato avalia como negativa a demanda no ano de 2011.

Por Rayane Guedes

Foto: Cedida
Vendas de água caíram 40% nos últimos cinco meses.

         O estado do Rio Grande do Norte é rico em diversos ramos de mercado, o da água mineral é um deles. Atualmente, 18 empresas atuam como engarrafadoras do produto, além de outras sete empresas que tratam da água enriquecida. A expectativa é de que até o ano de 2012, esse número supere as três dezenas. Por outro lado, o crescimento exacerbado preocupa os empresários, já que a demanda é limitada.

        Somente nos últimos 12 meses, quatro novas empresas passaram a atuar no mercado potiguar. De acordo com o presidente do Sindicato das Indústrias de Cerveja, Refrigerantes, Águas Minerais e Bebidas do RN (Sincramirn), Roberto Serquiz, a expectativa é de que até o fim de 2011, outras três empresas iniciem suas operações e somadas a essas, outras cinco devem lançar novas águas no mercado do RN até 2012.

        O crescimento, apesar de positivo para o consumidor, tem efeitos negativos para o empresário. “O mercado de água mineral é muito competitivo, estamos sempre buscando um diferencial para atrair consumidores, mesmo assim os últimos meses têm sido”, enfatizou Serquiz.

        A instabilidade a que se refere o empresário diz respeito não só ao aumento da oferta no mercado. O comércio de água é sazonal, se eleva entre os meses de dezembro a abril e conseqüentemente cai nos períodos chuvosos.


 

Foto: Cedida

       Para Roberto Serquiz, crescimento no número de empresas é preocupante. Segundo Roberto Serquiz, as vendas, de abril a agosto deste ano, chegaram a cair 40% em relação à média do ano. “Estamos tendo um período de chuvas muito longe, desde abril que as temperaturas caíram. Isso faz com que eu, você, todos bebam menos água, causando uma redução na vendas”, explica Serquiz.

       Apesar da sazonalidade do mercado, os índices de 2011 têm trazido preocupação para os empresários. “Se a demanda está pequena e novas empresas estão começando a funcionar, estamos dividindo um bolo cada vez menor”, registra o empresário.

        O bolo, a que se refere Serquiz, é o mercado consumidor do produto, que no caso da água mineral potiguar chega a 90% da população do Rio Grande do norte, de acordo com dados do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM).

        Para Carlos Magno, membro da Comissão Permanente de Crenologia (CPC), atualmente o mercado tem espaço apenas para as empresas “que tenham em vista a exportação”. No entanto, a água mineral do Rio Grande do Norte ainda não alcança nem os Estados vizinhos.

       Segundo o presidente do Sindicato, a explicação para a venda restrita está nos custos, já que a água é uma carga “volumosa e pesada, o que geraria um frente inviável para os empresários locais”.

        As empresas instaladas no Rio Grande do Norte têm, em geral, um perfil que varia entre médios e pequenos empreendimentos. Elas empregam , cada, entre 20 a 50 funcionários, produzindo por dia cerca de 5.000 garrafões de 20 litros de água por dia.

        Para que uma fábrica engarrafadora de água se instale é preciso que um planejamento de impacto. “Toda empreendimento de água mineral depende de uma área de proteção para subsistir, pois a evolução das áreas contaminadas é muito rápida pela urbanização sem um estudo do Plano diretor”, declara Carlos Magno. Segundo o especialista na área, é essencial que a implantação de um empreendimento para água mineral, venha acompanhado de um estudo de área de proteção para garantir o empreendimento.

       Sobre o armazenamento dentro da fabrica, o presidente do Sindicato garante que os procedimentos estão dentro da regularidade. “Na indústria nós temos trabalhos com efeitos preventivos, temos dado condições, oferecendo cursos através do Senai, Sesi e Iel, favorecendo na qualidade do serviço”, aponta Serquiz.

           Segundo o sindicato, as empresários do RN têm contado com forte oferta de cursos, qualificações e linhas de crédito. O resultado, de acordo com o empresário, “é que o ‘chão de fábrica’ [armazenamento industrial] potiguar está muito a cima da média nacional”.

       Mesmo com essa projeção positiva, o sindicato ainda considera preocupante a qualidade do armazenamento do produto no mercado. “Existe uma capilaridade muito grande na rede, muitos pequenos negócios lidam a venda de água e é preciso certos cuidados, pois se trata de um alimento que se não estiver bem armazenado pode perder sua qualidade”, esclarece Serquiz.

Zona Norte, uma oferta reprimida

A expansão do mercado de águas minerais, no entanto, ainda não alcançou todas as potencialidades do Estado. Um exemplo, citado pela Comissão Permanente de Crenologia- CPC é a Zona Norte de Natal, que possui uma demanda ainda não explorada no mercado.

“O professor Geraldo da UFRN [que trabalha com a CPC] informou que o potencial de água subterrânea [na Zona Norte] é de 180 bilhões de litros por ano, quase a mesma quantidade que é produzida de águas envasadas no mundo todo. Leve em consideração que não existe nenhuma água mineral instalada na zona norte de natal, e podemos afirmar que o RN tem grande potencial para exploração de água mineral”, declarou Carlos Magno.

Atualmente, a maior quantidade de fontes encontra-se situada nos municípios de Macaíba e Parnamirim.

FRUKI pretende investir R$ 30 milhões em nova fábrica de chás e sucos

Fruki aguarda proposta de municípios

Em reunião-almoço, on­tem, na Bebidas Fruki, o diretor da empresa, Nel­son Eggers anunciou a construção de uma nova fábrica. Serão produzidos sucos, chás, be­bidas de soja e energéticos. Parti­ciparam do encontro, o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fier­gs), Heitor Müller e autoridades empresariais da região.

O projeto atende aos princípios de inovação traçados pela empre­sa lajeadense, que em 2011 com­pleta 87 anos. Conforme Eggers, a Fruki aguarda propostas de terre­nos dos prefeitos do Vale. A prefe­rência é que seja fora de Lajeado.



Para viabilizar a instalação da nova fábrica, é necessário a área ser próxima da BR-386, tamanho mínimo de 20 hectares e ter abun­dância em água. O investimento previsto é de até R$ 30 milhões. Até o momento nenhum prefeito da região oficializou proposta.

No mesmo encontro, Eggers anunciou a possibilidade da mar­ca Fruki se tornar referência na­cional. Restrita à venda em terri­tório gaúcho (exceto exportação para Estados Unidos, Irã, China, Japão e Uruguai, todos em peque­na quantidade) a empresa estuda a possibilidade de tornar o refri­gerante guaraná uma franquia. Dessa forma, venderia o concen­trado e concederia a licença para uso do referido rótulo para outras empresas produtoras de refrige­rante no Brasil.

Mostram interesse cinco em­presas, com sede em São Paulo e Espírito Santo, que têm centrais de distribuição em Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul. “É pos­sível fazer o negócio, desde que as empresas respeitem as normas e tenham condições de fazer o pro­duto com a mesma qualidade que fizemos aqui (em Lajeado).”

A Fruki hoje

Com 44 produtos no mer­cado gaúcho, a empresa tem capacidade produtora de R$ 300 milhões de litros ao ano. Ela detém 12,5% do merca­do de refrigerantes do estado e está em terceiro lugar no ranking gaúcho. Perde para a Coca Cola e Ambev (fa­bricante da Pepsi Cola). Tem 660 funcionários. No RS, há quatro centrais de distribui­ção, localizadas em Lajeado, Cachoeira do Sul, Pelotas e Santo Ângelo. Atende mais de 30 mil clientes todo mês.

sábado, 27 de agosto de 2011

NOVA FÁBRICA DE ÁGUA MINERAL NO RS

         Conforme informações recebidas da direção da Paulinox, está previsto para o mês de Outubro de 2011 a inaguração do seu emprendimento: a Indústria de Água Mineral SERRA MAIOR, que está localizada no município de São Marcos/RS.

Incialmente trabalharão com embalagens de 5, 10 e 20 Litros.

Trata-se de uma água mineral da serra gaúcha com ph de 7,20

Fonte: ADAM-RS

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Água mineral Cambuquira é destaque em SP


       Água mineral, considerada a melhor do mundo, é apreciada em Festival Gastronômico. A água mineral de Cambuquira, considerada a melhor água do mundo, foi apresentada no dia 29 de julho, em São Paulo, no Festival Gastronômico - Paladar Cozinha do Brasil, evento que ocorreu no período de 28 a 31 de julho, no Hotel Grand Hyatt São Paulo.


       Estiveram presentes a este evento o Prefeito Municipal de Cambuquira, Evanderson Xavier, o Kaka, o Gerente do Parque das Águas, Rodrigo Alexandre dos Santos e a Gerente da Divisão de Defesa do Patrimônio Cultural, Maria Cristina Borges Franco.

Sócios da Água Mineral Minalinda são absolvidos da acusação de comercializar água imprópria para consumo

O juízo da 3ª Vara Criminal de Porto Velho rejeitou a denúncia ofertada pelo Ministério Público contra dois sócios-proprietários da Água Mineral Minalinda, acusados de comercializar água imprópria para consumo no Estado. Luiz Claudio Pereira de Melo e José de Melo Freire foram acusados de Crime contra as relações de consumo (art. 7º, inciso IX c/c artigos 11 e 12 da Lei n. 8. 137/90), mas foram impronunciados por insuficiência de provas.

De acordo com o juiz de Direito Franklin Vieira dos Santos, a denúncia do Ministério Público não descreve com riqueza de detalhes os crimes praticados pelos acusados, o que certamente não oportunizará aos acusados que façam sua defesa. “A denúncia descreve fatos pretensamente praticados pela empresa”, disse o magistrado, sustentando em seguida que “Na forma como veio, a denúncia não permite conhecer a relação existente entre a função exercida pelos acusados na empresa e o resultado criminoso relatado”.

ais adiante, o juiz finalizou seu juízo sobre a acusação dizendo: “Da forma como ficou constando, impossibilita até mesmo ao juízo analisar qual a conduta esperada e eventualmente não praticada pelos agentes. Em outras palavras, os sócios-proprietários estão sendo acusados meramente por serem sócios e sua empresa pretensamente ter realizado um tipo penal”.

Leia na Integra no endereço:
https://www2.tj.ro.gov.br/autenticacao/validaDiario.html sob o número 144 Ano 2011






terça-feira, 23 de agosto de 2011

CHAVEZ ESTUDA PRIVATIZAR EMPRESAS DE ÁGUA MINERAL

CARACAS




Eduardo Mayorca/EfeAto. Em Caracas, começa congresso do Partido Comunista

O governo da Venezuela está preparando um decreto para nacionalizar empresas de engarrafamento de água mineral no país, segundo informou ontem o jornal El Universal.

O diário afirma que, antes de partir para Cuba para a segunda fase de seu tratamento, no mês passado, o presidente Hugo Chávez cobrou de seu vice, Elias Jaua, e do ministro do Meio Ambiente, Alejandro Hitcher, um projeto sobre a exploração de mananciais de água potável explorados por empresas privadas.

Chávez teria assegurado a seus subordinados que tinha certeza de que essas companhias não pagavam ao Estado o preço justo pela concessão. Conforme relato do colunista Nelson Bocaranda, crítico do chavismo, o presidente desqualificou a explicação de seu ministro do Meio Ambiente sobre os valores pagos pela exploração. "Não minimize o problema, Hitcher", teria dito Chávez. "A água é nossa, é da república. Isso, sim, viola a Constituição. E não meu tratamento em Cuba."

Em seguida, o presidente pediu que Jaua acelerasse o decreto de nacionalização. O jornal diz que a medida já está pronta. A primeira empresa na mira do governo seria a Polar, que fabrica a água Minalba (homônima, mas sem relação com a vendida no Brasil).

Repaginado. Desde que assumiu publicamente que tem câncer, Chávez tem mudado sua imagem pública. O tradicional uniforme militar e a camisa vermelha foram aposentados. Por causa da quimioterapia, o líder raspou os cabelos.

O discurso também está mais moderado. O presidente pediu a seus partidários que troquem o lema "Pátria socialista ou morte" por "Viveremos e venceremos". Os longos pronunciamentos foram substituídos por mensagens no Twitter e transmissões de reuniões com ministros.

Agora, a um ano das eleições presidenciais, Chávez fala em dialogar com setores que antes antagonizava, como a classe média e o empresariado. "Temos de extirpar males, como o sectarismo e o dogmatismo. Isso faz mal", afirmou. O presidente participaria pela TV do 14.º Congresso do Partido Comunista da Venezuela, iniciado ontem. / REUTERS, EFE e AP

Presidente de associação de revendedores de gás critica resolução sobre entregas



Contran proíbe transporte de combustíveis inflamáveis ou tóxicos e de galões em motocicletas, a não ser que estejam em sidecars.


O presidente da Associação Brasileira dos Revendedores de GLP (Gás Liquefeito de Petróleo) – ASMIRG-BR, Alexandre Borjaili, enviou manifesto à imprensa sobre resolução do Conselho Nacional de Trânsito – Contran a respeito do uso de sidecar em motocicletas para entregas de gás.

“A obrigatoriedade do uso do sidecar é um enigma, uma aberração a segurança. Gostaria de ver um engenheiro de segurança descer uma ladeira da cidade de Ouro Preto, Minas Gerais, em período de chuva com três botijões cheios num sidecar”, escreveu.

A resolução entra em vigor nesta quinta-feira, dia 04, e afirma que é “proibido o transporte de combustíveis inflamáveis ou tóxicos e de galões, com exceção de botijões de gás com capacidade máxima de 13 quilos e de galões contendo água mineral, com capacidade máxima de 20 litros, desde que com auxílio de sidecar”.

“A ASMIRG-BR está orientando a todo setor de revenda a não se expor. Se não há condições seguras de entregar o gás de cozinha, que suspendam o atendimento. O que não pode é a empresa colocar em risco a segurança de seus funcionários com um equipamento deste tipo. Certamente devemos ser razoáveis, há regiões planas que o uso do sidecar é seguro, mas esta não é a realidade em todos os estados.”


Borjaili afirma a associação apóia sindicatos do setor de motocicletas para mudança na resolução. “Nosso pedido é que se mantenha, pelo menos, o uso de entrega com um botijão nas motocicletas, mas tudo isto requer uma tramitação e não podemos contar com a certeza ou com uma data para estes ajustes”, conclui.



FOTO: ilustrativa

DCDN fornece Grupo Gerador para Água Mineral Santa Joana.

             A Água Mineral Santa Joana vem investindo mais de R$ 5 Milhões desde 2010 em infra estrutura e qualidade, agora chegou o momento da aquisição do Grupo Gerador Cummins Power Generation.


      Foi fornecido pelo vendedor Ricardo Cantini um grupo gerador de 260kVA, modelo C200 D6-4 para trabalhar em regime de StandBy (Emergência) na fonte localizada na cidade Paulista - PE.


 



domingo, 21 de agosto de 2011

Cursos para Motociclistas



Motociclistas que fazem entregas em domicílio agora são obrigados a fazer um curso, de acordo com resolução do Conselho Nacional de Trânsito

Da Redação do pe360graus.com

Motociclistas que fazem entregas em domicílio agora são obrigados a fazer um curso, que inclui aulas de direção defensiva. A resolução do Conselho Nacional de Trânsito entrou em vigor este mês. Em Pernambuco, a instituição credenciada para dar as aulas é o Sest/Senat, o Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte. A primeira turma começou neste sábado (20).

Nas salas de aula, capacetes espalhados pela sala mostram que a turma não é uma qualquer. Os alunos estão fazendo o curso de qualificação para motofretistas, que é aquele pessoal que trabalha com a moto fazendo entrega em domicílios. Levam pizzas, remédios, encomendas. Na primeira turma, os alunos aprendem a dirigir a moto com mais segurança, respeitando as leis de trânsito.

Hélio Davino é instrutor e, mesmo sabendo que a turma é formada por quem está acostumado a trabalhar com motos, ele ressalta a importância da qualificação. "Independente da formação, da habilidade que esse profissional tenha, ele requer conhecimentos na parte legal da atividade que ele executa, como também em aspectos comportamentais. Por exemplo, pilotagem defensiva. Ele deve saber como deve se portar no trânsito", explica.

O curso tem 30 horas de aula, sendo 25 teóricas e cinco práticas. Os alunos também entenderam que é importante estar mais preparados para o dia a dia no trânsito. "Vou sair daqui um motociclista melhor do que eu sou hoje. A gente precisa de qualificação, precisamos de pessoas educadas no trânsito e que sabem o que é certo e o que é errado", acredita o motofretista Sérgio Araújo. "Nós temos família, temos esposa. Quando saimos de casa, saimos íntegros. E temos que voltar íntegros", completa o motofretista Maycon Fernandes.

Esta semana, um encontro na Assembleia Legislativa discutiu o aumento de acidentes de trânsito envolvendo as motos em Pernambuco. O médico João Veiga, que preside o Comitê Estadual de Prevenção aos acidentes de motos lembrou que três cidades - Recife, Caruaru e Petrolina - respondem por 45% das mortes em acidentes com motos no Estado.

Outras turmas já estão sendo formadas e o curso deve se tornar permanente no Sest-Senat. "Temos uma turma começando no dia 19 de setembro e estamos fazendo as inscrições", diz a coordenadora de Cursos Sest/Senat, Fátima Costa. Mais Informações sobre o curso podem ser obtidas pelo telefone 2119.0228.

domingo, 14 de agosto de 2011

Água Mineral Puríssma em Braile

A marca de água mineral Puríssima lançou no último sábado (30) novas embalagens para consumo do produto. Com design diferenciado, anatômico e que utiliza até 15% menos PET em sua produção, as garrafas de 500 ml também integram a linguagem braile.

A iniciativa faz parte de um plano de reposicionamento da marca, que atua no mercado desde janeiro de 1999. A água mineral Puríssima é produzida no município de Dom Aquino (distante 166 km de Cuiabá) e sua reestruturação faz da marca a primeira do ramo em Mato Grosso a utilizar a tecnologia de responsabilidade socioambiental.

O diretor da Puríssima, Wilmar Franzner, define a mudança: “A nova marca preserva, de maneira um pouco mais moderna, a essência e os valores da empresa. É uma atualização para o mercado”.

Envasadora de água mineral é a nova geradora de emprego em Alto Paraíso



Mateus Andrade



Envasadora de água mineral é a nova geradora de emprego em Alto Paraíso

Na manhã da ultima quinta-feira (11), o vice-prefeito Marcos Aparecido Leghi (Marcão–PPS), visitou a primeira fonte e envasadora de água mineral de Alto Paraíso. Depois de quase “10 anos”, buscando a regulamentação junto ao Ministério do Meio Ambiente (MMA), para o envasamento de água mineral, a Associação “Fonte Paraíso”, gerenciada pela empresa “FRIAGUA”.

Potencial:

O gerente da empresa disse ao vice-prefeito que a fonte envasa por dia cerca de “Um mil e Oitocentos” (1.800) galões de 20 litros, dia, que poderá ultrapassar 40 mil galões por dia, conforme a necessidade do comercio, o gerente da empresa disse ainda que futuramente serão exportados também para outros Estados e que está em negociação à exportação para “Dubai nos Emirados Árabes”. “Estamos começando apenas com galão de 20 litros, mas em no máximo 60 dias já estaremos envazando “pets” de 510 ml”, concluiu.

Incentivo:

O vice-prefeito Marcão falou que a prefeitura de Alto Paraíso tem “orgulho e dever” de dar incentivo a essa empresa. “Além de gerar empregos para o município está dando a Alto Paraíso a oportunidade de ser mais reconhecida, no Governo do Estado e no Palácio do Planalto, que é interesse da Presidência ver o crescimento de todos os municípios, democraticamente”. Explicou Marcão.

Geração de empregos:

A empresa emprega de imediato, 25 pessoas diretamente e cerca de 400 pessoas indiretamente, o numero poderá chegar á 80 pessoas diretamente, com o envasamento de pet de 510 ml. A empresa atualmente é composta por 12 sócios e 30 acionistas, que contribuíram, direta ou indiretamente para que o sonho de ter uma fonte de agua mineral no vale do Jamari fosse realizado.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

AUSÊNCIA IMPORTANTE

COMUNICADO
Caros Leitores, distribuidores e amigos, o motivo da falta de publicações neste blog é simples:


A Associação dos Distribuidores de água Mineral está organizando um encontro para, aproximadamente 15 dias, debater questões da Distribuição da Água Mineral no Estado.


Trataremos de questões politicas até questões burocráticas, passando, evidentemente, pelo assunto TRANSPORTE, uma vez que este está muito em voga neste momento e provocando muitas dores de cabeça aos distribuidores.


O evento será para todos os distribuidores de Água Mineral do Estado e será realizado em Porto Alegre,


Maiores informações publicarei aqui neste espaço. e peço que divulguem ao número maior de distribuidores possível, pois só unidos seremos fortes.


Atenciosamente Leandro Greff

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Ouro Fino surpreende em ação de marketing

Fabricado pela Ouro Fino, uma das mais tradicionais indústria de água mineral do Paraná, o energético Insano Extreme Energy Drink recebeu apoio da Agência Listo! nas estratégias de comunicação para a 9ª Networking Night – feira promovida pela Amcham Curitiba – Câmara Americana do Comércio.


A Ouro Fino foi uma das empresas patrocinadoras do evento e tinha um estante estratégico na entrada da feira. A intenção, é claro, era marcar presença e divulgar o novo produto. Assim, a Agência Listo desenvolveu ações pré-evento e no estande onde, além de desenvolver a comunicação visual do espaço, movimentou a visitação com degustação de drinks com energético.

Para impactar o público já na semana anterior à feira, a Listo! organizou para a Ouro Fino, junto à Amcham, guerrilhas nos principais edifícios comerciais da cidade para promover o evento e o energético. Na ação diferenciada foram distribuídas garrafas de Insano com um material atrativo: uma gargaleira com personagem, que ligava o produto ao evento.

Além disso, a Listo! inovou com uma mecânica inusitada durante 9ª Networking Night: para que visitantes e expositores passassem pelo estande da Ouro Fino, um plano de check in foi elaborado, imitando o Foursquare – rede social digital por geolocalização. Ao ir até lá, os visitantes recebiam comprovantes de check in na passagem pelo local. E ao final, ganhavam um brinde.


Água mineral é campeã de vendas no primeiro bimestre


O produto que registrou o maior aumento nas vendas no primeiro bimestre deste ano, ante o mesmo período de 2010, foi a água mineral. A bebida teve alta de 32,7% nos dois primeiros meses do ano, de acordo com levantamento da empresa Nielsen.

O segundo maior crescimento de vendas no período foi o de vinho, com 29,1%. Em compensação, a comercialização de sabão em barra foi responsável pela principal queda: 12,8%.

A empresa analisou 134 categorias de produtos, que movimentaram um volume de dinheiro 2,3% maior no primeiro bimestre de 2011.

No mesmo período do ano passado, o crescimento ante 2009 havia sido de 7,5%. Na média, o preço dos produtos não sofreu alteração entre abril de 2010 e o mesmo mês deste ano.

Fonte: Folha de São Paulo

Água Mineral Timbu aplica o recurso de Logística reversa em 100% dos materiais que utiliza

A logística reversa é a área da logística que trata dos aspectos de retornos de produtos, embalagens ou materiais ao seu centro produtivo. Apesar de ser um tema extremamente atual, esse processo já podia ser observado há alguns anos nas indústrias de bebidas, com a reutilização de seus vasilhames, isto é, o produto chegava ao consumidor e retornava ao seu centro produtivo para que sua embalagem fosse reutilizada e voltasse ao consumidor final.

A indústria paranaense Água Mineral Timbu aplica a logistica reversa em praticamente 100% dos seus materiais. Segundo a diretora da empresa, Maria Alice Silveira Carneitro, “a empresa não joga nada fora. Ou é reutilizado, ou devolvido para os fornecedores ou encaminhado para reciclagem”, comemora.

Pequenas atitudes, muitas vezes iniciativas dos funcionários, chamam a atenção. Com uma receita encontrada na internet, os funcionários da empresa desenvolveram uma vassoura de garras pet. Além de usar um material que seria jogado no lixo, a vassoura é ótima e está sendo usada todos os dias dentro da Timbu.

Caminhando pela fabrica, que fica em Almirante Tamandaré, região metropolitana de Curitiba, é possível perceber o reaproveitamento de materias. Os lixos espalhados pelo terreno são feitos de galões vencidos, cortados e pintados. Os sacos de lixo são os plasticos onde os galões vem embalados. Em uma pequena casa, uma garrafa pet com água e cloro foi colocada no telhado, fazendo com que a luz entre naturalmente na casa e gere economia de energia.

Um espaço exclusivo é destinado ao lixo reciclavel. Uma vez por mês, uma empresa de reciclagem vai até o local recolher o material. A empresa ainda recolhe óleo de cozinha dos funcionários e devolve barras de sabão feitas com o material.

Segundo Maria Alice, os colaboradores da fábrica estão acostumados com as ações e trazem sugestões sempre que encontram. “Se cortarmos apenas a rosca das tampas das garrafas pet, podem servir para lacrar pacotes de bolacha e sacos de farinha, por exemplo. São boas ideias que colaboram com o dia a dia e com o planeta”, afirma.

A empresa realiza parcerias com seus fornecedores para devolver o material usado em embalagens e receber um desconto na proxima compra. Por exemplo, os plasticos que envolvem os protótipos das garrafinhas pet são devolvidos para o fornecedor para embalar novamente. As caixas de papelão são usadas como divisórias para armazenar o estoque.


Os papeis usados no escritório são usados frente e verso, ou picotados e encaminhados para reciclagem. No lago no terreno da empresa, um funcionário construiu um dec com galões de 20 litros vencidos. Agora, os colaboradores vão testar outra receita: construir um aquecedor de água com garrafas pet. “Quando ficar pronto, a ideia é testar na prória empresa e se der certo, podemos ampliar para a residencia dos funcionários”, explica a diretora.

Sobre a Timbu:

A Água Mineral Timbu foi fundada em 1962 pelo empresário Samuel Silveira, com sede no município de Almirante Tamandaré. Empresa familiar, a Timbu conta 80 funcionários e tem como carro chefe o galão de 20 litros. Com uma moderna linha de envase, engarrafa desde copos descartáveis de água até galões. Em 2001, ampliou seu espaço para engarrafamento de galões de 20 litros, são 800 m2 de área de descarga, lavagem e higienização, envase e carregamento de galões, que possibilita aos distribuidores descarregar sua carga em aproximadamente 45 minutos e carregar de novo uma carga média de 450 galões. Em abril de 2009, conquistou a certificação ISO 9001:2008.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Mudanças na legislação de água mineral no RN reúne químicos do setor


Os químicos profissionais da área de qualidade das indústrias de água mineral do Estado estão hoje e amanhã reunidos no auditório da Fiern. Eles participam de um debate de atualização da legislação e de mudanças exigidas pela Anvisa no setor de águas com uma palestra de Petra Sanchez – Presidente do Comitê Científico da Associação Brasileira de Indústria da Água Mineral (Abinam).


Hoje no RN 60% da população consome água mineral em garrafões de 20 litros. São 18 fontes que geram nove mil empregos diretos e indiretos no Rio Grande do Norte.


Fonte: Assessoria de Imprensa



segunda-feira, 11 de julho de 2011

Fruki instalará um centro de distribuição em Canoas

Área de 40 mil m2 já foi adquirida e obras começam em setembro

Jefferson Klein

FRUKI/DIVULGAÇÃO/JC

Segundo Eggers, conclusão do projeto é prevista para abril de 2012Para dar condições estruturais ao seu processo de crescimento de vendas, a Fruki vem investindo nos últimos anos em seu sistema logístico. Um dos próximos passos dessa estratégia será a construção de um centro de distribuição em Canoas. O grupo já adquiriu uma área de cerca de 40 mil metros quadrados no município para implementar o empreendimento. De acordo com o diretor-presidente da Fruki, Nelson Eggers, as obras deverão ser iniciadas até setembro e a conclusão do projeto deverá ocorrer por volta de abril de 2012. O dirigente relata que o complexo absorverá um investimento entre R$ 10 milhões e R$ 12 milhões.

A melhoria da sua condição de logística no Rio Grande do Sul é fundamental para as projeções do grupo. Eggers ressalta que a empresa planeja aumentar sua participação no mercado gaúcho de água e refrigerantes, para depois focar outras regiões do Brasil. "Queremos ganhar o mundo, mas antes pretendemos crescer no Estado", afirma o executivo.

Atualmente, segundo o dirigente, a companhia detém uma participação de 12,5% do mercado de refrigerantes no Rio Grande do Sul e de 19% do de água. Sem revelar números, Eggers informa que a empresa quer incrementar em 8% seu volume de vendas neste ano, em relação a 2010, e crescer o mesmo percentual novamente em 2012, em comparação a 2011.

As plantas de produção da Fruki estão localizadas em Lajeado e possuem, no momento, uma capacidade para fabricar aproximadamente 300 milhões de litros por ano de água e refrigerantes. Eggers diz que, por enquanto, não será necessário aumentar a capacidade das unidades para atender à previsão de elevação de demanda. Outra novidade enfatizada pelo dirigente é o lançamento, que acontecerá ainda neste mês de julho, do Frukito Uva. Hoje, a empresa conta com a linha desse repositor energético nos sabores frutas cítricas, tropicais e vermelhas.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Início da exploração de água mineral em Sobradinho segue sem previsão

 (Economia)

 
O secretário da Indústria, Comércio e Turismo de Sobradinho, Idelfonso Barbosa, e o químico Mário Augusto Lazzari, estiveram ontem na Câmara para falar sobre a situação da Hidromineradora Santo Expedido, que há mais de sete anos vem anunciando que deseja explorar água mineral em Sobradinho. Pelo relato dos dois, desde a cedência da área em 2004 estão sendo seguidos os trâmites burocráticos e os prazos previstos pelo Departamento Nacional de Produção Mineral.

Barbosa destacou que a competência de legislar sobre áreas de superfície é do município, porém, a autorização para explorar o subsolo é da União. A Hidromineradora Santo Expedito de Campo Bom obteve o direito de explorar até 70 hectares do subsolo do aqüífero Guarani, e já teve publicado no Diário Oficial da União, o reconhecimento de que a água encontrada em Sobradinho é mesmo mineral. Mário Augusto salientou que em nenhum momento, o processo esteve paralisado.

Conforme ele, a empresa está providenciando agora as licenças prévias de instalação e de operação, cujo prazo, é de até um ano e meio. Depois disso, é preciso aguardar a autorização do Departamento Nacional de Produção Mineral. Ainda não há, portanto, prazo previsto para que a empresa se instale em Sobradinho e inicie a exploração e o envasamento da água mineral.


Fonte: Rádio Sobradinho

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Parlamentares propõem isenção de impostos e benefícios a setores


Brasília – A Medida Provisória (MP) nº 534, editada pelo governo federal em 20 de maio para incentivar a produção de tablet no Brasil, poderá ser totalmente desfigurada no Congresso Nacional, conforme algumas das 68 emendas apresentadas ao texto.

A iniciativa do governo visa a atrair fabricantes estrangeiros por meio de incentivos fiscais e forçar a nacionalização de componentes eletrônicos da indústria, cujo domínio tecnológico é considerado estratégico na chamada “economia do conhecimento”.

Há, entre as emendas dos parlamentares, propostas como a do deputado Alceu Moreira (PMDB-RS) que quer, por meio da MP, estender descontos da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e do Programa de Integração Social (PIS), previstos na Lei 11.051/2004, para cooperativas de turismo e lazer, o transporte de passageiros, a mineração, educação, saúde, o consumo, a produção, o trabalho e a habitação.

Já o senador Inácio Arruda (PCdoB–CE) quer diminuir a incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para a produção de cera de carnaúba, mel natural, flores, plantas e água mineral - “todos constantes de nossa pauta de exportação”, explica na justificativa da Emenda nº 35.

Na Emenda nº 44, o deputado Oziel Oliveira (PDT-BA) propõe a criação de medidas de estímulo à liquidação ou à renegociação de dívidas originárias de operações de crédito rural inscritas na Dívida Ativa da União. O senador Valdir Raupp (PMDB-RO) tenta, por meio da MP do Tablet, prorrogar por 30 anos os benefícios e isenções da Área de Livre Comércio de Guajará-Mirim, cidade no interior de Rondônia, que vencem em 2016.

Além das emendas alheias ao objetivo da medida provisória, há as que visam a incluir na MP outros equipamentos como telefones celulares com acesso à internet, leitores de livro digital (e-book) e calculadoras gráficas programáveis, usadas para cálculos mais complexos. Outras emendas tentam criar melhores condições de compra para estudantes, professores e até para órgãos de segurança, como sugere o deputado Alfredo Kaefer (PSDB-PR) na Emenda nº 59.

Quase a metade das emendas apresentadas (33) foi feita por parlamentares do Amazonas. Há entre os políticos do estado o temor de que a MP nº 534 crie concorrência contra a Zona Franca de Manaus. Logo após a edição da medida, o governador do Amazonas, Omar Aziz, disse que a iniciativa do governo federal era inconstitucional.

As emendas propostas estão disponíveis no site da Câmara dos Deputados. A proposição tramita em regime de urgência e deveria ter sido votada até o dia 19 de junho. Não há relator escolhido para a matéria que deverá ser votada diretamente em plenário.

domingo, 26 de junho de 2011

Envasadora de água mineral é inaugurada em Porto Seguro

Foto: Rodrigo Hadja/Divulgação



Empreendimento está localizado em Imbiruçu de Dentro, interior do município

PORTO SEGURO - A envasadora de água mineral Águas do Porto promoveu solenidade de inauguração, na sua fábrica, localizada em Imbiruçu de Dentro. O poço São José, propriedade da empresa, foi perfurado em 2002, quando a sua posse foi protocolada no Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). Em janeiro de 2005, foi adquirido pelos sócios Marcos Cintra e Douglas Mesquita de Lima.

A extração da água foi avalizada por análises laboratoriais feitas no Rio de Janeiro, que atestaram a sua qualidade e apontaram o elemento flúor em sua composição, em níveis ideais para o consumo humano.

Em 2009, a firma solicitou ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) a licença para instalação da envasadora no assentamento rural, cuja obtenção foi agilizada pelo intermédio do prefeito de Porto Seguro, Gilberto Abade, e pelo então secretário de Meio Ambiente, Élio Brasil. O Habite-se foi concedido pela prefeitura em maio deste ano.

Visão futurista

O empresário Marcos Cintra declarou que há dez anos um homem de negócios com uma visão futurista se deparou com uma tese de mestrado de uma geóloga, que detectara um manancial em Porto Seguro. Ciente da informação, o empreendedor iniciou a perfuração do poço para colher amostras do produto.

“Em 2004, um amigo comum me convidou para passar um final de ano nesta cidade, quando fui recebido pelo ex-prefeito Jânio Natal. Nessa época, eu nada entendia de água mineral, mas decidi comprar o poço e investir nesse projeto”, afirmou Cintra, salientando a contribuição do prefeito Abade.

“Fizemos uma parceria de sucesso, uma vez que contamos com a sua colaboração para conseguirmos as licenças necessárias e também porque ele nos ofereceu a pavimentação da estrada de acesso, uma obra que já foi iniciada”, destacou.

Suplente de senador pelo Estado de Sergipe, o empresário Lauro Antonio Menezes considerou que a data da inauguração marcou oficialmente a chegada do grupo ao município. Lauro enfatizou a importância de Porto Seguro para a história e o turismo do Brasil.

“Esta é uma região privilegiada, onde tudo começou, aonde chegaram os primeiros desbravadores. Além disso, é farta em belezas naturais, que encantam pessoas de todo o país e do mundo. É nesse ambiente cheio de história, de natureza e com um povo acolhedor que iniciaremos as nossas atividades”, explanou Menezes, ressaltando que o empreendimento consiste num projeto de desenvolvimento sustentável.

“O nosso compromisso é crescer preservando as reservas naturais, para que no futuro possam beneficiar os nossos filhos e netos. Iniciaremos uma célula, que se juntará a outras, formando um corpo de progresso”, concluiu.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Bebidas Fruki recebe Troféu Ouro do PGPQ RS

PGQP divulga vencedores da 16ª edição do Prêmio Qualidade RS

Recorde na história do Prêmio Qualidade RS, serão 147 organizações premiadas nesta 16ª edição do reconhecimento promovido pelo Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade (PGQP). Referência internacional por sua capacidade de mobilização e disseminação das práticas de gestão, a cerimônia de premiação do tradicional Oscar da Qualidade tem entrada franca e será realizada no dia 5 de julho, a partir das 19h, no Centro de Exposições da FIERGS, em Porto Alegre.


A grande festa acontece durante o 12º Congresso Internacional da Gestão, considerado o maior evento na área no mundo. Nesta edição, foram 207 participantes, de pequeno, médio e grande porte, dos diversos segmentos da economia gaúcha, nas categorias Medalha de Bronze e Troféus Bronze, Prata, Ouro e Diamante.


As empresas vencedoras do Troféu Diamante são AES Sul Distribuidora Gaúcha de Energia S/A, Randon S/A Implementos e Participações (Divisão Implementos) e Suspensys Sistemas Automotivos Ltda. Conquista o Troféu Ouro a Bebidas Fruki S/A. Receberão Troféu Prata 30 organizações, Troféu Bronze 47 e Medalha de Bronze 66. São premiadas, pela primeira vez no Prêmio Qualidade RS, 74 organizações. (veja a lista completa das vencedoras abaixo do release). Participaram do processo de avaliação 997 examinadores e 32 juizes e relatores, em um processo de candidatura, avaliação e julgamento rigoroso, que dura cerca de um ano.


Entre as vencedoras, 128 são da área de Serviços, 2 são da Administração Pública, 11 da indústria e 6 do comércio. Este ano, além do Prêmio Qualidade RS, será entregue pela primeira vez o Prêmio Inovação PGQP, cujo resultado será divulgado na próxima semana.


“O Prêmio Qualidade RS nos orgulha mais uma vez ao reconhecer as organizações que tiveram destaque na sua Gestão e estão contribuindo para a competitividade do Estado e melhoria da qualidade de vida das pessoas. Lideranças e equipes motivadas pela vontade de criar valor com mais conhecimentos sobre qualidade.


São organizações de diversas regiões e setores que seguem na caminhada pela excelência, que proporciona aprendizado, valorização das pessoas e controle dos processos. Tudo isso contribui para o avanço em nosso Estado, quando percebemos a importância das organizações na liderança do movimento de competitividade sustentável que tanto defendemos”, destaca o presidente do Conselho Diretor do PGQP, Ricardo Felizzola.


O Prêmio Qualidade RS abrange a avaliação da gestão das organizações em oito critérios: Liderança, Estratégias e Planos, Clientes, Sociedade, Informações e Conhecimento, Pessoas, Processos e Resultados. Para concorrer ao Prêmio, as interessadas precisam ter adesão ao PGQP e é recomendado participar das três etapas do Sistema de Avaliação: treinamento, auto-avaliação e avaliação externa, além de elaborar o relatório da gestão e receber a visita de uma dupla de examinadores e julgamento de uma comissão de juizes.


O Prêmio, criado em 1996 pelo PGQP, viabiliza às vencedoras um reconhecimento e visibilidade nacional quanto a seu sistema de gestão alinhado aos princípios da qualidade, reconhecimento da força de trabalho e maior autoestima dos colaboradores, além do reconhecimento da comunidade com informações sobre práticas bem-sucedidas de gestão, preconizadas no modelo de Excelência da Gestão.


Em toda a história do Prêmio Qualidade RS (de 1996 a 2011, foram 1997 candidatas, totalizando 1191 reconhecimentos e 629 organizações diferentes premiadas. Ao todo, já foram treinados 5700 examinadores, dos quais 3074 atuaram nas visitas às candidatas.

Fonte: Enfato

Edição 17 do Jornal Água Vida da Itati

          Já está on line a Edição de Número 17 do Água Vida da Água Mineral Itati. Clique no link e leia.


quinta-feira, 16 de junho de 2011

Fiemt vai ao STF defender manutenção dos benefícios

Estado corre risco de as leis que concedem o benefício serem invalidadas

Secom/MT
Jandir Milan, presidente da Fiemt: preocupação com decisão da Suprema Corte

ANTONIELLE COSTA

O advogado da Federação das Indústrias de Mato Gosso (Fiemt), Victor Maizman, vai ao Supremo Tribunal Federal (STF) defender a legalidade das leis estaduais que dispõem sobre os incentivos fiscais no Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), sob pena de o Estado perder várias indústrias que são beneficiadas.

A concessão dos incentivos é feita por meio dos programas Desenvolvimento Industrial e Comercial (Prodeic) e de Desenvolvimento Rural (Proder).

Isto porque Mato Grosso está a um passo de perder as empresas que possuem os benefícios, caso sejam invalidadas as leis que dispõem sobre os incentivos, conforme vem firmando entendimento a Suprema Corte.

Além disso, sem o programa, o Estado não possui condições de competir com os grandes centros do país, em função de vários fatores, entre eles, a falta de logística, a distância geográfica e a alta carga tributária sobre os combustíveis, resultando em desestímulo a economia.

Ao MidiaNews, o advogado explicou que recentemente o STF vem analisando uma série de medidas judiciais e invalidando as leis estaduais que concederam benefícios em vários Estados, que não haviam sido aprovadas por unanimidade pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).

Segundo ele, o STF tem se embasado na Lei Complementar 24/1975 sancionada antes da Constituição Federal de 1988, que prevê a aprovação unânime do Confaz para a validação das leis estaduais criadas para concessão dos incentivos.

"Essa tese, porém, só é válida para os Estados industrializados, ou mais exatamente, para São Paulo. Neste, aliás, é impossível conceder isenção para indústria nova, porque em seu território já existe indústria de todos os ramos, ao contrário do Estado de Mato Grosso, cujo potencial de industrialização depende de atrativos fomentados pelo Governo Estadual, promovendo, por corolário, o aumento da arrecadação dos demais tributos, na medida em que aumenta a renda e o conseqüente poder de compra, com a oferta de novos empregos", diz um trecho da petição proposta por Maizman.

Dessa forma, o Governo do Distrito Federal propôs uma Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (Adpf) para discutir a eficácia da lei complementar e a Fiemt requereu ao STF que seja admitida na relação processual, para se manifestar no processo e pluralizar o debate constitucional.

"O Supremo não tem levado em consideração os Estados em desenvolvimento como é o caso de Mato Grosso, que precisam dos incentivos para sua sobrevivência. A Fiemt, preocupada com essa situação, requereu a manifestação no processo para evitar a extinção dos incentivos no Estado", afirmou.

O ministro do Supremo, Dias Toffoli, acatou o pedido de Maizman que irá fazer sustentação oral durante o julgamento da ação, previsto para este mês.

Prodeic

O programa foi criado em 2003, com objetivo de contribuir para a expansão, modernização e diversificação das atividades econômicas, estimulando a realização de investimentos, a inovação tecnológica das estruturas produtivas e o aumento da competitividade estadual, com ênfase na geração de emprego e renda e na redução das desigualdades sociais e regionais, por meio da redução do ICMS.

Dentre as indústrias beneficiadas no Estado estão laticínios, madeireiras, indústria e comércio de máquinas e equipamentos para avicultura, empresa de reciclagem de lixo plástico e de engarrafamento e comercialização de água mineral

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Crise faz disparar a venda de água mineral no Japão

Os consumidores se preparam para eventuais situações de emergência.
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► De Tokyo, Japão

Estabelecimentos comerciais no Japão estão estocando água mineral importada à medida que se aproxima o verão. Desde o terremoto e tsunami de 11 de março, vem aumentando no país a demanda emergencial de água.

O grande grupo comercial Seven & I Holdings começou a importar água de Taiwan no mês passado. O grupo planeja uma venda mensal entre 15 milhões e 20 milhões de garrafas em suas lojas de conveniência e supermercados.

O Seiyu, outro grupo de varejo, está importando do Canadá, entre maio e julho, garrafas de água mineral de 0,5 litro em quantidade dez vezes maior do que a registrada no mesmo período do ano passado. Além disso, a rede começou a importar garrafas de 1,5 litro.

Estabelecimentos do varejo antecipam um acentuado crescimento da venda de água engarrafada porque os consumidores se preparam para eventuais situações de emergência por meio do estoque do produto.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

CLASSES DAS ÁGUAS



RESOLUÇÃO No 357, DE 17 DE MARÇO DE 2005

Dispõe sobre a classificação dos corpos de água e diretrizes ambientais para o seu enquadramento, bem como estabelece as condições e padrões de lançamento de efluentes, e dá outras providências.

Para conhecê-la clique no link abaixo:

http://www.mma.gov.br/port/conama/res/res05/res35705.pdf

Ou se preferir, faça o download do arquivo da resolução, em pdf (você precisará do Acrobat Reader para abrí-lo), clicando abaixo:

Resolução nº 357/2005 - arquivo em pdf

CLASSIFICAÇÃO DE ÁGUAS DOCES, SALOBRAS E SALINAS DO

TERRITÓRIO NACIONAL


São classificadas, segundo seus usos preponderantes, em nove classes, as águas doces, salobras e salinas do Território Nacional:


Águas Doces


I - Classe Especial - águas destinadas:

a) ao abastecimento doméstico sem prévia ou com simples desinfecção;

b) à preservação do equilíbrio natural das comunidades aquáticas.


II - Classe 1 - águas destinadas:

a) ao abastecimento doméstico após tratamento simplificado;

b) à proteção das comunidades aquáticas;

c) à recreação de contato primário (natação, esqui aquático e mergulho);

d) à irrigação de hortaliças que são consumidas cruas e de frutas que se desenvolvam rentes ao solo e que ingeridas cruas sem remoção de película;

e) à criação natural e/ou intensiva (aqüicultura) de espécies destinadas à alimentação humana.


III - Classe 2 - águas destinadas:

a) ao abastecimento doméstico, após tratamento convencional;

b) à proteção das comunidades aquáticas;

c) à recreação de contato primário (esqui aquático, natação e mergulho);

d) à irrigação de hortaliças e plantas frutíferas;

e) à criação natural e/ou intensiva (aqüicultura) de espécies destinadas à alimentação humana;


IV - Classe 3 - águas destinadas:

a) ao abastecimento doméstico, após tratamento convencional;

b) à irrigação de culturas arbóreas, cerealíferas e forrageiras;

c) à dessedentação de animais.

V - Classe 4 - águas destinadas:

a) à navegação:

b) à harmonia paisagística;

c) aos usos menos exigentes.


Águas Salinas

VI - Classe 5 - águas destinadas:

a) à recreação de contato primário;

b) à proteção das comunidades aquáticas;

c) à criação natural e/ou intensiva (aqüicultura) de espécies destinadas à alimentação humana.

VII - Classe 6 - águas destinadas:

a) à navegação comercial;

b) à harmonia paisagística;

c) à recreação de contato secundário.



Águas Salobras

VII - Classe 7 - águas destinadas:

a) à recreação de contato primário;

b) à proteção das comunidades aquáticas;

c) à criação natural e/ou intensiva (aqüicultura) de espécies destinadas à alimentação humana.


IX - Classe 8 - águas destinadas:

a) à navegação comercial;

b) à harmonia paisagística;

c) à recreação de contato secundário.


Fonte: Conselho Nacional do Meio Ambiente - Resolução nº 20 - de 18 de junho de 1986

Água Mineral liberada em São Luis

SÃO LUÍS - Apenas uma das empresas de água mineral que foram interditadas ainda não foi liberada pelo Departamento Nacional de Produção Mineral. Mesmo assim, ainda falta produto nos distribuidores de São Luís.



Assista à reportagem da TV Mirante

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Smic notifica comércio irregular de água mineral

        A equipe especial de fiscalização da Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (Smic) vistoriou nesta sexta-feira, 3, estabelecimentos que comercializam água mineral.
         Os fiscais verificaram a regularidade administrativa das atividades, em atenção à Lei 12/75 e à Lei 9.944/2006, que regulamentam o comércio, distribuição e armazenamento de água mineral em Porto Alegre. A fiscalização ocorreu em diversos pontos da Capital.
         Foram vistoriados 19 estabelecimentos, resultando em duas notificações de irregularidade.





Extração mineral é tema de estudo na Câmara dos Deputados

João Paulo Bueno

       A Câmara dos Deputados lança, nesta quarta-feira (08 de junho), por meio do Conselho de Altos Estudos e Avaliação Tecnológica estudo sobre o setor mineral proposto pelo deputado federal Jaime Martins (PR/MG). O objetivo é promover avaliação do setor para a atualização do modelo institucional, modernizando-o de acordo com as novas legislações.

          Além disso, adequar o Código de Mineração às normas constitucionais de 1988, possibilitando mudanças com relação ao pagamento de participações especiais, licitações para outorga e concessão de lavra, competitividade no acesso a bens minerais, tributação do setor e principalmente sustentabilidade ambiental, e novas competências ao DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral).

         De acordo com Jaime Martins o estudo irá sensibilizar a sociedade brasileira para a necessidade de se criar novos instrumentos de controle, regulação e arrecadação que efetivamente garantam o atendimento do interesse público pela exploração mineral por meio da introdução de uma agência reguladora do setor.

         “O Brasil ocupa posição de destaque no mercado mundial de mineração. É fundamental que se saiba beneficiar das grandes rendas geradas pelo setor mineral”.

        O documento foi elaborado por consultores legislativos da Área de Recursos Minerais, Hídricos e Energéticos, Direito Administrativo e Direito Constitucional. O estudo será apresentado no Salão Nobre da Câmara dos Deputados, às 15h30.

Pains

        Tal estudo é um ponta-pé para o estabelecimento de um marco regulatório que vai determinar as ações e políticas para o setor de mineração no Brasil, o que vai impactar economias como a de Arcos e Pains, principalmente porque vai determinar os repasses, conhecidos como royalties, aos municípios produtores de minérios.

        Os royalties são compensações pagas aos municípios ou estados produtores de minérios e municípios como Pains se sentem prejudicados com o pouco repasse. Somente em 2008 o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) repassou para Pains mais de 100 mil reais, a título de Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM).

        Já em 2009, os valores somados até agosto ficam em cifras aproximadas em 75 mil reais.

        E a queda na arrecadação não é a principal preocupação das autoridades de Pains. De acordo com o secretário municipal de Fazenda, Amir Otoni de Oliveira, o município tem um prejuízo em mais de 100 mil reais por mês devido ao fato de a grande maioria das empresas extrativistas em Pains não recolherem a Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Trabalho Escravo: Já na lista suja, empresa do grupo Edson Queiroz repete prática

Na "lista suja" do trabalho escravo desde julho de 2010, empresa do grupo foi mais uma vez flagrada utilizando mão de obra escrava em março de 2011. Para empresa, problema, em fazenda de gado no Maranhão, foi "pontual"

Por Bianca Pyl

O grupo cearense Edson Queiroz foi flagrado pela terceira vez utilizando trabalho escravo em uma de suas atividades. A Esperança Agropecuária e Indústria Ltda., empresa do conglomerado que consta na "lista suja" do trabalho escravo desde julho de 2010, foi flagrada novamente utilizando mão de obra escrava. A última libertação aconteceu em 23 de março deste ano.

A ação foi na fazenda Entre Rios, localizada em Maracaçumé (MA), e envolveu 16 vítimas. A fiscalização foi realizada pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Maranhão (SRTE/MA) e pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), tendo contado com apoio da Polícia Federal (PF). A fazenda Entre Rios possui 18,5 mil hectares e tem como atividade principal a criação de gado para corte.

A inclusão no cadastro de empregados que utilizaram trabalho escravo, em julho de 2010, se deu em função da libertação de oito trabalhadores na fazenda Serra Negra, em Aroazes (PI). Na ocasião, os fiscais lavraram 12 autos de infração e os valores das verbas rescisórias totalizaram mais de R$18 mil.

Anteriormente, o grupo Edson Queiroz já havia estado no cadastro. Na primeira publicação da "lista suja", em novembro de 2003, constava a Florestal Maracaçumé Ltda, que pertencia ao grupo. À época, a inclusão na lista ocorreu em decorrência da libertação de 86 trabalhadores submetidos à situação de trabalho semelhante à escravidão, em 1999. No caso, o problema se deu na mesma fazenda Entre Rios onde em março deste ano foi identificada a nova situação de trabalho escravo.

O grupo Edson Queiroz também responde pela Universidade de Fortaleza (Unifor) e controla empresas em diversos ramos de atividade, como distribuição de gás, mineração, produção de mel, envasamento de água mineral (marcas Indaiá e Minalba), reflorestamento, piscicultura, processamento de carnes (Multicarnes) e exportação de eletrodomésticos para mais de 50 países. O grupo cearense também detém veículos de comunicação, como rádios (Rádio Verdes Mares e Rádio Recife), canais de televisão (TV Verdes Mares e TV Diário), jornal impresso (Diário do Nordeste) e site (Portal Verdes Mares).

Último flagrante

Os empregados, moradores de Turilândia (MA) e Maracaçumé (MA), declararam que foram aliciados por um "gato" e que estavam acumulando dívidas com o aliciador da fazenda. O grupo estava há cerca de um mês no local. As vítimas eram responsáveis pelo roço de juquira (limpeza da área) e pela aplicação de agrotóxicos.

Trabalhadores dividiam espaço com agrotóxicos. O risco de contaminação era alto (Foto:SRTE/MA)
Veja Imagem no Link:


O alojamento dos trabalhadores era um barraco feito com tábuas de madeiras podres, coberto de telhas de barro e zinco, de acordo com Carlos Henrique Oliveira, auditor fiscal da SRTE/MA, que coordenou a ação. O barraco era dividido em quatro cômodos e estava localizado aos fundos da fazenda, próximo ao rio Maracaçumé a 20 km da sede. Os empregados estavam trabalhando em uma frente de serviço que ficava a 2 km do alojamento e o deslocamento era feito a pé, todos os dias.

As condições de higiene e limpeza eram péssimas. Os trabalhadores dividiam espaço com os galões de agrotóxicos, armazenados próximos aos alimentos. No local não havia camas, os empregados dormiam em redes. "Era um verdadeiro amontoado de redes, agrotóxicos, alimentos e gente", disse Carlos Henrique.

A água utilizada pelos trabalhadores era retirada de um poço e não passava por qualquer tratamento ou filtragem antes de os trabalhadores consumirem. "Os empregados declaram que na frente de trabalho do roço de juquira, quando acabava a água levada do poço, se viam obrigados, por falta de opção, a tomar água retirada de grotas e nascentes que também eram utilizadas pelo gado da fazenda", detalha o auditor fiscal.

Os empregados não tiveram as Carteiras de Trabalho e da Previdência Social (CTPS) assinadas pela empresa. Nenhum equipamento de proteção individual (EPI) era disponibilizado aos trabalhadores - nem mesmo para quem aplicava agrotóxico. Além disso, quem exercia essa função não recebia treinamento adequado.

Após a fiscalização, o alojamento foi interditado pelos auditores fiscais. O gerente da fazenda se comprometeu a demolir o alojamento. Os trabalhadores receberam as verbas rescisórias e as guias para sacar o Seguro Desemprego para trabalhador resgatado

Histórico

A reportagem entrou em contato com a Esperança Agropecuária e Indústria Ltda., e em seguida com o grupo Edson Queiroz, cujo departamento jurídico afirmou que os casos de reincidências no crime de escravidão "são eventuais e isoladas situações que podem ocorrer num universo de colaboradores que trabalham em locais distantes e ermos. Essas situações são decorrentes de condições históricas e sociológicas de um passado que ainda se projeta no presente. A empresa está envidando todos os esforços para superar essas deficiências, as quais, por questão de justiça, não são de sua culpa exclusiva".


A agropecuária assinou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o MPT. De acordo com a empresa, além do TAC serão tomadas medidas organizacionais internas para eliminar a prática."Com 14 mil empregados no Brasil, a empresa faz questão de primar pela qualificação de seus colaboradores, tomando iniciativas que vão além daquelas preconizadas pela legislação laboral. Em meio a múltiplas atividades econômicas, é possível encontrar falhas eventuais. Quando detectadas são pontualmente corrigidas", de acordo com Laís D´Alva, do departamento jurídico do grupo Edson Queiroz.