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domingo, 7 de março de 2010

Nova Fábrica de água mineral em Angola

        O município do Icolo Bengo, província do Bengo, conta com mais uma unidade industrial, a fábrica da “Água Cristalina”, captada a partir de perfurações a 150 metros de profundidade. O referido projecto pertence ao “Grupo Mostratus” e dispõe de duas linhas de enchimento independentes.

       Uma linha enche garrafões de cinco litros e a outra, garrafas de litro e meio, meio litro e 0.33 decilitros. A linha de enchimento dos garrafões tem capacidade para engarrafar quatro mil unidades por hora. A outra linha enche 12 mil garrafas por hora.

        João Pinto, director executivo do grupo, disse que a capacidade de produção diária varia consoante as horas de trabalho. Actualmente, a fábrica está a trabalhar apenas com um turno de oito horas. “Estas capacidades podem variar a partir do momento em que entrar em funcionamento o segundo e terceiro turno de trabalho”, disse o gestor.

        Em termos de capacidade instalada, João Pinto assegurou ao Jornal de Angola que com três turnos a funcionar, a unidade fabril tem capacidade para enchimento de mais de 100 milhões de litros de água por ano, superando o número actual das importações, segundo dados estatísticos fornecidos pela Direcção Nacional das Alfândegas.

        João Pinto disse que a marca “Água Cristalina” está a ser distribuída em oito províncias, Luanda, Bengo, Benguela, Huambo, Kwanza-Sul, Huíla, Malange e Lunda-Sul. O gestor acrescentou que em Luanda, o “Grupo Mostratus” dispõe de uma rede própria de distribuição, e que nas províncias esse serviço é terciarizado.

      “É nossa pretensão distribuir o nosso produto em todas províncias. Numa segunda fase estamos a pensar exportar”, referiu. O director executivo do “Grupo Mostratus” assegurou que a unidade fabril está em condições de responder às solicitações do mercado nacional. Reconheceu que a aceitação dos consumidores tem sido satisfatória, tendo em conta que os primeiros três meses de produção foram apenas dedicados a testes.

        “O nosso produto apenas foi lançados em Janeiro e a adesão dos consumidores tem sido significativa, se tivermos em conta que o produto já está disponível em oito províncias”, disse João Pinto.

        A “Água Cristalina”, disse João Pinto, “é um produto de extrema qualidade, devidamente certificado e atestado por laboratórios nacionais e internacionais”.

       E acrescentou que o grupo pretende que seja um produto ao alcance de todos: “o preço pode vir a baixar ainda mais com o aumento da produção e com a redução da actual dependência de matéria-prima importada”.

        João Pinto assegurou que toda a matéria-prima, excepto a água, é importada de Portugal. Até os rótulos são importados

        Com equipamentos de última geração, o “Grupo Mostratus” vai produzir no futuro outros produtos, como refrigerantes e água gaseificada com sabores: “não nos confinaremos à produção da Água Cristalina”, realçou.

         Para além da unidade fabril, o “Grupo Mostratus” está envolvido noutros negócios como a importação, exportação, promoção imobiliária e comércio.

        João Pinto assegurou que a segunda fase do projecto vai contemplar a construção de um complexo residencial com 60 suites, uma piscina e um restaurante.

O caminho da água

Natividade Teixeira, responsável pelo laboratório, explicou ao Jornal de Angola que a água é captada a uma profundidade de 150 metros. Depois da captação a água é conduzida para o depósito de recepção e daí para a unidade de filtração onde são retidos os sólidos suspensos, que existem em qualquer água natural de nascente. Em seguida, segue para depósitos de armazenamento e destes para a sala de enchimento, onde é engarrafada.

        A responsável do laboratório realçou que a monitorização de controlo de qualidade é diária e sistemática desde a captação à sala de enchimento, quer na vertente físico-química, quer na vertente microbiológica. “Os parâmetros indicadores físico-químicos analisados permitem-nos garantir que as características da água se mantêm desde a captação ao produto final”, disse Natividade Teixeira. Cyntia Faria, directora de qualidade da Mostratus, disse que a unidade fabril recebeu, na passada sexta-feira, um certificado de qualidade alimentar pelo Laboratório Central do Ministério da Agricultura.

        “Este certificado de qualidade veio confirmar que a Mostratus segue as normas de boas práticas alimentares, cumprindo um dos objectivos do grupo que é oferecer um produto com qualidade ao consumidor”, disse.

       A unidade fabril situa-se em Mazozo na província do Bengo, emprega 40 trabalhadores e encontra-se instalada numa área de 23 hectares. Actualmente estão construídos 2.400 metros quadrados afectos à zona de produção, 2.400 à área de armazenamento e 800 metros quadrados para os serviços administrativos.

sábado, 6 de março de 2010

Teias a base de Garrafas Pet

          As famigeradas garrafas PET costumam permanecer centenas de anos na natureza após o descarte. Isso significa, entre muitos outros impactos ambientais, a redução na vida útil de aterros sanitários e a contaminação de lençóis freáticos, rios e redes de esgoto. O que pouca gente sabe é que há soluções para reintegrar a matéria-prima à linha de produção, algo capaz de reduzir o desmatamento e a emissão de gases do efeito estufa. Uma delas foi desenvolvida há menos de dois anos pela Telhas Leve, empresa com sede em Manaus (AM) e responsável por uma rede de revendedores em todo o país. São telhados feitos a partir das garrafas de água mineral e refrigerante.
         A firma, criada em 1997 por Luiz Antônio Pereira Formariz e alguns sócios, começou a fabricar telhas em polipropileno. Mas, tempos depois, decidiu optar pelo material de plástico abundante no lixo doméstico e rico em qualidades. “O PET é a resina com maior durabilidade, tem uma vida útil muito longa. Além disso, trata-se de produto nobre. Como consumimos o líquido que vem em seu interior, nunca passou pelo processo de reciclagem. É virgem”, explica.
         O processo para desenvolver a tecnologia capaz de transformar garrafas de plástico em telhas seguras não foi simples, mas teve o auxílio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). A Telhas Leve se inscreveu, em 2009, no edital do Programa de Apoio à Pesquisa em Micro e Pequenas Empresas, iniciativa pública que conta com investimentos totais na casa de 6 milhões de reais para o Amazonas. O resultado não poderia ser melhor: cerca de 150 mil reais de incentivo do governo no caixa da firma para estudos e testes.



        “ Acho a ideia da Telhas Leve muito interessante, porque trata-se de uma matéria-prima que se joga no lixo e, por exemplo, atravanca os igarapés de Manaus. Além disso, o baixo custo na sua aquisição tem reflexo no produto final. O retorno que temos é social, lá na frente”, garante Odenildo Sena, diretor presidente da Fapeam.


         Atualmente, a empresa tem 28 funcionários fixos e capacidade para reciclar 24 toneladas de garrafas PET por dia. A oferta não é totalmente satisfeita porque só é possível conseguir por mês, em média, 80 toneladas do material em Manaus. O ciclo não é muito complicado: Luiz Antônio recebe o plástico na sede da Telhas Leve de, mais ou menos, cem cooperativas, muitas vezes prensado e sujo. Paga-se 800 reais por tonelada. Em seguida, o material é lavado duas vezes e transformado em espécies de flakes dentro de um moinho (pequenos pedaços que, unidos, formarão a telha). Nenhum processo é manual, a não ser a separação inicial do que chega à fábrica. Ao todo, cerca de 400 pessoas participam do trabalho, desde a coleta até a confecção final. “Depois, são mais dois processos de lavagem, um de separação dos rótulos, tampas e outras impurezas, nova lavagem e secagem. Neste ponto podemos armazenar e transformar em telha. Ao todo, temos potencial para produzir 10 mil metros quadrados do produto por mês”, assegura Formariz.



        Similar à telha de barro, a feita com garrafas PET é um pouco mais cara: o metro quadrado custa 36 reais, enquanto a tradicional é adquirida por 19 reais na capital do Amazonas. O peso, no entanto, começa a dar uma boa diferença entre as duas. Enquanto a telha de plástico tem 5,8 quilos, a outra chega a 60 quilos. Por isso, o custo da estrutura de uma telha de barro gira em torno de 65 a 70 reais por metro quadrado. A daquela encontrada na Telhas Leve, porém, não passa de 15 reais. Uma casa popular média necessita de 55 a 60 metros quadrados do produto.


         Uma das maiores necessidades vistas pela equipe da empresa era saber qual a vida útil da telha oferecida. Para tanto, pediram ajuda ao departamento de engenharia de materiais da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), em São Paulo. Apesar de não serem 100% conclusivas, as respostas foram satisfatórias. “A máquina que temos aqui simula e acelera o envelhecimento. Em princípio, todos os plásticos sofrem perda de composição devido à ação de intempéries. A expectativa era de que ela durasse por volta de 50 anos, mas não chega a tanto. É possível fazer com que demore mais, com tratamentos especiais à base de resina de poliuretano, por exemplo”, afirma o professor Elias Hage, um dos responsáveis pelo estudo.

          Entre as principais características das telhas plásticas estão a resistência ao ressecamento e a fixação através de abraçadeiras de nylons especiais, o que protege contra ventos fortes. Além disso, a inclusão de aditivos anti-raios ultra violeta (uv) permite maior combate à radiação solar. O principal, no entanto, é que utiliza um terço da matéria-prima necessária à fabricação das telhas de barro e não há desmatamento de florestas ou queima da lenha nos fornos. A telha utiliza um terço da matéria-prima necessária à fabricação das telhas de barro e não há desmatamento de florestas ou queima da lenha nos fornos. 


Proposta de novo marco regulatório do setor mineral deve chegar ao Executivo em 15 dias

Agência Brasil

          O Ministério de Minas e Energia deverá encaminhar ao Poder Executivo dentro de 10 a 15 dias o novo marco regulatório para a exploração mineral. A informação é do ministro Edison Lobão. Ao destacar a importância da exploração mineral para a produção de fertilizantes, o ministro lembrou que o país ainda depende do mercado externo para suprir suas necessidades nessa área.

         Em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, da da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Edison Lobão destacou que, apesar de sua importância, o setor mineral ainda é explorado no Brasil, praticamente de forma artesanal, embora possa contar com o trabalho de empresas capacitadas para a exploração mecanizada, como é o caso da Companhia Vale do Rio Doce.

         De acordo com o ministro, a legislação atual do setor é arcaica e precisa ser atualizada. Ele disse que a legislação "integra um velho código, que data de 40 anos e não serve mais aos melhores e mais legítimos interesses brasileiros".

         A proposta para o marco do setor mineral está sendo alinhavada no Ministério de Minas e Energia e deverá ser estudada pela Presidência da República, que depois encaminhará as novas regras em forma de mensagem para ser apreciada pelo Congresso Nacional.

Fonte: Correio Braziliense

quinta-feira, 4 de março de 2010

Agua mineral da Amazônia já está no mercado

Jeff Moats, empresário norte-americano, descobriu que água é um negócio lucrativo. Investiu US$ 12 milhões na marca Equa Water. A água é tirada dos arredores de Manaus
CHICO ARAÚJO
chicoaraujo@agenciaamazonia.com.br

        Afastado do batente devido à intensa vida acadêmica e, mais recentemente, por recomendação médica, cá estou para mais um ano de bons embates jornalísticos em defesa da Amazônia. Aproveitei a convalescência para surfar em bons livros. Devorei A Nuvem (Sebastião Nery), A cabeça de Steve Jobs (Leander Kahney), Deu no New York Times (Larry Rohter), Dicionário Lula (Ali Kamel), Almanque Abril 2009, entre ourros de Filosofia.

        Li ainda vários relatórios acerca do Brasil e, mais uma vez, deparei-me com a história do roubo de água do Rio Amazonas por navios-tanques estrangeiros. Era uma reportagem da Consulex, revista destinada a operadores do Direito.

       Devido à gravidade do assunto, por ter escrito sobre o mesmo anteriormente, decidi averiguar a história. Dei sorte. Fui procurado por um funcionário da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) no Amazonas. Trocamos e-mails, mas ficou nisso. Por enquanto.

        Fiquei desanimado. Porém, na semana passada, recebo novo e-mail. Uma advogada de São Paulo avisa-me ter lido a matéria sobre o roubo da água dos rios da Amazônia. E foi mais longe. Contou-me que, há 5 anos, fez sua tese de mestrado exatamente sobre o tema. Por conta da sua ousadia, chegou a ser considerado por alguns. E ficou de enviar-me sua tese, na qual alerta que o Brasil, por falta de cuidados, enfrentará gravíssimos problemas relacionados ao acesso à água.

       A advogada tem razão. Em 2004, o Departamento de Estado dos Estados Unidos encomendou relatório a uma consultoria independente. Água foi o tema central do documento. O estudo vazou e acabou circulando nos meios de comunicação de diversos países. E um dos trechos, os autores são enfáticos em afirmarem que a água será motivo de guerras regionais pelo acesso à água. O Rio Amazonas faz parte de uns dos cenários.

      A misteriosa Equa Water

        Mas não é só isso. O empresário americano Jeff Moats também descobriu que vender água é um negócio lucrativo. Investiu US$ 12 milhões para lançar uma nova marca de água mineral, a Equa Water. E advinhem da onde vem essa água?
       
       A fábrica está sendo construída uma área de 1.500 hectares nos arredores de Manaus, no coração da nossa Amazônia. Jeff quer extrair a água de um aqüífero muito antigo situado 200 metros abaixo da superfície.

       A água desse aqüífero tem o maior grau de pureza do mundo. O motivo está envolto por quartzo rosa, que atua como um guardião da pureza da água.

       A idéia é posicionar a marca como a mais pura dentre as águas da terra e explorar na comunicação o mistério que envolve a Amazônia. Jeff irá construir sua marca com base em três pilares: pureza da água, design da garrafa (minimalista) e no branding, este último fundamental. Competirá com marcas já bem estabelecidas no mercado, entre as quais a Evian, a Tynant, a Fiji e a Vittel.

       Contudo, acredita-se, Jeff não terá muitos problemas para emplacar seu produto. A primeira vantagem é o exotismo da origem da água. Americanos adoram a Amazônia e, pelo menos na terra do Tio Sam, as chances de sucesso são boas. O mercado de água mineral cresce a uma taxa de 25% ao ano e já é um mercado que movimenta US$ 60 bilhões no mundo.

       Que tal você tomar a água mais pura, mais cristalina e mais misteriosa do mundo?

Coment: 1
Boa Chico Araujo, saudamos sua volta às lides publicando no nosso blog esta materia, que é furo nacional.

Água Castello Finna eleita Produto do Ano 2010

A água Castello Finna foi recentemente eleita Produto do ano 2010 pelos consumidores portugueses.

É uma água mineral levemente gaseificada. Com uma composição mineral única, que provêm do seu baixo teor de sódio, rica em bicarbonatos e magnésio, é indicada para uma dieta com baixo teor de sódio.

A sexta edição do Prémio de Marketing e Inovação “Produto do Ano”, concurso organizado pela Peres & Partners, contou com a participação de 122 produtos inscritos, distribuídos em 44 categorias de consumo.

Actualmente, no continente Europeu, 68% dos consumidores que frequentam os supermercados preferem e escolhem os Produtos com a Certificação “Eleito Produto do Ano”, garante um comunicado da empresa.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Amturvales coordenou visita técnica a Bebidas Fruki

Integrantes da visita técnica foram recebidos pela direção de Bebidas

          Um grupo de proprietários e garçons de restaurantes e bares da Região Alta do Vale do Taquari realizou visita técnica a indústria de Bebidas Fruki. A atividade foi coordenada pela Associação dos Municípios de Turismo do Vale do Taquari (Amturvales). O objetivo foi conhecer a história, o processo de produção do refrigerante e o modelo de gestão. Eles foram recepcionados pela direção da empresa. O diretor presidente Nelson Eggers, deu as boas vindas e fez um relato sobre a história da Fruki, que é a maior industria regional do Rio Grande do Sul e é uma referencia no Brasil.

          Os representantes dos municípios de Anta Gorda, Coqueiro Baixo, Doutor Ricardo, Ilópolis, Nova Bréscia e Encantado gostaram do que viram. Eles conheceram todos os setores da indústria e também participaram de uma degustação de refrigerantes. Segundo a turismóloga da Amturvales, Lizeli Bergamaschi, a visita atendeu as expectativas do grupo. “Fomos muito bem recepcionados e foi muito interessantes conhecer a história e o processo de fabricação do refrigerante”.

Texto e Foto: Deolí Gräff

terça-feira, 2 de março de 2010

ANA lança hotsite para o Dia Mundial da Água

         Portal traz calendário das atividades relacionadas à data que este ano tem como tema “Água Limpa para um Mundo Saudável”.

        Órgãos de governo e instituições do Sistema Nacional de Gerenciamento dos Recursos Hídricos (Singreh) podem cadastrar no site eventos que celebram o Dia Mundial da Água.

          A Agência Nacional de Águas (ANA) lança hoje (01/03) o hotsite Águas de Março para divulgar as celebrações do Dia Mundial da Água, comemorado todos os anos em 22 de março. Está é a quarta edição do portal que divulga o calendário das atividades dedicadas ao Dia Mundial da Água em todo o Brasil.

         Todos os anos, a ONU escolhe um tema que orienta as discussões sobre o dia Mundial da Água. Em 2010, o tema do Dia Mundial das Águas é “Água Limpa para um Mundo Saudável”. A ONU também criou um hotsite para o evento global.

         O hotsite da ANA ficará no ar durante todo o mês de março e também reúne informações sobre recursos hídricos relacionadas ao tema determinado pela ONU. Órgãos de governo e instituições que fazem parte do Singreh (Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos) podem cadastrar seus eventos no site, basta clicar na opção Cadastro de Eventos, na página principal.

          A ONU criou o Dia Mundial da Água em 1992 e a data vem sendo comemorada desde 1993, de acordo com as recomendações do capítulo 18 da Agenda 21, definida pela Conferência Nacional das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Pnuma). A agenda determina ações voltadas para a proteção dos recursos hídricos, da qualidade da água e dos ecossistemas aquáticos, abastecimento de água potável e saneamento, água e desenvolvimento urbano sustentável.

        No Brasil, a adesão partiu do Congresso Nacional com Lei n° 10.670, de 14 de maio de 2003, que instituiu o Dia Nacional da Água, também comemorado no dia 22 de março de cada ano.

Reunião 02/03/2010

         A reunião da associção será na sede da adam-rs, Hoje (02/03/2010) as 20:00 Horas.
Todos estão convidados.

Água Mineral do Mar

Moradores de Miami, na Flórida (EUA), poderão a partir do próximo mês entrar em lojas de conveniência da cidade e levar pra casa uma nova garrafa de água mineral, a H2Ocean. Seria apenas mais uma marca no mercado, não fosse por um detalhe: a H2Ocean é feita a partir da água do mar, com aplicação da nanotecnologia. E mais. O processo foi desenvolvido por brasileiros. A H2Ocean nasceu da experiência de dois cientistas, que começaram a desenvolver a tecnologia de controle de minerais em água dessalinizada. Isso ocorreu há dez anos. Em seguida, somaram-se à dupla outros dois sócios. Em 2003, eles conseguiram a patente do processo e passaram a bater de porta em porta para tentar comercializar a água. “Ao longo de dez anos, foram investidos cerca de US$ 2 milhões na companhia”, diz Rolando Viviani, gerente de marketing da H2Ocean.
Segundo ele, todas as pesquisas foram feitas com recursos próprios dos quatro sócios. Seus nomes, por enquanto, são mantidos em sigilo. No início, o objetivo da H2Ocean era vender a água ´nanotecnológica´ no Brasil. A empresa alega ter procurado a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 2006 para realizar o pedido de registro do engarrafamento do produto.


A resposta teria sido a de que não há legislação específica para que esse tipo de água seja vendido no país por conta da sua fonte: o mar. Procurada, a Anvisa informou que a H2Ocean nunca entrou com um pedido de registro. A empresa, entretanto, enviou ao Valor fac-símile da página da Anvisa na internet em que aparece o número do processo do registro e do protocolo, em nome de Aquamare Beneficiadora e Distribuidora de Água. A data de entrada é de outubro de 2006 e o pedido foi negado em março do ano passado. Em dezembro, a mesma Aquamare fez uma segunda tentativa, enviando uma carta à Anvisa em que pedia esclarecimentos sobre o que fazer para obter o registro. A resposta veio quatro meses depois, com a indicação de que a empresa deveria ´importar´ uma legislação sobre o assunto. Ao Valor, a Anvisa também informou que ´a empresa interessada na produção (.) de água dessalinizada deve apresentar, preferencialmente por intermédio de uma associação, proposta de regulamentação para avaliação pela Anvisa´. As dificuldades para se obter o registro no Brasil levaram a H2Ocean a mudar de estratégia. A empresa continua interessada em obter a aprovação da Anvisa, mas decidiu priorizar a busca por novos mercados.

A opção foi pelos EUA. “O registro da empresa saiu em três horas e a água foi analisada em 15 dias. Nos EUA, conseguimos resolver em três meses tudo o que não conseguimos aqui em quatro anos”, afirma Viviani. O Valor, porém, não teve acesso ao registro obtido no exterior. A venda da H2Ocean começa nos Estados Unidos em agosto, em três estados: além da Flórida, Nova Jérsei e Atlanta. Foram embarcados oito contêineres do produto, feito inicialmente na fábrica de Bertioga, litoral sul de São Paulo. A unidade poderá ser desativada em breve. A produção deve ser transferida para os EUA no fim deste ano. A nanotecnologia foi o instrumento utilizado pela H2Ocean para transformar a água do mar em água mineral dessalinizada. A água dos oceanos é rica em micro e macro nutrientes, como o boro, o cromo e o germânio - elementos dos quais o corpo humano necessita, em pequenas doses. Com a nanotecnologia, a H2Ocean conseguiu, a partir da água recolhida em alto mar, retirar o sal e manter grande parte dos minerais. Para chegar a esse resultado, os cientistas criaram um filtro com nanotecnologia aplicada, o nanofiltro.


O processo inicial é o mesmo que se faz desde a década de 1940: a dessalinização. Depois de retirado o sal, restam duas opções, segundo Viviani: ´Ou todos os minerais são retirados da água ou ela continua salgada´. Com uma sequência de nanofiltragens, a H2Ocean conseguiu manter 63 dos 86 minerais contidos na composição inicial. Surgiu a água mineral do mar. Para saber se o resultado é bom, o brasileiro vai ter de esperar.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Fábricas de Bombonas

                Não sei se todos do setor de Água Mineral do Rio Grande do Sul sabem que temos em nosso estado, 3(três) fabricantes de garrafões em PP e PET, são eles:

Torres Plast                  Site: www.torresplast.com.br
Mcm Plásticos              Site: www.mcmplasticos.com.br
Liquid Gold                  

TV Tradição Gaúcha estreia em fevereiro

Canal de TV Tradicionalista deve alcançar 100 mil tradicionalistas no 1º ano

A partir da segunda quinzena de fevereiro, o tradicionalismo ganhará seu próprio canal de televisão. A TV Tradição Gaúcha, da Confederação Brasileira de Tradição Gaúcha (CBTG), levará informação, conhecimento e entretenimento aos tradicionalistas de todo o país. Segundo o vice-presidente da entidade, Manoelito Carlos Savaris, o objetivo é fortalecer a unidade ideológica e socializar o conhecimento nas áreas cultural, campeira, artística e esportiva.

Neste primeiro momento, a programação contará com cursos de formação tradicionalista, entrevistas, além da reprodução de eventos e vídeos culturais já existentes. Segundo a entidade, aproximadamente 1 mil antenas de recepção devem ser instaladas no primeiro ano de atividades, alcançando mais de 100 mil tradicionalistas. O canal também poderá ser acessado via internet, pelo endereço www.cbtg.com.br

Segundo Savaris, em cidades do interior, é comum que o CTG seja muitas vezes a única célula social da localidade. “As entidades tradicionalistas sempre foram referências culturais. Esse é mais um passo para o fortalecimento desse propósito”, complementa.

Para adquirir a antena, os interessados devem acessar o site da CBTG (www.cbtg.com.br) e clicar no banner localizado à direita da tela principal. O valor para aquisição pode variar conforme a localização, sendo o preço máximo de R$ 1.089,00. O pagamento pode ser parcelado em até três vezes.

Prorrogada a data instalação SMV

Foi prorrogada a data de instalação do Sistema de Medição de Vazão (SMV) que estava prevista até 30 de junho deste ano (2010) para até 30 de junho de 2011. Tal prorrogação tem como base legal o ato declaratório executivo COFINS nº1 de 29.01.2010

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Ouro Fino lança água mineral em caixinha

Diversos produtos novos surgiram no setor de água mineral nos últimos anos. E, para inovar o mercado, a Ouro Fino decidiu apostar na apresentação da bebida. Com investimento de R$ 1,2 milhão, a companhia vai lançar a água em caixinha de 300 ml. A embalagem tem apelo ecológico e, segundo Guto Mocellin, presidente do conselho da empresa, é a primeira água mineral do mundo a ter o certificado FSC (em portguês, Conselho de Manejo Florestal), selo verde mais reconhecido em todo o mundo.

A Ouro Fino é reconhecida pelas embalagens inovadoras, como a garrafa com tampa que funciona como copo e rótulos com conceito. Em novembro, a empresa começou a fabricar refrigerantes e, devido ao sucesso, já pensa em lançar outros sabores. Em 2009, a Ouro Fino produziu mais de 18 milhões de litros, entre água mineral e refrigerantes. A intenção este ano é crescer 15%.

Fonte: Valor Econômico
Equipe Malagueta

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Mineral da torneira

          As altas temperaturas e a preocupação com a qualidade da água têm turbinado a venda de água mineral no Brasil. O lado negativo é o grande número de águas “minerais” de qualidade discutível. Pedir fiscalização é pedir demais. Recorde-se que no auge da estiagem, por volta de 2005, parte da água tratada da Corsan era vendida como mineral, a famosa água mineral torneirol.

        Comentário:
        Que triste ler um comentário desse sem fundamento no Jornal do comércio. Inoportuno um comentário sem análise nenhuma do mercado como um todo, ainda mais de um colunista deste que acho inteligente chamado Fernando Albrecht .



       

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Bombonas de Água Mineral com efeito Vaso

As máquinas de água foram um dos fenómenos comerciais destes últimos anos. Lembro-me que em tempos, empresa que tivesse uma máquina de água ganhava logo um ponto extra como pretendida para ser a nossa entidade patronal, sendo um objecto de tecnologia, o que na verdade têm muito pouca, de futurismo e de bem estar.

Com o passar do tempo e o aparecimento de mais empresas, os preços baixaram e nos dia que correm é imprescindível ter uma máquina de água, seja para matar ou sede aos trabalhadores ou puramente estético. Para efeitos ecológicos, sendo o plástico dos materiais mais complicados de lidar, é preferível ter um garrafão de 20 Litros com água do que comprar 200 de 1 decilitro.

Este prototipo de máquina de água, têm o aspecto normal desta invenção com a particularidade da parte inferior ser moldada a parte superior, de forma a encaixar garrafão em cima de garrafão poupando algum espaço e arrumação. Além desta características, esse mesmo molde, idêntico a um Vaso, poderá ser usado para ter flores e dar assim um aspecto ECO-Friendly ao seu escritório. O nome do prototipo é Stackable Bottle e foi pensado por Yujin Kim e apresentado no YankoDesign.




Alguma indústria se propõe ?

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Projetos sobre leite e água mineral estão em pauta em comissões do Senado

         Constam de pautas de comissões do Senado Federal para apreciação nessa semana de 22/2: na pauta da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), com reunião marcada para quarta-feira, 24/2, às 10 horas, na sala 3 da ala Alexandre Costa, o Projeto de Lei da Câmara 68/06 (item 8), que determina a impressão do calendário de vacinas infantis obrigatórias nas embalagens de leite, com parecer do sen. Renato Casagrande (PSB-ES), pela constitucionalidade, juridicidade, regimentalidade e boa técnica legislativa da matéria (ver relatório); na pauta da Comissão de Assuntos Sociais (CAS), para votação nominal na reunião de quarta-feira, 24/2, às 11 horas, na sala 9da ala Alexandre Costa, o Projeto de Lei do Senado 432/03 (item 5), que dispõe sobre a obrigatoriedade da adição de micronutrientes ao leite distribuído em programas institucionais dos governos federal, estaduais e municipais, com parecer do sen. Augusto Botelho (PT-RR), pela rejeição (ver Relatório); e na pauta da Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), com reunião marcada para terça-feira, 23/2, às 11h30, na sala 6 da ala Nilo Coelho, o Projeto de Lei do Senado 217/07 (item 6), que impõe o fornecimento ao consumidor final de água mineral em embalagens de dez litros a todos os fornecedores que disponibilizem água mineral em embalagens de vinte litros, com parecer do sen. Wellington Salgado de Oliveira (PMDB-MG), contrário à matéria.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

A água mineral focada em responsabilidade social e ambiental

Sustentabilidade


         Lançada pela Acqua Incorp e com embalagem e marca (incluindo produto, naming e identidade) desenvolvidas pela consultoria À la carte, a água mineral Salve não possui seu diferencial no produto, mas sim, em sua filosofia. A cada garrafa vendida, são destinados R$ 0,20 para o Instituto Criar, produtora de TV e vídeo que contribui para a inserção de jovens de baixa renda no mercado de trabalho, por meio de um programa de formação sociocultural e técnica na área do audiovisual.

         São cinco embalagens diferentes, cada uma apoiada em um conceito da empresa: Água, Educação, Planeta, Pessoas e Instituto Criar. A empresa responsável pela produção da água incentiva seus consumidores a reciclar as garrafas de PET através de descontos no momento da entrega das embalagens vazias nos pontos de venda.



quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Folia de tributos não dá descanso nem no Carnaval


Letícia Amaral: impostos com alíquotas diferentes em cada estado.

       A folia dos tributos não para nem durante o Carnaval. Pelo contrário: devido ao fato da maioria dos produtos comuns a essa época serem de pequena necessidade, a incidência de impostos é até maior que o normal.
        Um estudo do Instituto de Planejamento Tributário (IBPT), divulgado recentemente, mostra que um dos itens mais consumidos nesse feriado é justamente o que mais tem tributos embutidos: trata-se da cerveja, em que mais da metade do seu preço (54,80%) vai para os cofres públicos.
        Alguns produtos de maior necessidade também não ficam muito para trás, de acordo com o IBPT. Sobre a água mineral, por exemplo, incidem 43,91% de tributos, mesma porcentagem aplicada aos refrigerantes de garrafa.
        Se a bebida for enlatada, a tributação é ainda maior, chegando a 45,80%. Entre as bebidas pesquisadas, a que tem menos impostos é a água de coco, sobre a qual incidem 34,13% de encargos.
        O IBPT ainda pesquisou a incidência de tributos sobre uma modalidade de pacote turístico que engloba diárias de hotel, ingressos e traslado para um desfile de carnaval, e descobriu que 36,28% do preço final pago pelo turista acaba destinado aos cofres públicos.
          E se o folião quiser usar alguns adereços, irá pagar no mínimo 33,91% de impostos, que incidem sobre uma fantasia mais elaborada, que usa arame em sua confecção. Uma fantasia que utilize apenas tecido tem ainda mais encargos: 36,41%.
         Já acessórios mais simples, como colares havaianos (45,96%), máscaras de plástico (43,93%) e biquínis com lantejoulas (42,19%) estão entre os 10 itens pesquisados pelo IBPT em que os tributos estão presentes com mais força no Carnaval. Nem mesmo os tradicionais confete e serpentina escapam da alta carga tributária: 43,83% do que os foliões pagam por esses produtos é de tributos.
          Os instrumentos musicais mais típicos do Carnaval também trazem embutidos uma pesada carga de impostos. A maior, entre os itens pesquisados, está na viola: 39,65%.
         Mas outros instrumentos, como o tamborim (39,20%), o violão (38,77%), o agogô (38,74%), o cavaquinho (38,33%), a cuíca (38,30%), o pandeiro(37,83%) e o reco-reco (37,64%) não ficam muito para trás. Até mesmo uma simples corneta, que mal pode ser classificada no grupo, é tributada em 34,00%.

Blocos

          Enquanto os blocos carnavalescos desfilam nas ruas, os blocos de tributos também atuam sobre os produtos típicos do Carnaval.
        A especialista Letícia do Amaral, diretora do IBPT, explica que, para o cálculo da incidência tributária sobre os itens, o Instituto leva em conta três blocos: os tributos cobrados sobre o lucro ou receitas das empresas, como o Imposto de Renda e contribuições; os que incidem sobre a venda, e que envolvem também os custos e despesas decorrentes dela, como o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins); por fim, são considerados os encargos sobre a folha de pagamento das empresas, que vão desde o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), até contribuições sociais ou destinadas às entidades vinculadas ao sistema "S" sindical, como os Serviços Sociais do Comércio (Sesc) e da Indústria (Sesi), entre outros.
          No caso de pacotes de viagem, a especialista afirma que o maior diferencial está no Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS), que é de competência dos municípios e do Distrito Federal, e cuja alíquota máxima de incidência é fixada em 5%.
        Segundo ela, a maior parte dos municípios utiliza essa porcentagem, a não ser em casos que desejam incentivar, por exemplo, a instalação de empresas. Na pesquisa do IBPT, foi levada em conta a tributação máxima.

Mudança de alíquota por decreto

          Segundo a diretora do IBPT Letícia do Amaral, os tributos que determinam as diferenças entre as porcentagens pesquisadas são, sobretudo, o IPI, que é federal, e o ICMS, que é estadual. "São impostos que têm alíquotas diferenciadas entre os produtos", explica. Ela lembra que o IPI incidente sobre a cerveja,por exemplo, é de 40%.
        A especialista afirma que as alíquotas do IPI são facilmente alteradas pelo governo federal, já que para mudá-las não é preciso nenhuma lei um decreto do Poder Executivo já é suficiente, o que evita a necessidade de trâmite no Congresso Nacional.
          As eventuais alterações, lembra ela, dependem da política econômica definida pelo governo. Mudanças recentes, por exemplo, aconteceram nos automóveis e na linha branca. "São setores que o governo deseja incentivar", observa.
         No caso dos produtos típicos do Carnaval, Letícia diz que não há interesse do Poder Executivo de mexer nas alíquotas. Os fatos da maioria deles não ser considerada essencial, de alguns serem até supérfluos e, finalmente, de terem consumo alto, também são importantes nessa decisão, lembra ela. Por isso, as alíquotas acabam sendo elevadas e equivalentes a desde um terço a até mais da metade do valor cobrando aos consumidores pelos produtos.
         "O consumidor não tem como escapar. Resta apenas a pesquisa de mercado, e ter a consciência de quanto do preço é pago em tributos. Assim é possível optar pelos que têm menor incidência", sugere Letícia.
Autor Helio Miguel

Calor eleva consumo de água mineral em fevereiro

          O calor dos últimos dias está movimentando o mercado de água mineral no Estado. As vendas do produto em bombonas de 20 litros e garrafas descartáveis devem superar as expectativas até o fim deste Carnaval. A previsão da Associação dos Distribuidores de Água Mineral do Rio Grande do Sul é de que sejam vendidos 21 milhões de litros em garrafas descartáveis e um milhão de garrafões até quarta-feira.

        O vice-presidente da associação, Leandro Greff, destaca que a estimativa é de que sejam comercializados durante o mês de fevereiro cerca de três milhões de bombonas de 20 litros. A entidade prevê ainda o consumo de 60 milhões de litros de água em garrafas de até cinco litros.

       Em função da grande demanda, vários postos de trabalho serão criados até o final do verão. “O setor necessita da contratação de 2,5 mil a três mil profissionais para atender aos pedidos”, comenta Greff, que faz um alerta aos clientes na hora de comprar o produto. “É fundamental verificar a procedência da distribuidora. A empresa deve ter alvará da Smic (Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio) e da Secretaria da Saúde e fazer parte da associação.”

        Em função do calor, muitos distribuidores clandestinos podem atuar no Estado. O preço do garrafão de 20 litros custa entre R$ 5,50 e R$ 11,00. ”Abaixo destes valores, o consumidor poderá estar entrando numa fria”, alerta Greff.

 Fonte: Jornal do Comércio

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Sim! Folia 2010 ganha água mineral personalizada

Turismo e Cultura


O Carnaval ganhou um reforço especial neste ano. Para matar a sede dos foliões, 10 mil copos da Água Mineral Poços de Caldas com a logomarca do Sim!Folia 2010 serão distribuídos gratuitamente durante os cinco dias dos festejos carnavalescos.

A distribuição já começou a ser feita pela Secretaria Municipal de Turismo e Cultura na blitz receptiva aos turistas, que foi realizada na tarde desta sexta-feira (12), no pórtico, na divisa do município com o estado de São Paulo. No sábado (13), os torcedores que acompanharão o jogo da Caldense contra o Cruzeiro, no estádio do Ronaldão, a partir das 16h, também vão receber os copinhos personalizados.

“A distribuição é gratuita. A Prefeitura Municipal de Poços de Caldas está distribuindo a água mineral aos poços-caldenses e aos turistas que nos visitam durante o Carnaval”, explica Rodopiano Marques, da Água Mineral Poços de Caldas.

Segundo a diretora de Turismo, Marina Rocha, os copos do Sim!Folia 2010 também serão distribuídos na avenida e praças, durante os eventos que compõem a programação do Carnaval, para foliões, equipe de trabalho e autoridades.

O próximo lançamento da Água Mineral Poços de Caldas é o copo com selo referente ao espetáculo Sinfonia das Águas, numa parceria entre a Secretaria de Turismo, o Departamento Municipal de Água e Esgoto (DMAE) e a Água Mineral Poços de Caldas.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Consumo de água mineral no RS cresce em 50% no Carnaval

11/02/2010 15:42 - Atualizado em 11/02/2010 16:18
Setor precisa contratar 2,5 mil funcionários

       O consumo de água mineral no perído de carnaval deve chegar a 1,05 milhão de bombonas de 20 litros e a 20 milhões de garrafas de um litro. A previsão é do vice-presidente da Associação de Distribuidores de Água Mineral do Estado. De acordo com Leandro Greff, a previsão para o mês de fevereiro é de venda de 3 milhões  de bombonas e 60 milhões de garrafas. O aumento exigiu das empresas do setor trabalho dobrado, nos últimos dias.
        O segmento ainda precisa contratar 2,5 mil funcionários para não deixar que o produto falte. O consumo do período de Carnaval deve superar em 50% o do mesmo período do ano passado e em 90% o do perído de pior seca do Estado, registrado em 2005.

Fonte: Tatiane de Sousa/Rádio Guaíba
Geral: ouvinte@radioguaiba.com.br
http://www.radioguaiba.com.br/Noticias/?Noticia=98021

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Indústrias de água mineral em busca de trabalhadores

10 de fevereiro de 2010

Indústrias e distribuidoras gaúchas de água mineral seguem em busca de mão-de-obra. São necessários entre 2.500 e 2.700 trabalhadores ainda para fevereiro e para março. São, essencialmente, empregos para chão de fábrica, ou seja, os candidatos não precisam nem ter o ensino fundamental completo. Muitos devem manter seu emprego também no inverno, segundo o vice-presidente da Associação de Distribuidores de Água Mineral no Rio Grande do Sul, Leandro Greff.

- Muitos consumidores começam a comprar água mineral no calor. Em bombonas, principalmente. Esses clientes adquirem o hábito e seguem comprando estes produtos também no inverno.

       As encomendas para os próximos dias ultrapassam um milhão de bombonas e 21 milhões de garrafas descartáveis.

      Em fevereiro, se alcançará 3 milhões de bombonas e 60 milhões de descartáveis. Estes números representam um aumento de 90% em relação ao ano passado. Mesmo na comparação com 2005 e 2006, quando a água ficou com gosto ruim com a estiagem, há aumento: de 50¨%. O motivo? A forte onda de calor que atingiu o Estado nas últimas semanas.

Postado por giane_guerra, às 17:12

Calor eleva produção e abre vagas na indústria da água mineral

8 de fevereiro de 2010

        Para atender ao incrível aumento de consumo neste calor, 30% das indústrias de água mineral do Rio Grande do Sul fizeram plantão no fim de semana. Metade delas está tendo que dobrar o número de funcionários, o que significa 3 mil contratações.
        O vice-presidente da Associação dos Distribuidores de Água Mineral do Rio Grande do Sul, Leandro Greff, estima que ainda nesta segunda-feira o setor alcance um aumento de 90% nas vendas em relação ao verão do ano passado

Postado por giane_guerra, às 7:15

Fonte: www.clicrbs.com.br

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Fruki divulga dados da Produção

Gastos com água


        A Fruki divulgou dados relativos à fabricação de refrigerantes e produção da sua água mineral em 2009, salientando o fato de que a empresa conseguiu economia em várias etapas da produção, incluindo redução de 20% em energia. Para produzir um litro de refrigerante utiliza-se 1,597 litro de água, e para um litro de água mineral usa-se 1,42977 litro, incluindo a água do próprio produto

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Setores de água mineral precisam contratar 3 mil funcionários para evitar racionamento do produto no RS

Vendas no atacado devem atingir 90% de aumento na segunda-feira

        A falta de água nas torneiras na zona sul de Porto Alegre nesta sexta-feira ampliou em 40% o número de distribuidores de água mineral que estão sem estoque. O calorão deve aumentar em 90% as vendas no varejo do produto até a segunda-feira. Para dar conta do serviço, as distribuidoras e as indústrias precisam contratar pelo menos três mil funcionários. Algumas indústrias estenderam para três o número de turnos de trabalho, mas ainda há as que procuram novos empregados.
        O vice-presidente da Associação de Distribuidores de Água Mineral no RS, Leandro Graeff, estima que 20% do necessário de funcionários já foram contratados. Segundo ele, quem pretende trabalhar no setor pode procurar qualquer distribuidor que será empregado. Há vagas para motoboys, ciclistas entregadores, ajudantes de carregamento de caminhões e auxiliares de produção. Os salários não chegam a mil reais, mas, para quem está desempregado, é uma boa alternativa. E, conforme Graeff, esses empregos temporários devem ser mantidos até o final de março, ou enquanto durar o calor.
       "Essa é uma boa notícia, até porque o setor paga relativamente bem. Quem quiser emprego, pode procurar qualquer distribuidora, que vai ser contratado", comemora.
       Leandro Greff teme por um racionamento de água mineral, se continuarem altas as temperaturas na próxima seman. Isso significa que apenas os supermercados maiores conseguirão comprar o produto. Em períodos normais, são revendidas, por mês, 2,8 milhões de bombonas de água, com vinte litros.


Fonte: Marjulie Martini/Rádio Guaíba

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Acabou o estoque de água mineral em 30% dos distribuidores no RS

Previsão do setor é de que as vendas cresçam 80% até amanhã

Conforme levantamento da Associação de Distribuidores de Água Mineral no RS, 30% das empresas do setor não tem mais estoques no Estado. Amanhã, a perspectiva é que esse número suba para 45%. Com a previsão de aumento das vendas em 80% até este sábado, algumas marcas já podem ter esgotado nos supermercados. Nos minimercados e armazéns, há falta de água em bombonas, porque a prioridade é dada à revenda para estabelecimentos maiores, com entregas já agendadas.

Há dois problemas. Um é a falta de funcionários. Entre indústrias de envaze e distribuidores, são empregadas 10 mil pessoas. Mas, para conseguir dar conta da procura, seria necessária a contratação de mais 3 mil trabalhadores, tanto para tele-entrega quanto para colocar a água dentro das bombonas.


O outro é o tempo de treinamento para os funcionários das indústrias, que demora dez dias. A previsão do vice-presidente da Associação, Leandro Graeff, é que o abastecimento só seja normalizado na quinta-feira. Por enquanto, a esperança fica mesmo em São Pedro, santo tido como o responsável pela chuva. "Uma das alternativas é ele, a outra é esperar o tempo de treinamento. Mas a gente aconselha os clientes a fazerem estoques em casa", diz Graeff.

Conforme a Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), a venda de água direto ao público já cresceu 70%, devido ao intenso calor desta semana.




Fonte: Marjulie Martini/Rádio Guaíba

Consumo de água mineral aumenta 65% com o calor

Entrega das bombonas de 20 litros exige novos profissionais para o setor

Crédito: Pedro Revillion

O consumo de água mineral aumentou 65% nos últimos dias no Estado. Os dados são da Associação dos Distribuidores de Água Mineral do RS (Adam-RS). Conforme o vice-presidente da entidade, Leandro Greff, as vendas podem chegar a 2,5 milhões de litros em fevereiro, superando a média mensal de 1,6 milhão de litros. Segundo ele, as distribuidoras ainda estão com estoque para atender às solicitações dos consumidores.

Mesmo com aumento de 10% no quadro de trabalhadores, o dirigente acredita que o elevado número de pedidos possa sobrecarregar a entrega. "Contratar novos profissionais não se faz em dois ou três dias. Isso exige treinamento", diz. Em todo o RS, há 1,5 mil empresas legalizadas na distribuição, gerando dez mil empregos diretos e 15 mil indiretos.

Atualmente, a bombona de 20 litros custa entre R$ 5,50 e R$ 11,00. A venda de água mineral tem crescido no Estado. No verão, o aumento é de 30% nas distribuidoras. A estimativa é que o crescimento anual fique em 8%. Para 2010, a expectativa é de que a procura aumente 40% em relação ao ano anterior. O produto também tem bastante procura nos supermercados. Segundo o presidente da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), Antônio Cesa Longo, os estabelecimentos reservam mais espaço para expor o produto. "O gaúcho tem preocupação com qualidade de vida e isso reflete nas vendas", diz. Assinala que a variedade de embalagens - de copos de 200ml a bombonas de 20 litros - facilita a comercialização.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Entrevista do Vice-Presidente Leandro Greff à Rádio Viva News de Bento Gonçalves


RS: Dobra consumo de água mineral com forte calor - 04/02/2010 - 10:29:07

         O forte calor que atinge o Rio Grande do Sul elevou em 50% o consumo de água mineral, em relação à média registrada no verão. O clima quente aumentou os preços e provocou falta de produtos nas lojas. O vice-presidente da Associação de Distribuidoras de Água Mineral, Leandro Greff, revela que as distribuidoras possuem estoque suficiente para atender a demanda.

Consumo de água mineral cresceu 50% no Estado

Contratações cresceram 10% desde a semana passada

A venda de água mineral cresceu 50% nos últimos dias, de acordo com a Associação do Distribuidores de Água Mineral do Estado. Conforme o vice-presidente da Associação, desde 2005 o setor não registrava vendas tão expressivas. Há cinco anos, a estiagem causou a proliferação de algas no Guaíba alterando o gosto e odor da água. Leandro Greff alertou que o setor tem condições de atender a alta demanda por 10 dias, mas depois disso terá dificuldades, o que pode causar falta do produto.

Greff salientou que o consumidor deve ficar atento aos preços muito baixos, que podem apontar para a clandestinidade do produto ou para valores abusivos. A bombona de 20 litros deve custar entre R$ 5,50 e R$ 11. Uma empresa de médio porte no Estado vende 250 bombonas de água mineral por dia neste período. O consumo do mês de fevereiro deve fechar em torno de 2,5 milhões de litros. Desde o início da semana passada o número de trabalhadores no setor cresceu 10%. No Estado, há 500 empresas contratadas que geram 10 mil empregos diretos e 15 mil indiretos.

A Associação dos Distribuidores de Água Mineral estima que 200 empresas atuem na clandestinidade. Para coibir a prática, a Secretaria Municipal de Indústria e Comércio de Porto Alegre tem realizado ações de fiscalização. Ao menos 50 estabelecimentos já foram fiscalizados. Seis foram notificados e três autuados. A multa varia entre R$ 205 e R$ 1 mil.

OUÇA A ENTREVISTA, CLIQUE AQUI

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Calor eleva preços e provoca falta de produtos

3 de fevereiro de 2010
        A forte onda de calor no Rio Grande do Sul elevou em 50% o consumo de água mineral, em relação à média registrada no verão. As vendas alcançam patamares de 2005 e 2006, quando a estiagem afetou o gosto da água da torneira. As distribuidoras, no entanto, dizem estar com estoque suficiente de bombonas, segundo o vice-presidente da Associação de Distribuidoras de Água Mineral, Leandro Greff.

       - O preço médio subiu um pouco. A bombona custa entre R$ 5,50 e R$ 11,00, conforme a marca. Preço abaixo disso deve gerar suspeita sobre a regularidade do produto.

       Conforme a Fundação Getúlio Vargas, o preço da água mineral aumentou quase 3% em Porto Alegre somente em janeiro.
       Outros produtos mais procurados pelas pessoas no calor também ficaram mais caros. A cerveja teve a maior alta: 3,4%. O sorvete: 3%.
        Já o ar condicionado está mais barato. Em janeiro, caiu 0,3%, mas acumula redução de 4% em 12 meses. Para o coordenador da FGV no Rio Grande do Sul, Márcio Mendes Silva, é consequência da importação.
       - Aumentou a importação de peças e aparelhos inteiros. Além da queda do dólar, aumenta a concorrência com os demais produtos.
       O calor também provoca falta de ventiladores e de alguns modelos de ar condicionado em determinadas lojas e supermercados. A expectativa é normalizar os estoques na próxima semana.
        Enquanto isso, muita gente compra aparelhos nos freeshops de Rivera. O preço tem sido vantajoso apesar do pagamento do imposto. Alguns lojistas comercializam os produtos nas calçadas mesmo.
       A instalação varia entre R$ 300 e R$ 650 reais para um ar condicionado básico para residências. No entanto, os instaladores estão com agenda cheia e não conseguem dar conta dos pedidos. É preciso paciência.

Fonte: Rádio Gaúcha

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Propaganda Institucional na Rádio Liberdade 95,9

         Conforme anunciei ontem aqui nesse espaço, inicia amanhã (28) as inserções diárias, 12 no total, na Rádio Liberdade. Os áudios estão publicados ao lado no blog, e podem acessarem por aqui.

         Esta é mais umas das tantas parcerias que a associação tem com as fontes de água mineral e indústrias de garrafões.

         Fiquem ligado na Liberdade e ouçam mais um significativo trabalho da associação em prol do setor de água mineral.

       As Empresas Participantes aparecem no áudio das inserções diárias

       Grato a todos, Sucesso e Paz

       Leandro Greff

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Água Mineral Fontes de Belém no Haiti

Solidariedade no setor de Água Mineral

       A maior necessidade do Haiti, depois do terremoto, não é roupa, ou mesmo moradia. As duas maiores necessidades Haitianas nesse momento de dor e sofrimento são: Alimento e Água Mineral.

        Como não poderia deixar de acontecer, o Rio Grande do Sul se fez presente neste momento difícil do nossos irmãos do Haiti. Se fez presente através das empresas Torres Plast. TNT Mercúrio e Água Mineral Fontes de Belém.

        Como podemos observar a Torres Plast, uma indústria de Garrafões de 20 litros localizada em Torres/RS, doou 1000 (mil) garrafões, a Indústria de Água Mineral Fontes de Belém, de prontidão envazou, e a TNT Mercúrio tratou de transportar até o Rio de Janeiro, na sede da FAB, onde esta mandou ao Haiti.

        Testemunhei o grande esforço do empresário Sérgio Marino Linck Junior, da Água Mineral Fontes de Belém, em montar esta logística de forma rápida. Trabalho árduo que gratifica a todos nós do setor de Água Mineral.

        A Associação agradece e deixa aqui um voto de Gratidão a todos estes empresários de GRANDE CORAÇÃO , preocupados com situações dificeis, assim como já aconteceu em outras tragédias rio grande afora e eu pude conferir.

         Obrigado Caros Amigos, que Deus, nosso Pai Eterno continue protegendo e dando a voçês serenidade e muito sucesso.

      Diria meu santo favorito: SÃO LUIZ ORIONE

AVE MARIA E AVANTE !

Fotos









Foto: Fontes de Belém
Texto: Adam-rs

ADAM-RS promoverá campanha em Rádios da Capital e Grande Poa

           A Associação dos Distribuidores de Água Mineral do RS, juntamente com as Fontes e Indústrias de Garrafões decidiram ontem (25) promovrr uma campanha institucional, em rádios de Porto Alegre e Grande Porto Alegre nos meses de Fevereiro, Março e Abril de 2010. Na campanha que irá ao ar serão abordados temas como: Custo benefício em usar Água Mineral em Bombonas de 20 Litros, Vantagens que o consumidor tem em comprar de Distribuidores Regularizados, Qualidade das Águas Minerais de 20 Litros, e outros.


        A Associação só conseguiu elaborar e promover esta campanha , porque as fontes e indústrias de garraãfoes concordaram em colaborar e conscientizar nosso consumidor de forma conjunta.


As empresas que participarão da campanha são

Água Mineral Fontes de Belém
Água Mineral Itati
Água Mineral Itacolomi
Água Minerall Elan
Água Mineral Boca da Serra
Água Mineral Fonte Ijuí
Água Mineral Vida Leve
Águas da Serra Distribuidora
MCM Plásticos
Torrest Plas Indústria de Garrafões
Água Mineral Santo Anjo
Água Mineral Purittá

        A Associação Agradece o esforço de todas as empresas em colaborar com a melhoria do nosso setor.


Texto: Leandro Greff/Adam-rs