Total de visualizações de página
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Todos querem uma nova fábrica para a Fruki
Uma nova fábrica está nos projetos da Fruki para o próximo ano. A empresa vai construir uma nova unidade exclusivamente para a produção de sucos e chás, além do energético Frukito, atualmente envasado em Lajeado.
Pacote de investimentos deve somar cerca de R$ 60 milhões.
Para facilitar a logística, a ideia é implantar a unidade no trecho compreendido entre Lajeado e Porto Alegre.
A indústria já recebeu inúmeras propostas de municípios que oferecem uma série de benefícios. Alguns, inclusive, fora do eixo previamente escolhido para a unidade.
Mas não param por aí os investimentos da indústria de refrigerantes, que vai ampliar a capacidade da fábrica de Lajeado e construir um centro de distribuição em Canoas.
Fonte: Zero Hora - Maria Isabel Hammes
Fruki: crescimento movido pela TI
ERP atualizado e processo de vendas 50% mais rápido graças a um projeto em mobilidade são algumas das contribuições da TI da Fruki para acompanhar o crescimento da companhia em 2012.
A empresa, de Lajeado RS, a 112 quilômetros de Porto Alegre, normalmente destina 0,5% do seu faturamento à área de tecnologia.
"No próximo ano vai ser um pouco acima", diz Marciano Schorr, gerente administrativo e financeiro da Fruki, sem precisar de quanto será o aumento.
Projetos para 2012
Um dos primeiros projetos de 2012 é ampliar a nova aplicação de vendas para os gerentes e supervisores da empresa.
Hoje, 100% da equipe de vendas, composta por 160 pessoas, usa o novo programa, na plataforma Android, rodando em modelos Motorola Defy.
"Foram mil horas de trabalho envolvendo dois profissionais da TI e mais quatro de outras áreas. O retorno é muito mais em termos de qualidade do atendimento, mas prevemos que o tempo para efetuar as compras caia pela metade", diz Schorr.
Quando utilizada por todos os envolvidos em vendas, o app será utilizado por mais de 200 pessoas.
Além da mobilidade, a Fruki vai migrar a plataforma do seu ERP, da Datasul, para a nova versão, que vai agregar um módulo de BI à ferramenta.
A mudança vai demandar também investimentos em infraestrutura de banco de dados e servidores.
"Nos últimos três anos crescemos 60%. Investir em TI é relevante para garantir esse crescimento", garante Schorr.
Novos investimentos
No início de dezembro, a Fruki anunciou que investirá R$ 60 milhões do início de 2012 até meados de 2014 para construir uma nova fábrica.
O plano é diversificar o portfólio e aumentar a fatia no mercado gaúcho de refrigerantes.
Além disso, a expansão da matriz pretende desafogar as linhas de refrigerantes e de água mineral em embalagens PET, que no verão já operam no teto da capacidade e serão ampliadas em 100% e 50%, respectivamente, até 2014.
O tamanho da nova fábrica ainda não está definido, mas estima-se um aporte de R$ 30 milhões, investidos numa área de 20 hectares a no máximo 30 km de distância de Lajeado.
A construção deve começar no segundo semestre de 2012 e durar um ano.
Com capacidade de produzir 300 milhões de litros por ano em Lajeado, a Fruki prevê uma receita bruta de R$ 160 milhões em 2011, frente aos R$ 139,1 milhões de 2010.
Há três anos, a Fruki trocou o ERP, dentro de investimento anual estimado em R$ 1 milhão em TI. Hoje, a equipe de TI tem nove profissionais. Ao todo, a empresa tem 700 empregados.
Fonte: Baguete
Defesa Civil do RJ envia água mineral vencida para Vitimas da Chuva
A Defesa Civil Estadual enviou para Italva, nesta quinta-feira (5), no norte do Estado do Rio de Janeiro, garrafas de água potável vencidas há um mês para a prefeitura do município. Das 785 garrafas de um litro e meio, 755 estavam com o prazo de validade vencido no último dia 4 de dezembro.
A cidade está em estado de emergência e com cerca de 6.000 pessoas desalojadas, quase metade da população. Por causa dos alagamentos, o município está sem o único hospital – a Santa Casa de Misericórdia – e também a única farmácia popular.
De acordo com o prefeito de Italva, Joelson Soares, caso o governo do Estado não envie ajuda, em breve, ele decretará estado de calamidade pública. O rio Muriaé corta a cidade e está acima de seu nível normal.
- Precisamos de remédios e de médicos, que são de fora e não conseguem chegar à cidade por causa das interdições da BR-356. Precisamos de mais apoio, a situação é complicada.
O abastecimento de água na cidade também está comprometido porque as bombas da Cedae (Companhia Estadual de Água e Esgoto) estão submersas no alagamento. Soares pede que a população evite consumir água das torneiras. As agências bancárias e os Correios também estão fechados.
- Já tem gente com diarreia e vômito.
O coronel Sérgio Simões, comandante do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil, que esteve em Italva nesta quinta, disse que a água foi encaminhada pela Cruz Vermelha para que a defesa distribuísse.
De acordo com o prefeito de Italva, Joelson Soares, caso o governo do Estado não envie ajuda, em breve, ele decretará estado de calamidade pública. O rio Muriaé corta a cidade e está acima de seu nível normal.
- Precisamos de remédios e de médicos, que são de fora e não conseguem chegar à cidade por causa das interdições da BR-356. Precisamos de mais apoio, a situação é complicada.
O abastecimento de água na cidade também está comprometido porque as bombas da Cedae (Companhia Estadual de Água e Esgoto) estão submersas no alagamento. Soares pede que a população evite consumir água das torneiras. As agências bancárias e os Correios também estão fechados.
- Já tem gente com diarreia e vômito.
O coronel Sérgio Simões, comandante do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil, que esteve em Italva nesta quinta, disse que a água foi encaminhada pela Cruz Vermelha para que a defesa distribuísse.
Por meio de nota, a Cruz Vermelha informou que manter um controle rígido das doações e que um lote de águas vencidas estava misturado às caixas com prazo válido. A organização lamenta o episódio e classificou o caso como isolado.
Fonte: r7.com
sábado, 24 de dezembro de 2011
Grêmio coloca sua água mineral no mercado
A estimativa de venda para o primeiro ano é de 10 milhões de litros
O Grêmio FBPA está colocando no mercado novo produto para o torcedor gremista. Em parceria com a Fama Licenciamentos, o clube está lançando a água mineral do tricolor, produzida pela Mineradora Campo Branco, localizada no município gaúcho de Progresso. Para o Diretor de Marketing do Grêmio, Paulo Cesar Verardi, a parceria permite que o torcedor tenha acesso a mais esse produto e contribua assim para o crescimento do tricolor gaúcho.
A água mineral do Grêmio estará disponível nas embalagens de 5 litros, 1,5 litro e 500ml. O água começa a ser disponibilizada a partir desse mês nas grandes redes comerciais em todo o Rio Grande do Sul. A distribuição no Estado será feita pelas distribuidoras Armazém das Águas (em Porto Alegre e região metropolitana) e Crestani Distribuidora de Água Mineral (interior).
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Corrida de Natal em Canoas
No último sábado, dia 10, Canoas inteira se movimentou na Corrida de Natal! Cerca de mil atletas de toda a região se reuniram no município para participar da primeira edição da corrida, e entre eles estava nosso para-atleta João Correa, destaque na categoria deficientes físicos.
Apoiando João e, claro, oferecendo água a todos os participantes e público presente, a Água Mineral Natural Itati esteve na Corrida de Natal de Canoas também! Todo mundo pode aproveitar a água da família gaúcha no dia bonito de sol enquanto prestigiava ou participava da corrida.
Para ver mais fotos do evento, acesse nossa página no Facebook!
E parabéns ao João Correa pela participação na primeira Corrida de Natal de Canoas!
Fonte: Blog Itati
Itapecerica produz e comercializa água mineral
Karen Santiago | Atualizado em: 11/12/2011 00:00:00
Karen SantiagoItapeágua é uma das fontes vendidas na cidade
Muita gente não sabe, mas a cidade de Itapecerica da Serra caracteriza-se como uma das maiores produtoras de água mineral, natural, pura e cristalina. Essa água, indispensável para a saúde do ser humano é engarrafada e abastece o comércio de bebidas. Ao todo, a cidade conta com quatro distribuidoras do líquido, Embu das Artes, Juquitiba e São Lourenço também abastecem o comércio de toda a grande São Paulo, somando na região 12 engarrafadoras.
O principal motivo para essa água ser natural é não contar com resíduos, segundo Reinaldo Antônio Maciel Júnior, proprietário da distribuidora da água Cristal fonte Del Rei, localizada na Régis Bittencourt (BR-116).
“Contêm resíduos (restos de urina, xixi e fezes exteriorizadas) o abastecimento de água da cidade de São Paulo e municípios vizinhos, uma vez que é disponibilizada pelas Represas do Guarapiranga e Billings e é chamada como água potável. Aqui é diferente”, explicou.
Itapecerica, por exemplo, tem água abastecida pela Represa Pedro Beicht e a propriedade da qual ela é retirada está protegida. “A vantagem de contar com água mineral e natural significa que a cidade está inserida em local ambientalmente protegido. Ela brota naturalmente, já tratada e não pode ter qualquer tipo de contaminação no agrífero”, pontuou.
De acordo com ele é o tipo de geologia que propicia a existência de água natural. “A água brota naturalmente de um lajão de granito, ela cai da chuva, infiltra na esponja e já sai tratada, por esses canos (espalhados no entorno da distribuidora) e é engarrafada e posteriormente vendida”, esclareceu.
A água mineral e natural da fonte tem o controle e autorização do Ministério das Minas e Energia. A distribuidora Água Cristal fonte Del Rei engarrafa cerca de R$ 20 milhões de litros por ano. Copo, garrafas e galões são vendidos para as cidades da grande São Paulo.
A distribuidora Aldeinha engarrafa para a Danone, Padre Colégio São Bento – Água da Serra, uma nova distribuidora chegou a Itapecerica, mas a reportagem do Jornal na Net não conseguiu contato até o fechamento da matéria e por fim, a água da fonte Del Rei distribui para a Cristal.
Embu conta com a fonte Jesuítas – água Embu / Mata Atlântica e Rocha Branca. As outras fontes de distribuidoras da região são: Condessa de São Lourenço, Vale dos Pratas, Cafezal, Brasileira.
A cidade de Itapecerica também preserva área da Mata Atlântica. Clique Aqui e confira.
VEM AÍ AUMENTO NO PREÇO DA ÁGUA MINERAL
Na segunda quinzena de dezembro, o preço da água mineral sofrerá alteração. O setor acumula desde o início do ano os aumentos de 7% nos insumos (tampas e vasilhames), 10% na energia elétrica e mais de 14% nos salários dos colaboradores das fontes, em uma reavaliação de mercado os empresários concluíram que não poderão manter os preços. Portanto, o garrafão de 20 litros de água mineral deverá chegar à casa do consumidor com preço variando entre R$ 4,00 e R$ 5,00. Mesmo com o aumento, os valores ainda ficam inferiores aos praticados nos estados vizinhos, como em Pernambuco, onde o garrafão de 20 litros de água mineral custa R$ 6,00, e no Ceará o preço médio é R$ 7,00. A diferença é ainda maior quando se refere à região Sudeste, em São Paulo, por exemplo, o produto custa R$ 10,00.
às Quinta-feira, Dezembro 08, 2011 Luciano Seixas conexão na
Itati participa do Festival Atleta do Futuro
Ontem, dia 11, a AFAI (Associação dos Funcionários de AGCO e MWM International) recebeu o Festival Atleta do Futuro. O evento, realizado pelo SESI Canoas, Cachoeirinha, Gravataí e de outros municípios, reuniu cerca de 400 crianças em atividades físicas e esportivas como cama elástica, futebol de areia e de salão.
A Água Mineral Natural Itati estava lá oferecendo água para os participantes que aproveitaram essa quente tarde de domingo para se divertir e praticar esporte.
Fonte: Itati
Fonte de água mineral de Araxá deve voltar a ser explorada em 2012
Estrutura de captação e envase passa por adequações.
Previsão é contratar de 20 a 25 funcionários para exploração.
Do G1 TV Integração
Comente agora
Equipamentos para exploração já foram comprados (Foto: Reprodução/ TV Integração)
A fonte de água mineral de Araxá do parque do Barreiro, no Triângulo Mineiro, deve voltar a ser explorada no primeiro semestre de 2012. O anúncio foi feito pelo presidente da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), Ricardo Augusto Simões. A estrutura de captação e envase passa por adequações.
O prédio está em obras e segundo o chefe do departamento operacional oeste, João Batista da Silveira, além de mudanças estruturais, será preciso trocar a tubulação, tanques e bombas.
A exploração da fonte está suspensa desde 2005, quando a empresa que detinha a concessão perdeu uma disputa judicial para o governo de Minas Gerais. Com todos os equipamentos comprados e as licitações concluídas, a Copasa garantiu que não vai haver mais atraso. Para não danificar os equipamentos toda linha de produção foi coberta com lona. A intenção da subsidiária é relançar a marca com um amplo trabalho de marketing e a água de Araxá deve voltar a ser envasada em abril de 2012.
Ainda segundo a Copasa, a fonte de Araxá tem um potencial de envasamento de 70 a 85 milhões de litros por ano. A previsão é contratar, inicialmente, de 20 a 25 funcionários para a exploração.
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Minas e Energia aprova isenção fiscal para produção de água mineral
A Comissão de Minas e Energia aprovou na quarta-feira (23) o Projeto de Lei 1999/11, do deputado Marcos Montes (PSD-MG), que isenta a produção de água mineral e água gaseificada do pagamento de Pis/Pasep e Cofins.
A proposta altera a Lei 10.925/04, que já isenta produção de insumos e defensivos agropecuários e de alguns derivados do leite e do trigo.
O relator, deputado Bernardo Santana de Vasconcelos (PR-MG), recomendou a aprovação. Ele ressaltou que a água mineral representa um bem essencial à vida, sendo o seu uso comum nos casos de calamidades climáticas, como secas e enchentes, ou de desastres naturais e acidentes ambientais, em que as fontes disponíveis de água potável tornam-se inexistentes. “É mais do que justa a proposta”, disse.
Tramitação
O projeto, que tramita de forma conclusiva, ainda será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Íntegra da proposta:
Reportagem - Oscar Telles
Edição – Daniella Cronemberger
Edição – Daniella Cronemberger
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
ITATI Água Mineral e SESI - Projeto Crescendo com Arte
Itati Água Mineral Natural recebe em sua área industrial escolares para conhecer a empresa, receber informações sobre cultura, meio ambiente, responsabilidade social. Os alunos de escolas públicas de Canoas, RS, também assitem a uma peça teatral trazida pelo Sesi, e tem a oportunidade de interagir com os atores
Nova garrafa de água da Coca tem menos PET e pode ser torcida
A Coca-Cola Brasil lança a nova garrafa Crystal Eco de água mineral sem gás, de 500 ml, que adota uma série de diferenças em relação às demais garrafas do gênero. A embalagem utiliza a tecnologia PlantBottle, que usa 20% menos PET que as versões anteriores e até 30% do PET feito a partir da cana de açúcar. A garrafa também pode ser torcida para diminuir em até 37% o seu volume. Além disso, A Crystal Eco tem uma tampinha menor, com 0,8 gramas a menos de polipropileno (um tipo de plástico) que as anteriores, já utilizada em outras bebidas da marca.
Além de mais leve (de 15,6 gramas para as atuais 12 gramas), a superfície da nova garrafa tem alguns sulcos que facilitam a torção da embalagem por parte do consumidor. A inovação demandou um ano de adaptação das máquinas e mais de 10 milhões de reais em investimento, segundo a empresa.
“Hoje, o problema da reciclagem é o espaço que o lixo exige. Muitas pessoas precisam carregar seu lixo reciclável até os pontos de coleta em sacolas enormes. As garrafas menores estimularão a reciclagem por parte do consumidor”, explica o diretor de marketing da Coca-Cola FEMSA do Brasil, Rodrigo Campos.
“Crystal quer convidar o consumidor a participar de ações que ajudem a aumentar reciclagem no País. Fizemos nossa parte, criando uma garrafa moderna, revolucionária e sustentável. Agora é a vez do consumidor, que ao torcer a garrafa após o consumo, diminui em 37% o volume que ela ocupa, o que facilita bastante o transporte e a reciclagem. O Brasil já é um campeão de reciclagem, mas nossas metas são ainda mais ousadas e queremos que o consumidor esteja ao nosso lado nessa jornada”, complementa Aliucha Ramos, diretora de Marketing da categoria de Hidratação da Coca-Cola Brasil.
O produto será lançado no Festival SWU no próximo fim de semana, mas só deve chegar aos mercados de todo Brasil a partir de janeiro. Regiões como a grande São Paulo e alguns municípios no interior do estado, grande Belo Horizonte e região serrana do estado do Rio de Janeiro receberão a novidade primeiro. A expectativa é de que em três anos, 100% das garrafas de água sem gás da marca devem seguir o padrão da nova embalagem. A estimativa é que cerca de 90 milhões de garrafas nos novos moldes saiam da fábrica da FEMSA de Mogi das Cruzes em 2012.
domingo, 6 de novembro de 2011
China investe bilhões de dólares para tornar potável a água do mar
Michael Wines, do The New York Times
Mesmo assim, o proprietário do complexo, um conglomerado estatal chamado SDIC, está trabalhando para quadruplicar a capacidade de dessalinização da usina, e torná-la a maior da China. "Alguém tem que perder dinheiro", disse Guo Qigang, gerente geral da usina, em uma entrevista recente. "Somos uma empresa de propriedade do estado, e essa é nossa responsabilidade social". Em alguns lugares, isso seria uma loucura econômica, mas, na China, a atitude é encarada como uma estratégia econômica.
Como fez com os painéis solares e aero geradores, o governo estabeleceu o objetivo de se tornar uma potência em mais uma nova indústria relacionada ao meio ambiente: abastecer o mundo com água doce. O projeto Beijiang, no sul de Pequim, irá fortalecer a perícia chinesa na dessalinização, afinar a economia, ajudar a construir uma estrutura industrial e, enquanto isso, diminuir a falta de água crônica em Tianjin.
Dessalinização - "Os fatores de política são mais importantes que os fatores econômicos", disse Olivia Jensen, uma especialista em políticas hídricas chinesas e diretora da Infrastructure Economics, uma consultoria sediada em Cingapura. "Se o governo central diz que a dessalinização será uma área de foco, e que o dinheiro deve ir para a tecnologia de dessalinização, então isso irá acontecer".
A China está rapidamente se tornando um dos maiores mercados mundiais em crescimento para a água dessalinizada. A meta mais recente é quadruplicar a produção até 2020, dos atuais 680.000 metros cúbicos diários para pelo menos 3 milhões de metros cúbicos, equivalentes à produção de quase uma dúzia de outras usinas de 200 toneladas diárias, como a que está sendo expandida em Pequim.
Espera-se que o mais recente plano de cinco anos da China para o setor ordene o estabelecimento de uma indústria nacional de dessalinização, segundo Guo Yozhi, que lidera a Associação de Dessalinização da China. Institutos localizados em pelo menos seis cidades chinesas pesquisam avanços em membranas, a principal tecnologia presente nas técnicas de dessalinização mais sofisticadas e de melhor custo-benefício. A Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, a mais alta agência estatal de planejamento chinesa, está rascunhando planos para fornecer tratamento preferencial para companhias nacionais que fabriquem equipamentos ou patenteiem tecnologias para dessalinização. Existem rumores sobre diminuição de impostos e empréstimos a juros baixos, para encorajar a produção nacional.
Em uma entrevista, Guo Yozhi definiu a atuação governamental na dessalinização como "simbólica", dizendo que o investimento governamental direto em projetos para água salgada não excede 10% de seu custo. Em comparação, disse, grandes investimentos em água como o enorme Projeto de Desvio de Águas Sul-Norte, que irá desviar água do rio Yangtzé do sul para o norte, são completamente financiados pelo governo.
Investimento - Ainda assim, os planos do governo poderiam significar um investimento de até 200 bilhões de yuans, ou aproximadamente 31 bilhões de dólares, das companhias estatais, agências governamentais e parceiros privados. O complexo de dessalinização de Beijiang, construído pela SDIC por ordem da Comissão de Desenvolvimento e Reforma como um projeto-conceito, foi quase completamente desenvolvido em Israel, enviado para Tianjin e montado localmente. Em todo o país, menos de 60% dos equipamentos e tecnologias de dessalinização são nacionais.
A meta da China é aumentar esse número para 90% até 2020, disse Jennie Peng, analista e especialista na indústria da água, no escritório de Pequim da Frost & Sullivan, empresa de consultoria sediada em San Antonio.
Existem muitas razões para a China querer uma indústria de dessalinização local, sendo que a menor delas não é a água doce local. Espera-se que a demanda por água na China cresça 63% até 2030 – mais que em qualquer outro lugar do planeta, segundo a Asia Water Project, uma organização de informações de mercado.
O norte da China há muito tempo sofre com a falta de água, e cidades de rápido crescimento como Pequim e Tianjin voltaram-se para programas extensos de reciclagem e conservação, para atenderem às necessidades. Em Tianjin, considerada uma cidade-modelo para a conservação de água, 90% da água utilizada na indústria é reciclada, 60% do sistema de irrigação da agricultura utiliza tecnologias de economia de água, e 238 quilômetros de tubulações serpenteiam abaixo da cidade. Os apartamentos situados dentro de uma área de 26 quilômetros quadrados da cidade possuem duas torneiras, uma de água potável, e uma de água reciclada, adequada para outros usos.
A usina Beijiang, uma de duas usinas desse tipo, abastece diariamente uma periferia em crescimento com 10.000 toneladas de água dessalinizada, e tem planos de, algum dia, bombear 180.000 toneladas. Um segundo estabelecimento com capacidade de 100.000 toneladas abastece uma enorme usina de produção de etileno, fora da cidade. A instalação enfrentou alguns obstáculos. A água destilada e livre de minerais "raspa" a ferrugem das tubulações da cidade em seu caminho até as torneiras, o que torna a água marrom e, além disso, alguns residentes desconfiam da água, dizendo que sua pureza significa que lhe faltam nutrientes. A usina está atendendo a ambas as reclamações, adicionando minerais à água.
Mas, alguns dizem que saciar a sede da China pode ser um efeito colateral benéfico da tentativa de atingir metas maiores. O mercado global para a tecnologia de dessalinização irá mais que quadruplicar até 2020, chegando a aproximadamente US $50 bilhões anuais, predisse em setembro a companhia de pesquisas SBI Energy _ e o aumento da escassez de água em todo o mundo parece garantir o crescimento futuro.
Além disso, as cada vez mais sofisticadas tecnologias de membranas que filtram o sal da água do mar podem ser aplicadas ao tratamento de esgotos, controle de poluição, e inúmeros outros usos de alta tecnologia. Ultrapassada de longe pelos produtores de membranas estrangeiros, que comandam pelo menos 85% do mercado, a China agora está decidida a desenvolver suas próprias tecnologias avançadas. Alguns especialistas dizem que é aí que reside o maior interesse por parte do governo. "Mais que para uso local, a ideia é desenvolver uma indústria de membranas chinesa", disse Jensen, a analista de Singapura. "Essa é fundamentalmente uma indústria de exportação, e não uma indústria criada para desenvolver uma China mais ecológica". Quaisquer que sejam suas motivações, a China já está correndo em direção a seus alvos.
Da mesma maneira que as indústrias estrangeiras correram para a China para garantirem um lugar no florescente mercado da energia eólica do país, a lista de empresas estrangeiras que mergulharam na indústria de dessalinização chinesa é longa: Hyflux de Singapura, Toray do Japão, Befesa da Espanha, Brack de Israel e ERI dos Estados Unidos, entre outras.
E, assim como os estrangeiros mudaram suas pesquisas em energia solar e produção para a China, as companhias de dessalinização estão deixando a sede para trás. A companhia norueguesa Aqualyng é parceira do governo da cidade de Pequim na construção de uma usina de dessalinização em Tangshan, cidade costeira a aproximadamente 217 quilômetros a leste de Pequim, e está estudando a mudança de suas fábricas da Europa para a China.
A ERI, que é sediada em São Francisco e afirma possuir a mais avançada tecnologia da indústria da dessalinização, está mudando suas instalações de pesquisa para a China. A empresa considera também a mudança de suas fábricas para daqui a alguns anos.
A maioria das companhias estrangeiras que atuam em território chinês formou parcerias com empresas estatais, para receber ajuda na captação de negócios e por proteção política - é preciso lembrar que o estado de direito e a proteção à propriedade intelectual são instáveis no país.
O presidente do conselho de administração da Aqualyng, Bernt Osthus, disse que o governo de Pequim tem sido "o mais próximo possível do parceiro ideal", com os noruegueses controlando a tecnologia e os chineses fornecendo o dinheiro e o know-how local. Ele acrescentou, no entanto, que a empresa estava considerando uma joint venture de pesquisa com um parceiro chinês. "Ao reduzirmos nossa participação nos equipamentos, formos uma parceria com uma estatal chinesa, e realocarmos nossa produção da Europa para a China, a tecnologia efetivamente se torna chinesa", disse ele. "Eu ainda sou o dono. Eu ainda sou o dono do meu pedaço do bolo. Estou apenas aumentando o tamanho desse bolo". E é um bolo muito grande.
"Há projetos de dessalinização em larga escala por toda a costa leste da China", disse o CEO da ERI, Thomas S. Rooney Jr. "Nossa empresa possui a mais avançada tecnologia de toda a indústria de dessalinização. E uma das ótimas características chinesas é que eles gostam de adotar as tecnologias mais avançadas".
"Você pode lutar contra eles ou juntar-se a eles, e nossa filosofia é de que a China provavelmente será o próximo grande mercado para a dessalinização", ele acrescentou. "Prefiro desenvolver tecnologia para a China na China, seguindo uma abordagem mais aberta, do que ficar com jogos de segredinhos”.
O gosto da água
A universalização da água vai da agricultura até a harmonização de cardápios, como acontece tradicionalmente com o vinho.
Cada vez mais surgem bares que vêm se dedicando a especialidade de servir “água”. Água com designação de origem, com características especiais. Água para matar a sede, e especialmente para ser apreciada, interpretada, saboreada, degustada.
Cada vez mais surgem bares que vêm se dedicando a especialidade de servir “água”. Água com designação de origem, com características especiais. Água para matar a sede, e especialmente para ser apreciada, interpretada, saboreada, degustada.
O direito à água integra a Declaração dos Direitos Humanos, Artigo 03, que se refere ao direito à vida (ONU).
A nossa água, nativa, é orientada pelo Código de Águas do Brasil, conforme o Decreto-Lei 7.841, de 08 de agosto 1945, que diz: “águas minerais são aquelas provenientes de fontes naturais ou que possuam composição química ou propriedades físicas ou físico-químicas distintas das águas comuns (…)”.
Há um crescente processo de valorização da água mineral no seu conceito de “terroir”, para se garantir identidade, e demais elementos singulares, onde a marca, a embalagem, a validade, a composição mineral, formam os principais indicadores para se ter acesso ao tipo, e ao sabor. Todos esses elementos compõem os rituais de uma verdadeira degustação e análise, como ocorre com os vinhos e outras bebidas.
Segundo a “Mineral water of the world”, há mais de 3500 marcas no mercado, em 135 países, o que resulta em muitas ofertas, e num cardápio de diferentes sabores, procedências e características.
A água é avaliada desde suas propriedades minerais até a embalagem. Pois, a embalagem, além de garantir a qualidade de tão precioso líquido, anuncia e dá identidade à marca.
Muitas vezes as embalagens são especialmente desenhadas e “assinadas”, como, por exemplo, é o caso de Jean-Paul Gaultier que desenhou garrafas que foram produzidas com o cristal “Baccarat”. Ainda nesse contexto de embalagens notáveis com designer especial estão as marcas “Bling” (USA) e “Vois” (Noruega).
Certamente a água é a bebida mais popular, uma bebida necessária e fundamental. Uma bebida que vem ganhando especialistas em sua degustação, apreciação; nas misturas, e nas criações de se fazer drinques de águas minerais.
As atribuições medicinais da água mineral que sempre distinguiram um consumo qualitativo e definiram um mercado, agora se ampliam para a gastronomia.
O crescente consumo de água mineral indica preferências por procedência, estância hidromineral, composição da água, embalagem entre demais fatores que valorizam, e dão opções para o seu consumo.
Alcalinas-bicabornatada, alcalinas-terrosas, sulfatadas, nitratadas, cloretadas, ferruginosas, carbogasosas, são algumas das características e propriedades encontras na composição das águas minerais.
Tudo isso reforça a busca crescente de produtos naturais e saudáveis no mundo. Pois, crê-se que ao beber água mineral também se bebe a natureza.
Sem dúvida, a água é um caso que une memórias ancestrais com o “glamour” da gastronomia do século 21. Interpreta-se, atualmente, a água mineral como uma bebida para a harmonização de cardápios.
O consumo de água mineral no mundo é maior do que o de refrigerantes (2007), e esse fato revela a crescente busca pelos sabores verdadeiramente “telúricos”.
Também, são muito valorizadas as águas de certas geleiras, de montanhas famosas, de localidades com solo vulcânico; de regiões que agreguem uma história, um sentido especial e particular, pois ao se beber aquela água mineral “bebe-se o lugar”.
É o mundo líquido nas suas muitas possibilidades: é a melhor “seiva” que se oferece à boca. É uma busca à mesa pela natureza. Prevalece um sentimento ancestral de purificação.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Fruki é destaque em pesquisa "Melhores Empresas para Trabalhar no RS
LAJEADO - Uma sucessão de conquistas no âmbito empresarial se encarrega de evidenciar ainda mais o nome da Fruki no mercado gaúcho.
A indústria lajeadense estreou na pesquisa de análise sobre o ambiente de trabalho com a 9ª colocação no ranking das Melhores Empresas para Trabalhar no RS. É o primeiro levantamento desse gênero da revista Amanhã, que realizou o trabalho com a Great Place to Work, pioneira no mundo nesse tipo de investigação. A conquista reflete a satisfação dos colaboradores, que manifestaram, em questionários, o gosto pelo trabalho no empreendimento.
A premiação será entregue no dia 17 de novembro, em Porto Alegre.
Em tempo
O reconhecimento no ambiente de trabalho se dá no mesmo ano em que a Fruki conquista o Troféu Ouro no Prêmio Qualidade RS, esse, por sua vez, focado em gestão.
Fonte: O Informativo - Simone Rockenbach
Assinar:
Postagens (Atom)









































